gravação telefônica

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Denúncia-crime: STF pede informações

O ministro Dias Toffoli, do STF, determinou intimação ao Ministério Público do Paraná, na pessoa do procurador-geral de Justiça, para dar andamento à reclamação do ex-deputado Ricardo Barros (PP), flagrado em conversas telefônicas e alvo de denúncia-crime no Tribunal de Justiça do Paraná. No final de maio, Barros recorreu ao STF pois não obteve do TJ-PR todas as provas que integram a denúncia, especialmente a íntegra da quebra do sigilo telefônico; ele ingressou contra o juízo de Direito da 2ª Vara Criminal de Maringá . Barros teria sido flagrado conversando com Leopoldo Floriano Fiewski, secretário de Gestão e de Fazenda do prefeito licenciado Silvio Barros II e do prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin, discutindo direcionamento de licitações na Prefeitura de Maringá. Antes de decidir sobre o pedido de liminar de Barros, o ministro solicitou informações ao juiz Devanir Manchini, no final de maio, e, agora, ao MPE.

Escândalo em Maringá

Gravações telefônicas originaram denúncia

A denúncia-crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa foi feita a partir de provas produzidas em quebra de sigilo telefônico, juntadas nos autos daquela ação penal do Gaeco que apurou irregularidades na Secretaria Municipal de Serviços Públicos de Maringá, em ajuizada em outubro do ano passado, conhecida como Operação Quebra Galho. A ação original é contra o ex-secretário de Serviços Públicos de Maringá, Vagner Mússio (esta, parcialmente trancada), Claudemir Celestino, Francisco Danir Polidoro, Joaquim Carlos Negri (ex-assessor de Ricardo Barros), José Alberto Mendonça e Lucimar Pereira da Silva.