manipulação

Política

Caso Pupin, a manipulação

O colaborador Akino Maringá, que tem se debruçado sobre o caso Pupin desde seu início, parece ter descoberto o que e como ocorreu a manipulação que levou três ministros do TSE a votarem contra a decisão unânime do TRE do Paraná, que em agosto do ano passado, por unanimidade, negou a candidatura a Carlos Roberto Pupin. Tudo indica que ele acertou. Se dessa os autores do recurso eleitoral – o PT maringaense – não tomarem providências, confirmar-se-á a existência de um grande acordo. A postagem será publicada às 11h.

Eleições 2012

Como manipular pesquisas eleitorais

Este vídeo, gravado numa cidade da região, mostra funcionários de um instituto de pesquisa detalhando como se manipulam pesquisas de intenção de votos, contratadas por candidatos e divulgadas em campanhas eleitorais, que inclui a veiculação através da entrega de jornais; à Justiça Eleitoral, no entanto, é declarado que o contratante é o próprio jornal, que tem o mesmo nome do instituto. As manobras de manipulação vão desde a distribuição dos pesquisadores em setores que possuem mais eleitores de um determinado candidato até o aumento do número de amostagens para se chegar ao resultado que o contratante deseja obter. Como eles informam na gravação, o instituto é o Evidência Comunicação Ltda., de Maringá, que por sinal na última terça-feira registrou mais um pedido de realização de pesquisas junto à Justiça Eleitoral local.  “Política é assim, você sabe a realidade, mas a população não sabe”, diz a certa altura uma das funcionárias, que diz trabalhar há 10 anos no ramo.

Blog

Maldade pura

Áulicos dos Barros na imprensa local destacam que a “guerra santa” é entre “a Igreja Católica e a prefeitura”. Pura manipulação de palavras, para confundir a cabeça do maringaense e achar que foi dom Anuar Battisti quem cuspiu primeiro no chão. Foi o prefeito Silvio Barros II, ex-católico que hoje é praticamente um fundamentalista, quem, com o auxílio da matriarca da família, deu início à vergonhosa “guerra santa”, com o silêncio do vice e dos assessores, em recente reunião no Codem. E, os que acompanham a vida da cidade sabem, não foi a primeira vez que o chefete mostrou ter ressentimentos com a Igreja Católica, o que extravasa no exercício de um mandato político, usando da condição de prefeito para atacar e perseguir. Vergonha, vergonha.