concursados

Política

‘Quero ver’

Consta que o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) ao determinar a convocação de aprovados em concurso público na Prefeitura de Maringá – cerca de 800 – teria dito a uma interlocutora: “Agora quero ver o Ulisses cumprir o que prometeu para o funcionalismo”.Continue lendo ›

Legislativo

Nomeação na Emater

Evandro Junior

O deputado estadual Evandro Junior (PSDB), em 10 de maio deste ano, apresentou requerimento cobrando do governo do Paraná uma resposta sobre a nomeação de concursados da Emater.
Esta semana o secretário de Agricultura, Norberto Ortigara, anunciou a efetivação de engenheiros agrônomos, de alimentos, de pesca, engenheiro florestal, de segurança, além de médicos veterinários, zootecnistas e técnicos agrícolas.Continue lendo ›

Legislativo

Evandro Junior cobra resposta sobre concurso da Emater

oficio

Nas redes sociais, o deputado estadual Evandro Junior (PSDB) comunicou que apresentou requerimento cobrando do governo do Paraná uma resposta objetiva sobre o chamamento dos concursados da Emater.
“O quadro técnico desse que é um instituto modelo na assistência técnica agropecuária para o Brasil foi reduzido depois da realização de um PDV, Plano de Demissão Voluntária. O quadro precisa ser recomposto”, afirmou. Continue lendo ›

Estadual

Justiça paranaense prefere CCs a concursados

De Luiz Modesto, na Folha de Maringá:
Na última sexta-feira, o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná assinou a nomeação de 610 novos assessores para os juízes e desembargadores do Estado. (…). Somadas as gratificações e tudo mais, a remuneração de cada um deles ultrapassará R$ 3 mil, e os cargos são de livre nomeação e exoneração, a critério do juiz ou desembargador a que o assessor estiver vinculado. A criação dos cargos destes assessores é mais uma página de vergonha na história do Judiciário paranaense. A função de um assessor é técnica, objetiva. Em suma, ele vai auxiliar seu chefe na elaboração das decisões nos processos, conforme a orientação recebida. Portanto, não há motivo para que a contratação seja por meio de cargos de confiança, em vez funcionários concursados. Quer dizer, motivo até há. Mas não deveria. Leia mais.