Votação do barulho

Na semana passada, a maioria dos vereadores de Paranavaí votou pela aprovação das contas de 2008 do então prefeito Maurício Yamakawa, contra a orientação do Tribunal de Contas do Estado, pela rejeição. Continue lendo ›

Na semana passada, a maioria dos vereadores de Paranavaí votou pela aprovação das contas de 2008 do então prefeito Maurício Yamakawa, contra a orientação do Tribunal de Contas do Estado, pela rejeição. Continue lendo ›
Na última sexta-feira o blog Taturana divulgou que o ex-prefeito de Paranavaí, Maurício Yamakawa (PP), seu então secretário de Infraestrutura, Aparecido Vieira, empresários e funcionários públicos municipais prestaram depoimento ao juízo criminal daquela comarca. No 1º Ofício Cível de Paranavaí, o ex-prefeito e mais dez pessoas respondem ação civil pública movida pelo Ministério Público em que o juízo determinou hoje a indisponibilidade de bens dos réus, inclusive oficiando aos cartórios de registro de imóveis das comarcas de Paranavaí, Maringá, Loanda e Nova Londrina para averbação do ajuizamento da ação nas matrículas dos eventuais imóveis de propriedade deles, mas indeferiu o pedido feito pelo MP de busca e apreensão das máquinas de uma empresa (seria da área de terraplenagem), eis que não há um indício sequer de que os réus estariam tentando, de alguma forma, nos últimos meses ou dias, desviar ou desfazer-se de seu patrimônio. Nos dois casos, não há detalhes.
Diante da intervenção do diretório estadual no PSDB de Paranavaí, onde presidia a comissão diretiva, o ex-prefeito Maurício Yamakawa desfiliou-se do partido, pois desejava que sua esposa Toshie fosse a candidata a prefeita pelo PP; antes, ele havia garantido aos tucanos de Curitiba que seria candidato novamente. Como a manobra foi feita pelo capo Ricardo Barros, dizendo que o PSDB não teria candidato em Maringá, Londrina e também Paranavaí, houve o rechaço pelo presidente Valdir Rossoni, que apontou o também ex-prefeito Rubens Felippe como candidato.
Agora a novidade: Yamakawa desfiliou-se do PSDB e sua esposa foi ofertada por Barros como pré-candidata a vice de Rubens Felippe, pois o condottiere não viabilizou nem com o PT muito menos o voo solo pelo PP. Yamakawa deu sinais de que apoiará o PT, informa o Taturana.