jovens na política

Akino

Jovens na política

O que é ser jovem? Na política diz-se que Aécio é jovem, e realmente é. Humberto Henrique como candidato a deputado estadual é jovem, e tem 50 anos. Ulisses Maia com 45 anos seria velho? Claro que não, só todos jovens. São jovens mas com experiência suficiente, profissional e politicamente, para serem bons representantes do povo.
Já o caso de determinados candidatos (as) é de imaturidade. Por exemplo, alguém com 22 anos de idade, que nunca trabalhou profissionalmente, nem exerceu qualquer cargo público, não tem bagagem, amadurecimento, para ser deputado. É um típico caso de profissionalismo na política, busca de emprego, perpetuação de família no poder. Acho um absurdo que pessoas com o mínimo de inteligência não vejam isso e defendam com a necessidade de termos jovens na política. Óbvio que precisamos de jovens na política, mas não exercendo cargos para os quais não estão preparados. Não há lugar para estagiários nesta área.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Também defendo jovens na política

O jornalista Cézar Lima, a quem respeito bastante, fez comentário a propósito da discussão em torno da inexperiência da candidata Maria Victória para ser deputada estadual, assim resumido: “Creio que está havendo muita hostilização a essa candidata. É jovem sim, mas se preparou para a disputa, sem contar que tem parentes políticos (pai, mãe, tios). Eu voto em candidatos do meu partido o PRB, mas não hostilizo nenhum jovem político.”
Meu comentário (Akino): Também defendo os jovens da política. Jovens como Humberto Henrique, Ulisses Maia, Mário Verri, Quinteiro e outros. Ou você não acha, caro Cézar, que pessoas nas faixa dos 40 até os 55, ou um pouco mais sejam jovens? O que contesto é a inexperiência para ser deputado. Humberto Henrique, por exemplo, é um jovem político no terceiro mandato como vereador. O próprio Evandro Junior, que poderia ser citado, começou como vereador, fez estágio com de dois anos da Câmara de Maringá para só depois disputar o cargo de deputado. De minha parte não há qualquer hostilização à candidata, apenas emito opinião de que ela não tem a experiência necessária para o cargo.
PS: Preparar-se para a disputa é um coisa. Preparar para o exercício do mandato é outra coisa diferente e só a experiência do trabalho e outros cargos menores dá esta preparação.
Akino Maringá, colaborador