ilegitimidade

Akino

Legitimidade ou ilegitimidade?

Os partidários de Pupin se apegam a uma possível legitimidade das urnas para classicarem de tapetão uma provável acessão de e Enio ao cargo de prefeito. Mas que legitimidade tem alguém que concorre contrariando a lei? Quantos votos Pupin ganhou por ter substituindo, naquela licença mandraque, armada por Ricardo Barros, para ele ficassem 100 dias no cargo de prefeito? Por que será que a lei veda a substituição neste período, que os ministros do TSE chamam de crítico? Óbvio que é para dar igualdade entre os concorrentes, evitando ao máximo o uso da máquina pública. Continue lendo ›