O mensageiro

O deputado federal Luiz Nishimori, do PR de Maringá, que está no Japão liderando importante missão, levou uma mensagem especial do presidente interino do Brasil, Michel Temer, para o imperador do Japão.Continue lendo ›

O deputado federal Luiz Nishimori, do PR de Maringá, que está no Japão liderando importante missão, levou uma mensagem especial do presidente interino do Brasil, Michel Temer, para o imperador do Japão.Continue lendo ›
De Lilian Venturini:
Durou poucas horas a intenção do ministro da Saúde, Ricardo Barros, de “repactuar” o acesso universal à saúde. Após a repercussão negativa da proposta, tornada pública na manhã terça-feira (17), Barros reviu sua declaração no começo da tarde.
Em menos de cinco dias do governo interino de Michel Temer, foi a quarta vez que declarações ou decisões são retratadas ou expõem divergências internas entre o alto escalão. Continue lendo ›
De Ricardo Noblat, no site do jornal O Globo:
Com menos de 100 horas no Ministério da Saúde, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) pisou feio na bola pelo menos duas vezes.
A primeira ao conceder uma entrevista afirmando que o tamanho do Sistema Único de Saúde (SUS) deveria ser reduzido no futuro dado à falta de dinheiro. A segunda ao falar sobre a legalização do aborto.Continue lendo ›

A mais nova dor de cabeça do presidente interino Michel Temer (PMDB) chama-se Ricardo Barros e sua boca destaramelada.
Baseado no que ele disse à Folha de S. Paulo, o site da BBC fez uma matéria com o seguinte título: “Fim do SUS? A ameaça de corte no gasto obrigatório com saúde”. Isso sem contar os pró-PT, como Paulo Henrique Amorim, que escreveu: “SUS vai acabar. Danem-se os pobres!”.Continue lendo ›

De Duke, no jornal O Tempo, de Belo Horizonte (MG).

Reportagem publicada ontem no jornal espanhol El País coloca em dúvida a permanência do programa Bolsa Família se Michel Temer permanece como presidente da República.
“O programa chegou num momento muito difícil da minha vida, quando eu não tinha um real para comprar pão”, diz uma paulista mãe de três filhas, beneficiária desde 2003.Continue lendo ›

De Benett, na Gazeta do Povo, de Curitiba.
De Merval Pereira, hoje em O Globo, analisando o ministério Temer:
Ainda há tempo para rever certos atos, mas a distribuição de ministérios para partidos já está demonstrando a precariedade da solução.
O novo ministro da Saúde Ricardo Barros, que substituiu a primeira escolha do médico Raul Cutait por que seu partido, o PP, não aceitou uma designação técnica, já deu declarações no mínimo polêmicas.Continue lendo ›
Do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), em entrevista ao Jornal do Commercio:
– Primeiro eu quero lhe dizer que eu não escolhi Temer. Quem escolheu foi Dilma. Duas vezes. (…) Eu confesso que depois das entrevistas dos ministros do Planejamento, da Casa Civil e da Fazenda, eu fiquei preocupado. Eu não senti como se já tivessem um rumo a ser seguido. Eu vi o ministro da Fazenda dizer inclusive que não tinha números ainda. Esses números estão no Fundo Monetário, estão nos computadores. A Dilma manipulava os números. Ela pegava um número e dizia outro. Mas lá dentro está tudo guardado. Eu senti pouca firmeza nas entrevistas dos ministros.
Dinheiro de empresas envolvidas no esquema revelado pela Operação Lava Jato irrigou as campanhas de 12 dos 13 ministros nomeados pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), que se candidataram a algum cargo eletivo em 2014. Entre eles, a do maringaense Ricardo Barros (PP).
Os recursos foram repassados de forma legal e declarados à Justiça Eleitoral, de acordo com levantamento da Agência Estado.Continue lendo ›

De J. Bosco em O Liberal, de Belém (PA).
Trecho do editorial “A direção de Temer”, da Folha de S. Paulo desta sexta-feira:
À exceção de um ou outro nome de peso, o peemedebista se valeu do mesmo loteamento de cargos que a sociedade tanto criticava na gestão petista. Áreas sensíveis para a população, como educação e saúde, foram usadas como moeda nas negociações fisiológicas.

O cardiologista Roberto Kalil, médico de confiança da família Lula, foi fundamental para que o deputado federal maringaense Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, apesar de ser engenheiro se tornasse ministro da Saúde.
Foi ele quem articulou a reunião de Barros com um grupo de médicos de São Paulo, para dar sugestões e referendar seu nome junto ao partido e ao presidente em exercício, Michel Temer (PMDB).Continue lendo ›

De Amarildo, no jornal A Gazeta, de Vitória (ES).

De Homero Marchese:
Um jornal internacional chamou Temer de “gótico”. A definição é precisa e faz jus à aparência física e, por que não, moral do novo presidente.
Temer é o articulador que prefere a sombra, de onde sai para o sol apenas quando tem certeza da vitória. Companheiro ponta firme ou apunhalador sorrateiro? Continue lendo ›
D’O Antagonista, sobre os colegas de ministério de Ricardo Barros:
Dyogo Oliveira, investigado na Operação Zelotes, vai trocar a Fazenda pelo Planejamento, sob comando de Romero Jucá, investigado na Lava Jato. Serão dois investigados num ministério só.
De Andreza Matais, ontem, n’O Estadão:
Militantes da saúde pública estão incomodados com a possibilidade de o deputado Ricardo Barro (PP-PR) ser o ministro da Saúde num eventual governo Michel Temer. Dizem que Barros não tem vinculação com a área e que sua nomeação serviria apenas para atender aos interesses do PP. Esses grupos que têm o SUS como causa estudam, inclusive, divulgar nota contra a escolha de Temer. O PP tem se esforçado para mostrar a Temer que o nome do ministro é bem aceito na classe médica.
De Homero Marchese:
Quando se revelou que o PP votaria pelo impeachment de Dilma, perguntei aqui: “quem aposta que o PP participará do governo Temer?”. Depois de estar ao lado de Lula e Dilma por anos a fio, comandar o esquema do Petrolão ao lado do PT e o PMDB, e de mostrar-se o mais indiferente possível enquanto o país ia às ruas nas maiores manifestações populares de nossa história, o PP desembarcava do governo a uma semana do impeachment. No dia do aniversário de Maringá, a notícia de que Ricardo Barros será ministro da Saúde é (mais) uma prova de que Temer não entendeu nada… Quando tempo durará seu governo?
De Sonia Racy, n´O Estado de S. Paulo:
Reunião de um grupo de médicos na tarde deste domingo, em São Paulo, concluiu com a indicação, que já contaria com o OK de Michel Temer, do deputado Ricardo Barros, do PP do Paraná, para um futuro Ministério da Saúde.
Barros, engenheiro civil por profissão, é vice-presidente do partido e casado com Cida Borghetti, vice do governador do Paraná, o tucano Beto Richa. Continue lendo ›

Jean Galvão, na Folha de S. Paulo.
O deputado federal Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, agora gostaria de ser ministro da Agricultura no governo Michel Temer. Pelo menos é o que tem espalhado em Curitiba.
O cargo, porém, teria sido garantido ao PRB, braço partidário da Igreja Universal do Reino de Deus, que apadrinharia o ex-ministro Roberto Rodrigues. RB, como sempre, quer muito.

De Benett, na Folha de S. Paulo.

Um dos nomes mais cotados para assumir o Ministério da Agricultura no possível governo Michel Temer é Roberto Rodrigues (foto). Ele tem a torcida de Ágide Meneguette, Luiz Lourenço, do Tranin, do Rogério Reco, Luiz Carlos Rizzo, Maria Iraclézia de Araújo e outros maringaenses ligados ao setor.Continue lendo ›

De Laerte, na Folha de S. Paulo desta terça-feira.

O deputado Osmar Serraglio (PMDB) é cotado para ministro de um eventual governo Michel Temer, informa Leandro Mazzini.
Não é Serraglio quem diz, ele nem toca no assunto. São expoentes do PMDB nacional e paranaenses. Serraglio diz que Temer herdará um “abacaxi” e o futuro presidente terá que ser “técnico e pouco centralizador”.

Segundo o site Brasil 247, ligado ao PT, o deputado federal Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, poderá ser ministro da Saúde num eventual governo Michel Temer (PMDB).
O site conta que. depois de convidar Henrique Meirelles para a Fazenda e o senador José Serra (PSDB-SP) para a Educação, ele ofereceu ao Partido Progressista dois ministérios.Continue lendo ›

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) já encomendou um estudo minucioso para saber a dimensão do batalhão de servidores apadrinhados em Brasília e nos Estados (principalmente do PT) e os gastos com aluguel de veículos e imóveis. A informação é de Leandro Mazzini.
Diante da notícia, leitor pergunta se o ex-prefeito Nedson Micheleti (foto) volta da CEF Brasília para Londrina ou permanecerá cedido pela Caixa ao gabinete do deputado federal maringaense Enio Verri?

De Leandro Mazzini, na Coluna Esplanada:
Que não se iluda o leitor com eventual novo Governo.
Os partidos (PP, PR, PTB, PSD, PSB etc) que ajudaram o PT a afundar o País nos últimos anos se debandaram para o lado de Michel Temer.Continue lendo ›