michel temer

Política

Recuos e divergências

De Lilian Venturini:

Durou poucas horas a intenção do ministro da Saúde, Ricardo Barros, de “repactuar” o acesso universal à saúde. Após a repercussão negativa da proposta, tornada pública na manhã terça-feira (17), Barros reviu sua declaração no começo da tarde.
Em menos de cinco dias do governo interino de Michel Temer, foi a quarta vez que declarações ou decisões são retratadas ou expõem divergências internas entre o alto escalão. Continue lendo ›

Opinião

Mais ação e menos trapalhadas

De Ricardo Noblat, no site do jornal O Globo:

Com menos de 100 horas no Ministério da Saúde, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) pisou feio na bola pelo menos duas vezes.
A primeira ao conceder uma entrevista afirmando que o tamanho do Sistema Único de Saúde (SUS) deveria ser reduzido no futuro dado à falta de dinheiro. A segunda ao falar sobre a legalização do aborto.Continue lendo ›

Política

Bolsa Família, uma dúvida

elpaís

Reportagem publicada ontem no jornal espanhol El País coloca em dúvida a permanência do programa Bolsa Família se Michel Temer permanece como presidente da República.
“O programa chegou num momento muito difícil da minha vida, quando eu não tinha um real para comprar pão”, diz uma paulista mãe de três filhas, beneficiária desde 2003.Continue lendo ›

Política

Os escombros

De Merval Pereira, hoje em O Globo, analisando o ministério Temer:

Ainda há tempo para rever certos atos, mas a distribuição de ministérios para partidos já está demonstrando a precariedade da solução.
O novo ministro da Saúde Ricardo Barros, que substituiu a primeira escolha do médico Raul Cutait por que seu partido, o PP, não aceitou uma designação técnica, já deu declarações no mínimo polêmicas.Continue lendo ›

Política

Pouca firmeza

Do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), em entrevista ao Jornal do Commercio:

– Primeiro eu quero lhe dizer que eu não escolhi Temer. Quem escolheu foi Dilma. Duas vezes. (…) Eu confesso que depois das entrevistas dos ministros do Planejamento, da Casa Civil e da Fazenda, eu fiquei preocupado. Eu não senti como se já tivessem um rumo a ser seguido. Eu vi o ministro da Fazenda dizer inclusive que não tinha números ainda. Esses números estão no Fundo Monetário, estão nos computadores. A Dilma manipulava os números. Ela pegava um número e dizia outro. Mas lá dentro está tudo guardado. Eu senti pouca firmeza nas entrevistas dos ministros.

Política

Empresas da Lava Jato doaram a 12 ministros de Temer

Dinheiro de empresas envolvidas no esquema revelado pela Operação Lava Jato irrigou as campanhas de 12 dos 13 ministros nomeados pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), que se candidataram a algum cargo eletivo em 2014. Entre eles, a do maringaense Ricardo Barros (PP).
Os recursos foram repassados de forma legal e declarados à Justiça Eleitoral, de acordo com levantamento da Agência Estado.Continue lendo ›

Opinião

Negociação fisiológica

Trecho do editorial “A direção de Temer”, da Folha de S. Paulo desta sexta-feira:

À exceção de um ou outro nome de peso, o peemedebista se valeu do mesmo loteamento de cargos que a sociedade tanto criticava na gestão petista. Áreas sensíveis para a população, como educação e saúde, foram usadas como moeda nas negociações fisiológicas.

Blog

O time do Temer

Temer fb

Os ministros de Michel Temer fazem sucesso na internet, como se vê acima. Sem contar a piadinha do dia, segundo leitor: “Tô indo no Prever fazer um plano. Perdi as esperanças. Agora quem cuida da minha saúde é Ricardo Barros, um engenheiro”.

Política

Médico de Lula ajudou Ricardo Barros a se tornar ministro

roberto kalil

O cardiologista Roberto Kalil, médico de confiança da família Lula, foi fundamental para que o deputado federal maringaense Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, apesar de ser engenheiro se tornasse ministro da Saúde.
Foi ele quem articulou a reunião de Barros com um grupo de médicos de São Paulo, para dar sugestões e referendar seu nome junto ao partido e ao presidente em exercício, Michel Temer (PMDB).Continue lendo ›

Política

Cena brasiliense

Barros-Temer

Observa o leitor: faltaram na foto o Severino Cavalcanti, Lula, Dilma, Eduardo Cunha e Waldir Maranhão. Aliás, ao fundo é Rodrigo Janot, que investiga Ricardo Barros no caso do direcionamento da licitação da publicidade de Silvio Barros II (PP)?

Opinião

Ponta firme ou apunhalador?

Temer

De Homero Marchese:

Um jornal internacional chamou Temer de “gótico”. A definição é precisa e faz jus à aparência física e, por que não, moral do novo presidente.
Temer é o articulador que prefere a sombra, de onde sai para o sol apenas quando tem certeza da vitória. Companheiro ponta firme ou apunhalador sorrateiro? Continue lendo ›

Política

Padrão Michel Temer

D’O Antagonista, sobre os colegas de ministério de Ricardo Barros:

Dyogo Oliveira, investigado na Operação Zelotes, vai trocar a Fazenda pelo Planejamento, sob comando de Romero Jucá, investigado na Lava Jato. Serão dois investigados num ministério só.

Política

Militantes pró-SUS se revoltam com escolha de Temer

De Andreza Matais, ontem, n’O Estadão:

Militantes da saúde pública estão incomodados com a possibilidade de o deputado Ricardo Barro (PP-PR) ser o ministro da Saúde num eventual governo Michel Temer. Dizem que Barros não tem vinculação com a área e que sua nomeação serviria apenas para atender aos interesses do PP. Esses grupos que têm o SUS como causa estudam, inclusive, divulgar nota contra a escolha de Temer. O PP tem se esforçado para mostrar a Temer que o nome do ministro é bem aceito na classe médica.

Opinião

Temer não entendeu nada

De Homero Marchese:

Quando se revelou que o PP votaria pelo impeachment de Dilma, perguntei aqui: “quem aposta que o PP participará do governo Temer?”. Depois de estar ao lado de Lula e Dilma por anos a fio, comandar o esquema do Petrolão ao lado do PT e o PMDB, e de mostrar-se o mais indiferente possível enquanto o país ia às ruas nas maiores manifestações populares de nossa história, o PP desembarcava do governo a uma semana do impeachment. No dia do aniversário de Maringá, a notícia de que Ricardo Barros será ministro da Saúde é (mais) uma prova de que Temer não entendeu nada… Quando tempo durará seu governo?

Política

RB mais perto da Saúde

De Sonia Racy, n´O Estado de S. Paulo:

Reunião de um grupo de médicos na tarde deste domingo, em São Paulo, concluiu com a indicação, que já contaria com o OK de Michel Temer, do deputado Ricardo Barros, do PP do Paraná, para um futuro Ministério da Saúde.
Barros, engenheiro civil por profissão, é vice-presidente do partido e casado com Cida Borghetti, vice do governador do Paraná, o tucano Beto Richa. Continue lendo ›

Política

A nova dele

O deputado federal Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, agora gostaria de ser ministro da Agricultura no governo Michel Temer. Pelo menos é o que tem espalhado em Curitiba.
O cargo, porém, teria sido garantido ao PRB, braço partidário da Igreja Universal do Reino de Deus, que apadrinharia o ex-ministro Roberto Rodrigues. RB, como sempre, quer muito.

Verdelírio

Torcida maringaense

roberto rodrigues

Um dos nomes mais cotados para assumir o Ministério da Agricultura no possível governo Michel Temer é Roberto Rodrigues (foto). Ele tem a torcida de Ágide Meneguette, Luiz Lourenço, do Tranin, do Rogério Reco, Luiz Carlos Rizzo, Maria Iraclézia de Araújo e outros maringaenses ligados ao setor.Continue lendo ›

Política

O ministro do Paraná

Comissão especial da PEC das Demarcações de Terras Indígenas

O deputado Osmar Serraglio (PMDB) é cotado para ministro de um eventual governo Michel Temer, informa Leandro Mazzini.
Não é Serraglio quem diz, ele nem toca no assunto. São expoentes do PMDB nacional e paranaenses. Serraglio diz que Temer herdará um “abacaxi” e o futuro presidente terá que ser “técnico e pouco centralizador”.

Política

Leitão vesgo na parada

247

Segundo o site Brasil 247, ligado ao PT, o deputado federal Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, poderá ser ministro da Saúde num eventual governo Michel Temer (PMDB).
O site conta que. depois de convidar Henrique Meirelles para a Fazenda e o senador José Serra (PSDB-SP) para a Educação, ele ofereceu ao Partido Progressista dois ministérios.Continue lendo ›

Política

Temer levanta dados sobre servidores terceirizados do PT

Nedson Micheleti

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) já encomendou um estudo minucioso para saber a dimensão do batalhão de servidores apadrinhados em Brasília e nos Estados (principalmente do PT) e os gastos com aluguel de veículos e imóveis. A informação é de Leandro Mazzini.
Diante da notícia, leitor pergunta se o ex-prefeito Nedson Micheleti (foto) volta da CEF Brasília para Londrina ou permanecerá cedido pela Caixa ao gabinete do deputado federal maringaense Enio Verri?