gleisi hoffmann

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Juntos novamente?

Com a nova virada de casaca de Ricardo Barros (PP), que deve formalizar esta semana sua saída do governo Beto Richa para voltar a se atracar com o PT de Gleisi Hoffmann, poderemos ter em Maringá a volta da dupla Osmar  Dias e Carlos Roberto Pupin. Ambos deverão estar no mesmo palanque em 2014. O que não significa que reatarão a amizade que já existiu entre ambos, claro.

Política

Barros singrando com Lula

De Cícero Cattani:
Lula, Ricardo e CidaSe estava faltando um bom pretexto para Ricardo Barros saltar do barco de Beto Richa e se bandear pros lados de Dilma e Gleisi é o que não lhe falta agora. Mal visto por setores importantes do tucanato local por suas posições dúbias – ele ainda responde por denúncias cabeludas aguardando julgamento no Tribunal de Justiça e é também recordistas de processos no TRE. Presidente de um partido aliado, o PP, que deu a Richa a vitória em Maringá, Barros não foi consultado na troca do pepista Jonel Iaulk pelo adversário de Londrina, o peemedebista Luiz Eduardo Cheida, onde Richa foi derrotado. Há tempo, ele vem ameaçando voltar à base do governo de Dilma – ele já foi líder e Lula na Câmara – e é amigo pessoal de Paulo Bernardo. Na campanha para o Senado, em 2010, Barros apoiou abertamente Gleisi Hoffmann. Dia 22, quando Lula vier a Curitiba, Ricardo Barros pode já estar vestindo roupa de marinheiro e singrando na caravela do PT, como nos bons tempos.

Eleições 2012

Gleisi com Enio Verri no Alvorada

Praça Farroupilha
Hoje, na praça Farroupilha, no Jardim Alvorada, em Maringá, a ministra Gleisi Hoffmann voltou a destacar a importância da vitória de Enio Verri para Maringá. O deputado federal Edmar Arruda (PSC) arrancou aplausos ao dizer que “a verdade está do nosso lado”. Na foto, o vice Sidnei Telles discursa.

Blog

Armação ilimitada

Esmael Morais conta em seu blog sobre a possibilidade de Ricardo Barros não substituir Carlos Roberto Pupin caso este não reverta no TSE a cassação do registro de candidatura. Segundo ele, isso possibilitaria uma vitória do PT no primeiro turno, o que seria compensado com Silvio Barros II (PP) como vice de Gleisi Hoffmann (PT) na disputa pelo Palácio do Iguaçu, em 2014, e o irmão mais novo v0ltando a disputar a Câmara Federal.
A tese até poderia empolgar alguém – não fosse a tal Lei da Ficha Limpa no meio do caminho. Por conta dela, os fratelli estarão alguns anos fora da disputa por cargos eletivos.

Brasil

Bela fadiga

De Claudio Humberto:
Close da TV na ministra bonitona Gleisi Hoffmann (Casa Civil), durante o evento de ontem no Palácio do Planalto, desvendou o drama de quem é braço direito de Dilma: sua expressão denuncia extrema fadiga.

Brasil

Presença incômoda

Do Brasil Confidencial, da IstoÉ:
Ex-tesoureira de Furnas, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, não gostou da nomeação de Amauri Escudero como assessor do governo do Paraná em Brasília. Assessor de Beto Richa (PSDB), ele é conhecido por vazar denúncias de Itaipu.