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Akino

Não pode servir a Deus e Mamon

Sem querer dar uma de Cido do Gabinete, que é especialista na área, cito esta passagem evangélica para analisar a situação de alguns vereadores ditos religiosos. Haveria ministros da eucaristia, pregadores, pastores entre vereadores católicos e evangélicos da câmara de Maringá. Teoricamente eles servem a Deus, embora possamos considerar que todos os vereadores deveriam ser servidores de Deus, no atendimento das necessidades materiais, dependentes do serviço público, de seus filhos, que pagam o ‘dízimo dos impostos’. Mas o que acontece é que a maioria também serve a Mamon (dinheiro), que aqui pode ser representado pelo chefão, o dono da cidade, RB. Isto não, Tenente Edson, Luciano Brito, só para citar dois. São palavras de Jesus, e os senhores precisam optar. Este caso da privatização da coleta e destinação do lixo é um oportunidade de demonstrarem a quem estão servindo. Não podemos esquecer da privatização do EstaR, que outro vereador, licenciado, o Capitão e o prefeito de direito falaram que pretende fazer. São dois negócios de interesses privados, disfarçados de público. E não venham citar outra passagem: ‘A César o que é de César’, que não se enquadra.
Akino Maringá, colaborador