maria victoria

Política

Exonerações

A deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (PP) terminou o ano demitindo três assessores de seu gabinete na Assembleia Legislativa do Paraná.
Foram exonerados, em dezembro passado, Marcelo Alves do Nascimento, Raphael Keiji Assahida e Iraci Marques da Silva.

Blog

Uma cidade cada vez melhor

Saint Helena

Enquanto muitos maringaenses tomavam sol na cabeça enfrentando filas para pegar água para tomar banho, funcionários da Prefeitura de Maringá trabalhavam para deixar nos trinques a esquina da avenida Euclides da Cunha com rua Vitório Balani, para liberar a fachada da Escola Saint Helena Bilingue Education, que em breve estará funcionando no local, como o blog havia noticiado pela manhã.
Máquinas, veículos e pessoal da Secretaria Municipal de Serviços Públicos foram mobilizados neste sábado para a tarefa.Continue lendo ›

Política

Ganharam o mandato e são ausentes

Maria Victória

De Claudio Osti:

Os fidalgos (filhos de algo ou de alguém) elegeram-se pelos pais políticos em Maringá, Cambé, Curitiba e Cascavel. O resultado o Verdelírio Barbosa – de Maringá – conta sobre os deputados estaduais filhos da ausência paternal, que deveriam puxar as orelhas dos garotinhos e da garotinha: “Os campeões em ausências foram pela ordem: Tiago Amaral, Maria Victória, Pedro Lupion, André Bueno e Luiz Carlos Martins.”

Akino

Palavras de uma deputada estadual

Li no Hoje notícias, na Coluna do Fabretti, mensagens de fim de ano de alguns deputados, dentre eles Maria Victória, que assim se expressou: ‘Sempre ouvi em casa que um mandato seria a melhor pós graduação do mundo. O ano de 2015 foi um ano de muito aprendizado muito produtivo. Sancionamos quatro leis e agora vamos buscar meios para colocá-las em pratica. Ações como a Semana Maria das Penhas nas Escolas, a Frente Parlamentar em defesa da cadeia produtiva da reciclagem e a Nova Política de tratamento de doenças raras são grandes conquistas alcançadas em favor da população paraense.’ (sic)
Meu comentário (Akino): Caríssima deputada, esta talvez seja a pós-graduação mais cara do mundo. Quanto custou o seu mandato no primeiro ano? Continue lendo ›

Akino

Caríssima deputada Maria Victória…

… e o caríssima, repito, é pelo custo benefício da atuação de V. Excia, como parlamentar. Permita-se reproduzir alguns trechos do artigo assinado pela senhorita, publicada no blog do Esmael: ‘Sou suspeita em falar sobre esse assunto, já que a proposta do corte no programa assistencialista Bolsa Família no orçamento do Governo Federal para o ano de 2016 é do deputado federal Ricardo Barros, meu pai. Mas sinto que devo emitir minha opinião: É triste ver o Governo Federal dando o peixe, ao invés de ensinar a pescar, ainda mais para mim, totalmente favorável ao investimento em educação a longo prazo no Brasil, acreditando ser a única salvação para o futuro de uma geração mais preparada e digna de ser brasileira.’
Meu comentário (Akino): O que acha do que seu pai faz na prefeitura de Maringá, com nomeação de pelo menos 200 CCs absolutamente desnecessários, que não fazem nada? Isto não é dar o peixe? Continue lendo ›

Opinião

Um ‘texto raso, sem conteúdo’

marcia fruet

Da primeira-dama de Curitiba, Márcia Fruet (foto), presidente da Fundação de Ação Social de Curitiba, rebatendo artigo “escrito” pela deputada estadual Maria Victória (PP), na qual apoia o pai e dono de Maringá, Ricardo Barros (PP), no corte do Bolsa Família (afinal, ensinaram ela a pescar na Suíça):

“Escrevi um textão, na esperança de que essa moça pudesse entender a importância da complementação condicionada de renda, da permanência das crianças na escola, da possibilidade de acesso aos programas de profissionalização, como o Pronatec, da dignidade de escolher o que comer e não aceitar, sem opção, uma cesta básica. Mas, depois deste texto raso, sem conteúdo, sem argumento, recheado de lugares-comuns, estou convencida de que seriam palavras jogadas ao vento. Ou seja: a indignação venceu minha esperança!”. Saiba mais.

Política

Vencimentos triplicados

Entre os servidores municipais da Câmara de Maringá comenta-se sobre a ótima troca feita por Tiago Valenciano Previatto Amaral, presidente do PP Jovem local. Assistente legislativo, em janeiro fará um ano que ele está à disposição da deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (PP).
Ao trocar a Divisão de Assistência Legislativa pelo gabinete da parlamentar, Tiago Valenciano deixou um salário de R$ 2.280,09 por um de R$ 6.807,01. E ainda sobra tempo para escrever sobre o Maringá Futebol Clube num site da capital.

Blog

No exterior

A deputada estadual Maria Victória (PP) fez mais uma viagem internacional neste novembro, consolidando-se como a parlamentar que mais foi ao exterior no primeiro ano de mandato.
Ela também se ausentou do país no último dia 2, dois dias antes de entregar o título de cidadania ao escritor Laurentino Gomes. O requerimento apresentado por ela pedindo autorização não informa o destino, só que foi sem ônus para o Legislativo.

Legislativo

‘Pare de criticar o governo federal publicamente’, pede deputada

Da deputada Maria Victória (PP), falando ao secretário da Fazebn, Mauro Ricardo:
– É frustrante, como o senhor bem colocou, que contribuímos com aproximadamente R$ 40 bilhões ao governo federal e só estamos recebendo 15 de volta. Então, aproveito este momento para fazer um apelo ao governo do estado como um todo, para que pare de criticar o governo federal publicamente, porque cabe aos ministros decidir onde vão investir. E se continuarmos criticando, esse dinheiro não vai voltar mesmo, e precisamos dele. Tem um potencial de endividamento de aproximadamente R$ 46 bilhões, através de operações de crédito, que podemos conseguir, e também precisamos, indiretamente, do governo federal para isso.

Política

Oblíquo

Pode soar deselegante, mas na Assembleia Legislativa a deputada estadual Maria Victória (PP) passou a ser chamada, entre seus colegas, de “Leitoa vesga”.

Geral

Assessor de Maria Victória diz que há ‘muita gente’ por trás da prisão de ex-secretário

O filho de Cido Polícia, presidente do Pros em Sarandi afastado esta semana do cargo de secretário municipal numa ação do Gaeco, reafirma em vídeo postado na internet que a prisão teve motivação política e que por trás dela “há muita gente”. Alisson Johnnathan Gusmão Antonio é assessor da deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (PP) na Assembleia Legislativa (R$ 3.312,55 mensais). Ele pede “uma corrente popular de pessoas indignadas com esta situação”.

Blog

Posição do partido

Sobre o lançamento da deputada estadual Maria Victória, há oito meses no cargo, como pré-candidata a prefeita de Curitiba, o deputado federal Nelson Meurer disse que essa é uma posição pessoal, e não do partido.
“O PP só vai decidir sobre eleição municipal em março do ano que vem”, comentou.

Política

Para curitibano ver

Homero Marchese

No meio político de Curitiba não tem ninguém levando a sério a pré-candidatura da deputada estadual Maria Victória (PP) à prefeitura da capital. Ela foi a 35ª candidata mais votada na cidade, fazendo 4.315 – menos da metade do que o pai todo poderoso tinha previsto – e contando com caros apoios. Se tivesse um maringaense que poderia pensar numa candidatura em Curitiba deveria Homero Marchese (foto/PV), 32º mais votado na capital, com 4.816 votos – e gastando quase nada.

Política

PP lança Maria Victória à Prefeitura de Curitiba

Maria Victória

A família de políticos está à toda. Em vídeo que parece propaganda eleitoral antecipada, a deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (PP) fala do lançamento de sua pré-candidatura a prefeita de Curitiba, ocorrida hoje quando assumiu a executiva do partido de Paulo Maluf na capital. O partido, por sinal, desfez-se dos dois vereadores que tinha na câmara curitibana, numa estratégia que nem todos sacaram ainda qual é. O vídeo está aqui.

Política

Ato falho

Acim

O convite para o lançamento do Reage Brasil (e o Reaja Maringá?) dizia para que o convidado aparecesse preferencialmente de preto, para caracterizar os objetivos da nova campanha da Acim. A deputada estadual Maria Victória (PP) apareceu de branco.
A propósito, na próxima segunda-feira ela assume a presidência do PP de Curitiba. O que significa que o PP está sem nomes na capital do estado.

Educação

Deputada critica governo pelo fechamento de colégio histórico

maria victóriaA deputada estadual Maria Victoria Borghetti Barros (PP) divulgou hoje que é contra o fechamento do Colégio Estadual Gerardo Braga, como quer o governo Beto Richa-Cida Borghetti. “A decisão contraria a lógica, pois o acesso e a estrutura do Gerardo são melhores em relação aos demais colégios estaduais da região”, criticou, anunciando que apresentou requerimento pedindo que a decisão seja revista. A parlamentar, que integra a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, antecipou-se a eventuais críticas que são esperadas na próxima segunda-feira, quando a comissão se reúne.
Agora só falta ela participar da passeata contra o governo, que sai amanhã às 9h do colégio em direção ao Núcleo Regional de Educação.

Akino

Qual o trabalho realizado pela deputada Maria Victória…

… e quanto custou aos contribuintes a manutenção de seu gabinete, assessores e os subsídios, nestes sete meses de mandato? Seria interessante uma prestação de contas, apresentando números de projetos, ações de fiscalização e qual o retorno do trabalho realizado pela jovem deputada. A estimativa é que o custo mensal seja da ordem de R$ 100 mil, um total de R$ 700 mil no mandato, até aqui. Mais uma pergunta: Qual o impacto negativo se sua vaga não tivesse sido preenchida, se simplesmente tivéssemos só 53 deputados? Continue lendo ›

Legislativo

Dois dias a mais

Ao contrário do que foi informado, quando ela requereu formalmente licença à Assembleia Legislativa do Paraná, a deputada check-in Maria Victória Borghetti Barros (PP) não ficará fora do Brasil de 8 a 15 deste mês. Em novo requerimento dirigido à direção da casa, ela pediu a retificação: a autorização para se ausentar do país foi de 6 a 15 de agosto, com viagem bancada com dinheiro do próprio bolso.
PS – O computador que conta viagens da família Barros deu tilt e não sabe mais quantas foram feitas ao exterior este ano pela tchurma.

Política

Mexendo na assessoria

Os deputados estaduais Maria Victoria Borghetti Barros (PP) e Evandro Junior (PSDB) aproveitaram o recesso para mexer na assessoria. No gabinete do parlamentar, Rosa de Cássia Ferreira foi nomeada no lugar de Thaís de Azevedo Sandoval, enquanto no da deputada saiu Rosana Knabben Perin Soria e entrou Carmen Elizabeth Faraco.
Faraco já foi assessora da mãe, a vice-governadora Cida Borghetti (Pros), quando esta era deputada federal. Também integrou, até recentemente, a assessoria da Vice-Governadoria, onde por sinal também foram nomeados assessores, em janeiro, David Antonio Baggio Batista, Jonas Peixoto de Oliveira, Rafael de Barros, Sionara Maria Diedrichs Nascimento e Vanda Luz Hauer, além de Audilene Rosa de Paula Dias Rocha e Walter José de Oliveira.

Política

Família da moda

Em matéria publicada hoje no jornal Metro, o jornalista Thiago Machado refere-se à deputada estadual eleita Maria Victória (PP) como sendo nascida em Curitiba. Na verdade, ela nasceu em Maringá e tem domicílio eleitoral em Curitiba. Na reportagem ela disse que vai representar 55 municípios e que se orgulha de ter feito a campanha sem “usar o sobrenome nem do meu pai, nem da minha mãe”. Todos os muitos carros de som que circularam pela região (e a campanha não foi franciscana), além de panfletos e todo material de campanha, enfatizavam justamente os nomes dos pais, visto a ausência de bagagem política.
A matéria aproveita para frisar que a mãe, erroneamente grafada Borguetti (é Borghetti), será somente vice e não assumirá nenhum outro cargo no governo.

Blog

Votando em Curitiba

Candidata a deputada estadual, Maria Victória (PP) seguiu de avião na manhã de hoje para Curitiba, onde tem domicílio eleitoral, para votar na seção 73 da Zona Eleitoral 178, no Colégio Positivo Junior (Mercês). Os pais, Ricardo e Cida, já estavam se acostumando ao cerimonial de vice-governador: a Chrysler Town Country 2008 chegou ao Colégio Marista dirigida por um soldado da Polícia Militar (a paisana) e com a coronel Audilene acompanhando a família.

Eleições 2014

Eleitora curitibana

TSE
Dos candidatos a deputado estadual e federal que se apresentam como sendo de Maringá, apenas Maria Victoria Borghetti Barros (PP) não tem domicílio eleitoral na cidade. Ela votará na seção 73 da Zona Eleitoral 178, no Colégio Positivo Junior, Mercês, em Curitiba. Seu tio mais famoso, Juliano Borghetti, votará no Colégio Positivo do Bigorrilho. A mãe e o pai votarão em Maringá.

Blog

Sem cinto

Uma das três candidatas da família Barros, a jovem Maria Victória (PP) tem sido criticada por ter postado um vídeo no Facebook em que aparece dentro de um automóvel em movimento, no banco do passageiro, sem o cinto de segurança. A se comparar com as outras infrações cometidas desde antes de a campanha começar, praticamente não é nada.

Blog

Li no blog do Tarso…

…uma análise sobre diversos candidatos a deputado estadual e chamou-me a atenção a publicação sobre Maria Victória Borghetti Barros: “Filha de Ricardo Barros (PP, ex-PFL), ex-deputado federal, e de Cida Borghetti (Pros, ex-PDS, ex-PFL, ex-PP), deputada federal e candidata à vice de Beto Richa. Vai votar na reeleição de Beto Richa (PSDB), o pior governador do Paraná de todos os tempos. Vai votar em Aécio Neves (PSDB) para presidente, o candidato que represente o atraso, o retorno à era neoliberal de FHC, que precarizou o Brasil, acabou com a economia e o nome da nação e não investiu no social, e que privatizou a Administração Pública de forma radical. Seu pai recebeu R$ 190 mil Galvão Engenharia/Queiroz Galvão Alimentos, investigadas na Operação Lava Jato da Polícia Federal (PF), um esquema de lavagem de dinheiro que teria desviado R$ 10 bilhões, e pelo menos sete das empresas investigadas na Operação Lava Jato doaram R$ 122,3 milhões a partidos e candidatos. Com certeza esse dinheiro está sendo gasto na campanha da filha também, pois em várias placas pela cidade está a foto dos dois”.
Meu comentário (Akino): Apenas reproduzi informações que podem ser conferidas aqui.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2014

PP repassa mais de R$ 1 milhão para pai e filha

Pai e filha, Ricardo Barros e Maria Victória receberam juntos, de acordo com a segunda prestação de contas feita à Justiça Eleitoral, doações para suas campanhas a deputado que passam de R$ 1 milhão 211 mil. A maior parte do dinheiro, R$ 1.080.000,00, veio do diretório nacional do PP, onde Barros é tesoureiro. Ele declarou receita de R$ 698.137,50 e despesas de R$ 468.984,54. Maria Victória, candidata a estadual dobrando com o pai, recebeu do diretório do PP R$ 500 mil de um total de R$ 513.300,00 declarados como doações; as despesas somaram R$ 152.744,27.

Eleições 2014

Segundona de campanha

Campanha em São Jorge do Ivaí
O secretário de Fazenda e Gestão de Maringá, José Luiz Bovo, homem forte de Ricardo Barros desde a gestão do irmão mais velho, não trabalhou no paço municipal na manhã desta segunda-feira. Ficou em São Jorge do Ivaí, onde foi prefeito e onde seu filho é o atual prefeito, para percorrer o comércio pedindo votos para RB e sua filha. Assim como ele, outros secretários da administração Pupin/Barros sentem-se à vontade para não dar expediente integral e dedicar tempo para a campanha do dono da cidade. Afinal, quem vai puxar orelhas ou descontar o dia?

Eleições 2014

Uma semana depois…

Propaganda irregular
“A lei pode até ser justa, mas aqueles que a executam parecem ser cegos. Até agora a placa da Maria Victória continua no prédio, Rigon. Mesmo denunciada a infração desde o começo da semana passada, para o TRE”, informa leitor. A irregularidade foi publicada aqui e o fato de nada ter sido feito só reforça a tese de que por aqui está tudo dominado.

Blog

Relações pais e filhos

O deputado estadual baiano Mário Silvio Mendes Negromonte Júnior (PP), candidato a deputado federal, gravou há algum tempo este vídeo em apoio a Maria Victória, que vota em Curitiba. Os pais dos dois são conhecidos e pertencem, assim como os filhos, ao mesmo PP – aquele que foi sedento ao pote da Petrobras junto com PT e PMDB. Mário Negromonte, pai do jovem parlamentar que pede pelos Barros, é ex-deputado, foi ministro das Cidades no governo petista, ajudou nos milhões do PAC Santa Felicidade e está entre os primeiros delatados pelo ex-diretor da Petrobras no megaesquema de corrupção que está sendo conhecido como mensalão 2.0.