denunciado

Blog

Operação Cupim

O secretário de Fazenda e de Gestão de Maringá, José Luiz Bovo (PP), voltou mais cedo ontem para São Jorge do Ivaí, soube o blog. Motivo: a denúncia oferecida pelo Ministério Público por conta da Operação Cupim, envolvendo fraude em licitações de mobiliário.
Dos 14 denunciados (veja a relação), 13 são de Maringá e um é de São Jorge do Ivaí: Guilherme Sossai Navarro, filho de dois secretários municipais. Em setembro o blog fez referência ao fato.

Estadual

Existe alguém que se surpreenda com Beto?

O noticiário estadual destaca a nomeação de Ezequias Moreira como secretário especial do governador, para dificultar o andamento do procedimento do Ministério Público que o acusa de desvio de dinherio público. Beto Richa só faz o que sabe fazer. Foi ele quem nomeou Ricardo Barros (PP), condenado em segunda instância por fraude em licitação quando era prefeito de Maringá e contra quem há denúncia crime há mais de um ano (justiça tartaruga esta, a paranaense) apresentada pelo mesmo MP. Até a adaptação da Lei Ficha Limpa no estado foi feita de propósito, com omissões em relação à federal, para não pegar gente da equipe do homem que gosta de velocidade.
A propósito, ao transformar o seu governo numa espécie de refúgio de quem deve à justiça, o governador me faz lembrar a palavra casamata – que, de acordo com o Wikipedia, é termo utilizado de um modo bastante genérico, “podendo designar instalações de vários tipos e tamanhos, normalmente construídas em betão (concreto).”

Blog

Denunciado por concussão foi nomeado gerente da Semusp

Claudemar José da Silva, denunciado pelo Ministério Público Estadual junto com o vereador Wellington Andrade (PRP) por improbidade administrativa e crime de concussão, foi nomeado pelo prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), em abril passado, gerente de Praças, Parques, Jardins e Roçada (CC2) da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. Conhecido por “Nailon”, ele era assessor (CC3) na Semusp até Pupin assumir a série de interinidades, por conta da pré-campanha política. Se condenados, vereador e assessor podem pegar de 2 a 8 anos de reclusão.
O prefeito interino de Maringá também nomeou em menos de um mês em cargos de confiança outros dois assessores condenados criminalmente em segunda instância (o secretário Miguel Grillo, do Meio Ambiente, e Emerson Froemming, ambos por envolvimento com venda de carteiras na Ciretran de Maringá).