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PFR reduz taxa de encarceramento

De Raphael Marchiori, na Gazeta do Povo:
A despeito de presídios e carceragens lotados em todo ao país, o Paraná tem apresentado sinais de redução de sua população carcerária. Levando em consideração dados de todas as unidades prisionais, entre 2008 e 2013, o sistema perdeu 8 mil presos. Isso fez com que o estado, pela primeira vez, aproximasse sua taxa de encarceramento à média do país. De acordo com dados combinados do Infopen, banco de informações do Ministério da Justiça, com o sistema GeoPresídios, alimentado em tempo real por juízes de todo o Brasil, o Paraná tinha 36.453 presos em 2008 ou 344,9 internos para cada grupo de 100 mil habitantes. Hoje, esse número caiu para 28.394 e a taxa, para 268,43 – 22% de redução, a segunda maior do país. No Brasil, no mesmo período, a população carcerária passou de 451.219 para 526.882 – crescimento de 17%. Já a taxa de encarceramento, saltou de 237,1 para 263,1. Leia mais.

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Em Maringá, cerca de 50 ganharam as ruas

(Atualizado) O outro lado do mutirão carcerário, que resultou nesses números acima, é que vários criminosos de periculosidade estão de volta às ruas. Mais de 300 processos da Vara de Execuções Penais de Maringá foram encaminhados para o último mutirão carcerário, encerrado na última sexta-feira, entre eles, o blog soube, casos envolvendo estupradores, homicidas, latrocidas, pedófilos, assaltantes e traficantes. Esses réus, já condenados a penas altas, cumpriam suas penas na Casa de Custódia, Colônia Penal Industrial e Penitenciária Estadual, todas de Maringá. Cerca de 50 alvarás de soltura foram expedidos pelo mutirão, beneficiando encarcerados que estavam na cidade.
Boa parte dos beneficiados tinha prazo para progressões de regime ou livramento condicional, mas nunca alcançavam as ruas pela natureza hedionda de seus crimes e acabavam ficando presos por seus comportamentos aberrantes, atestados inclusive por laudos de profissionais da saúde. Entre os beneficiados estariam muitos que tiveram desprezados exames que atestavam pela incapacidade mental/social de ser colocado em liberdade.