função

Akino

É função de Leopoldo Fiewski…

… cuidar da privatização do lixo e da retomada dos serviços de água e esgoto, em Maringá? Esta pergunta dirijo aos vereadores e ao Ministério Público, mas sei a resposta. Não, não é legalmente atribuição, função do Léo, como chama Ricardo Barros, cuidar destes casos. Oficialmente ele cuidaria de um contrato de financiamento do BID, para mobilidadde urbana, mas podemos dizer que não tem função. Ganha como secretário para cuidar dos interesses de Ricardo Barros dentro da administração Pupin. Li, em uma coluna de O Diário, interessantes informações sobre a privatização do lixo e a retomada dos serviços de água e esgoto, rompendo o contrato com a Sanepar e que analisarei em outra postagem. Uma pérola posso adiantar: ‘Vai ficar mais caro,o serviço de coleta e destinação com lixo, com a PPP. O valor, ainda não se sabe, mas ele disse que a prefeitura tentará absorver este custo, sem repassar para o contribuinte.’
Meu comentário (Akino): Mas de quem é o dinheiro da prefeitura, senão do contribuinte? O contribuinte pagará de qualquer forma. Como diria Luciano Brito: ‘Tem que ser muito burro para acreditar nisso’. E o pior é que tem gente que acredita.
PS: Voltando à pergunta inicial,vereadores e o MP deveriam tomar providências quanto ao desvio de função do comissionado.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Cento e sessenta e oito ou mais

A propósito da postagem em que há afirmamos que há 168 assessores dispensáveis na administração Barros / Pupin, leitor fez o seguinte comentário: “Nunca podemos generalizar, se existem estes CCS, por que não nominá-los??? Não posso acreditar que ninguém trabalhe. Vamos dar nomes aos bois.” (sic)
Minha resposta (Akino): Caro leitor, o que afirmo é que ninguém trabalha dentre das atribuições legais. Alguns executam serviços que são privativos de servidores efetivos, outros só fazem política (serviço de cabo eleitoral). A verdade é que dentro do que é exigido por lei, o assessoramento no sentido correto da palavra, afirmo que esses 168 podem ser perfeitamente dispensados que o serviço público não sofreriam qualquer solução de continuidade. Você imagina que alguém que tenha nível de escolaridade primária, pode assessor a secretária de Esportes? Pois há um assessor III nesta situação. Esses cargos já foram criados com a denominação vaga de Assessor I, II, III, IV, só para distinguir a remuneração, de acordo com a ‘cara do freguês’. O verdadeiro assessor é assessor de alguma coisa: assessor jurídico, assessor contábil, etc. Assessor de coisa nenhuma não pode existir. Perdoem-me as pessoas que ocupam esses cargos. Há gente boa, bem intencionada, mas não dá para engolir.
Akino Maringá, colaborador