Cobertura policial agressiva e perturbadora
Há quase duas semanas o maringaense Jorge Mariano Marcondes Ferraz, 54, foi morto em Curitiba, quando visitava a família. Seu filho, que foi fotógrafo da Câmara de Maringá, escreveu no Facebook sobre a atuação da imprensa policial na cobertura do fato: “O Siate foi realmente rápido. Mas sabe quem foi mais rápido ainda? As equipes de jornalistas que chegaram ao local. Chegaram antes das viaturas, já com filmadoras ligadas, câmeras disparando e perguntas sendo feitas. Sem qualquer tipo de respeito pela dor, pela tragédia e pela situação em que nos encontrávamos. Apenas um, um cinegrafista, que não sei de qual emissora, saiu de perto e não fez imagens após o meu pedido. E antes que venham aqui me falar que eles estavam apenas fazendo o trabalho deles e que eu não sei como é isso, eu sou jornalista e eu já fiz cobertura policial. Mas foi após a minha primeira cena de crime que nunca mais cheguei perto desse tipo de cobertura. O motivo é muito simples: eu tenho um mínimo de respeito e decência.Continue lendo ›
*/ ?>
