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Jornalista deve ser bom observador, diz Gay Talese

Talese
Considerado um mestre da reportagem e criador do new journalism, o autor de “Fama e Anonimato” falou sobre sua vida e seu método de trabalho em evento realizado em São Paulo
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Texto e foto: Donizete Oliveira
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Com o inseparável chapéu branco, terno e gravata, ele chegou ao Teatro Tucá (em Perdizes SP), onde, numa promoção da revista Cult, foi realizado o 4º Congresso Internacional Cult de Jornalismo Cultural. Simpático, elegante e solícito, nem parece ser o jornalista considerado um dos pais do “New journalism”, estilo conhecido no Brasil por jornalismo literário. Aquele senhor grisalho e bem humorado era Gay Talese. A palestra dele foi a mais concorrida entre dezenas realizadas no evento. Com 80 anos, não perdeu o espírito daquele jovem que nasceu na ilha de Ocean City, Nova Jersey. No encontro, mediado pelo jornalista Ivan Finotti, falou da vida dele, cujo enredo é um exemplo de que o bom jornalismo é feito com humildade e muito senso de observação.Continue lendo ›

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Livros publicados no Brasil

Talese é autor de vários livros, cinco dos quais foram publicados no Brasil, pela Companhia das Letras:
– “Honra Teu Pai” (2011)
– “Vida de Escritor” (2009)
– “Fama e Anonimato” (2004)
– “A Mulher do Próximo” (2002)
– “O Reino e o Poder” (2000)

Midia

Com Gay Talese

Talese e Doni, 2
O jornalista Donizete Oliveira, free-lancer da Revista Tradição, participa em São Paulo do 4º Congresso de Jornalismo Cultural, promovido pela Revista Cult. Donizete participa de uma oficina de texto ministrada pelo jornalista Gay Talese, do The New York Times. Talese foi um dos fundadores do “New Journalism”, estilo que no Brasil é conhecido por Jornalismo Literário. Ele também é autor de vários livros, entre eles, Fama e Anonimato. Sem dúvida, um dos expoentes do jornalismo mundial, que ainda produz grandes reportagens. Um contador de histórias. Estilo que o jornalismo infelizmente abandonou.