ministério da saúde

Política

Crítico de Temer, colaborador do Tecpar é nomeado na Saúde

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Rodrigo Gomes Marques Silvestre, assessor da Presidência no Instituto de Tecnologia do Paraná, foi nomeado na última quinta-feira diretor do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde, da Secretária de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.
O presidente do Tecpar, Julio Cesar Félix, disse que Silvestre, no órgão desde 2013, vai “ajudar o Paraná e o Brasil no desenvolvimento de novos medicamentos para tornar o SUS mais sustentável”. Continue lendo ›

Política

Críticas de todos os lados

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O médico Fabio Mesquita, que trabalhou por 6 anos na Organização Mundial de Saúde e que recentemente deixou o comando do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, escreveu um artigo em que denuncia que o ministro Ricardo Barros e o secretário-executivo, Antonio Carlos Nardi, estão promovendo um desmonte em precedentes do sistema público de saúde.
“Nardi e Ricardo Barros tratam hoje o Ministério da Saúde como se fosse um empreendimento familiar de Maringá”, escreveu (leia aqui).Continue lendo ›

Blog

Voleibol na Saúde

O ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), nomeou hoje seu chefe de gabinete. Trata-se do paraibano Paulo Roberto Vanderlei Rebello Filho, que já trabalhou como assessores nos ministérios das Cidades e da Integração Nacional, além de ser conselheiro do Conselho Nacional de Trânsito.
Ele também é membro do Tribunal de Justiça Desportivo da Federação Paraibana de Voleibol, o que deve ter pesado na nomeação. Continue lendo ›

Política

Ricardo Barros recua para evitar ‘guerra’ com secretários

Mandetta

Uma mobilização de agentes comunitários de Saúde e deputados da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal conseguiu garantir a suspensão das portarias 958 e 959/16, assinadas pelo ministro da Saúde Ricardo Barros (PP), na semana passada.
Os textos das portarias previam a retirada da obrigatoriedade da presença desses profissionais nas equipes multiprofissionais do Programa Saúde da Famíli de serviço de atenção básica. Pelas normas, os agentes comunitários de saúde poderiam ser substituídos por técnicos em enfermagem.Continue lendo ›

Geral

‘Não aceitaremos ministro financiado por planos de saúde’

Ocupação

Trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde, movimentos sociais e sindicais em defesa da saúde pública, universal, gratuita e de qualidade, ocupam desde a manhã de hoje o Ministério da Saúde no Rio de Janeiro.
Em nota, os trabalhadores afirmam o não reconhecimento de Ricardo Barros como ministro da Saúde, alegando que ele recebeu R$ 100 mil de empresas de planos de saúde em sua campanha para deputado federal. Regionais do MS em Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC) seguem ocupadas. (Foto: Mídia Ninja)

Política

A última do ministro

CNS

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, demitiu a assessora técnica da Secretaria do Conselho Nacional de Saúde, quebrando uma tradição de pelo menos 20 anos, tempo ao longo do qual o CNS vem mantendo a independência e autonomia diante do governo, em nome dos princípios do sistema público de saúde: universalidade, integralidade e equidade e participação popular.Continue lendo ›

Saúde

Ocupado núcleo estadual do Ministério da Saúde em SC

Ocupação

Depois das regionais de Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG), nesta segunda-feira o núcleo estadual do Ministério da Saúde em Florianópolis (SC) foi ocupada por trabalhadores da saúde. É mais uma etapa do protesto contra a política de desmonte do sistema único de saúde do governo do presidente interino Michel Temer, que hoje implicou na exoneração de auditores do MS.

Política

Desmonte do controle

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O ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), cumpre à risca ordens do governo Michel Temer (ele é o que o chefe mandar ser, fez questão de dizer).
Nesta segunda-feira ele exonerou todos os chefes do Serviço de Auditoria do Ministério da Saúde (Denasus) nos estados. É o desmonte dos órgãos de controle.

Política

Medo de novas baixas

Entardecer na Esplanada dos Ministérios

Reportagem de Maria Lima e Eduardo Bresciani em O Globo deste domingo revela que o medo de novas baixas no ministério assombra o governo do presidente interino Michel Temer, já que pelo menos cinco ministros são investigados no STF e outros dois são citados na Lava-Jato.
Um dele, o maringaense Ricardo Barros, ministro da Saúde, é investigado por fraude em licitações na prefeitura de Maringá.
O jornal não cita, mas há ainda o processo da Tenda dos Milagres, ação popular contra os descontos no IPTU de seu último ano de governo (1992), dado por vereadores da base aliada, que não tiveram amparo legal.

Política

Prefeito pede verba para saúde e ministro sugere que ele mande a conta aos promotores

Alceu Barbosa Velho

Se depender do Ministério da Saúde a prefeitura de Caxias do Sul não abrirá a Unidade de Pronto Atendimento Zona Norte. Desta forma o ministro Ricardo Barros (PP) se dirigiu ao prefeito Alceu Barbosa Velho (foto) durante reunião em Brasília que tratou da UPA. A informação é da Rede Sul.
Conforme o prefeito, além destas palavras, o ministro sugeriu, ainda, que o município enviasse a conta aos promotores que estão cobrando a abertura da unidade (referente ao apontamento do Ministério Público).Continue lendo ›

Saúde

Nardi é acusado de assédio moral, arrogância e desmandos

Trecho da carta do ex-diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita (foto), ao deixar o cargo, sobre o maringaense Antonio Carlos Nardi, hoje o segundo homem mais importante do órgão:

Já não era tarefa fácil suportar os desmandos de Nardi durante este último ano de minha gestão – pelo constante assédio moral dirigido aos trabalhadores do SUS; pela arrogância de, mesmo sem formação adequada, ou sensibilidade necessária, portar-se como se fora um profundo conhecedor de um campo tão vasto quanto a Vigilância em Saúde; e pela deselegância, no trabalho; de seu constante uso de gritos e xingamentos, por vezes destinados a funcionários de menor posição. Continue lendo ›

Política

Especialista em microcefalia também deixa a Saúde

Nardi-Claudio Maierovitch

Considerado um dos maiores especialistas brasileiros em microcefalia, Claudio Maierovitch Pessanha Henriques está deixando a Diretoria de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde. Ele é mais uma baixa provocada com a entrada do deputado federal Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, formado em Engenharia Civil.
Desde o ano passado Maierovitch tem se dedicado principalmente às informações sobre o zika vírus, que é transmitido pelo mosquito da dengue, o Aedes aegypti, apontado como causador do aumento do número de crianças com microcefalia no país.Continue lendo ›

Blog

Ministério da Saúde sofre desfalques no governo Temer

Giovanini Coelho

Um dos mais recentes desfalques do Ministério da Saúde, com a nomeação do deputado federal maringaense Ricardo Barros (PP), foi Giovanini Evelim Coelho (foto), que era desde 2002 coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue, do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde, vinculado ao Ministério da Saúde.
Roraimense, ele militava havia 25 anos na saúde pública e estava à frente do programa de combate à dengue desde sua criação, há 14 anos. Ele comandava profissionais das mais diversas formações, de médicos a entomologistas, voltados a evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti e, assim, impedir a proliferação do vírus da dengue nas temporadas quentes e chuvosas.Continue lendo ›

Blog

Em carta aberta, ex-diretor do Ministério da Saúde faz criticas a Ricardo Barros e Nardi

Fabio Mesquita

Na última quinta-feira o Ministério da Saúde, agora sob gestão dos maringaenses Ricardo Barros e Antonio Carlos Nardi, perdeu uma de suas referências, o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita (foto), que ocupou o cargo nos últimos três anos.
Os jornais fizeram referências superficiais à sua carta de demissão, não citaram as críticas aos maringaenses Ricardo Barros e Antonio Carlos Nardi. Ele faz entender que até agora, no cargo, Barros só se preocupou com política e dinheiro e diz que Nardi promove desmandos dentro do ministério. O blog publica a íntegra da carta:Continue lendo ›

Política

Sai a nomeação de Nardi

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Como se esperava, o dentista Antonio Carlos Nardi, ex-secretário de Saúde de Maringá, foi nomeado hoje secretário-executivo do Ministério da Saúde.
Assim, uma dupla de Maringá – Ricardo Barros, ministro, e Nardi, secretário-executivo – passa a comandar a saúde pública no Brasil. Ainda bem que estamos no paraíso e não há nenhuma denúncia envolvendo a saúde local no Ministério Público Estadual.Continue lendo ›

Política

Aguardando a nomeação

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O dentista Antonio Carlos Nardi deve ser nomeado nesta terça-feira secretário-executivo do Ministério da Saúde. Nardi foi secretário de Saúde de Floresta, Marialva e Maringá e ocupa há mais de um ano, por indicação do hoje ministro da Saúde Ricardo Barros, o cargo de secretário nacional de Vigilância em Saúde.
Na prática, Nardi é o ministro da Saúde do presidente interino Michel Temer, já que o titular encontra-se na Suíça.

Blog

Era tudo o que ele queria

Ricardo Barros

O deputado federal licenciado Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP e ministro da Saúde do presidente interino Michel Temer, voltou à Suíça, para onde foi diversas vezes durante os governos Lula e Dilma.
Hoje ele está em Genebra para a 69ª sessão da Assembleia Mundial da Saúde, evento coordenado pela Organização Mundial da Saúde. O evento vai até o próximo sábado e acontece no centro da cidade suíça.

Política

Nomeação na Saúde provoca briga entre o ministro e o PP

Da coluna Expresso, de Murilo Ramos:

Um dos principais cargos do ministério de Saúde virou motivo de briga entre o titular da Pasta, Ricardo Barros, e o seu partido, o PP.
A cúpula da legenda quer emplacar na secretaria-executiva do ministério o economista Carlos Vieira, que já ocupou função semelhante nos ministérios das Cidades e da Integração Nacional. Vieira é ligado ao líder do PP da bancada da Câmara, Aguinaldo Ribeiro.Continue lendo ›

Blog

Planos de saúde financiaram ministro Ricardo Barros

Do site da revista Brasileiros:

Crítico do SUS (Sistema Único de Saúde), o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR), tem um vínculo estreito com as operadoras de planos de saúde. Em 2014, ele recebeu uma doação de R$ 100 mil para sua campanha à reeleição de Elon Gomes de Almeida, presidente do Grupo Aliança, administradora de planos de saúde. Elon foi o maior doador individual de Barros na campanha, mas não foi o único. Barros também recebeu R$ 20 mil de outro plano de saúde, a Unimed de Maringá. Leia mais.

Política

2007, 2015 e 2016

CPMF

A postagem original é de fevereiro do ano passado, mas está bem atual e talvez sirva para entender por que Ricardo Barros foi para o Ministério da Saúde:

O deputado federal Ricardo Barros (PP) se prepara para repetir 2007, a pedido do presidente Lula, e vai para o campo de batalha, assim como os outros nove vice-líderes do governo Dilma Rousseff, para defender a volta da CPMF.
E fazer o que o governo manda é com ele mesmo. Há anos ele é conhecido como office-boy de luxo em Brasília, de FHC a Dilma.

Política

O temor de especialistas

Reportagem de Naiara Trindade no Correio Braziliense de hoje mostra crítica de especialistas às fusões e indicações de ministros sem experiências no governo do presidente interino Michel Temer.
A área da saúde é citada, so­bre­tu­do pe­la mu­dan­ça de per­fil na gestão. Pa­ra a co­or­de­na­do­ra ge­ral da As­so­ci­a­ção La­ti­no-Ame­ri­ca­na de Me­di­ci­na So­ci­al e Saú­de Co­le­ti­va, Ana Ma­ria Cos­ta, exis­te um te­mor con­cre­to de que o atu­al go­ver­no, ten­do o deputado Ri­car­do Bar­ros (PP) co­mo ti­tu­lar da pas­ta, pos­sa des­pres­ti­gi­ar o Sis­te­ma Úni­co de Saú­de. Continue lendo ›

Política

Os quadros petistas saem de cena

CCs

Segundo reportagem de Marcelo Rocha na revista IstoÉ, os 14 anos no poder fizeram com que os petistas engordassem seus quadros na máquina pública. No momento em que a presidente Dilma Rousseff deixou o cargo, na semana passada, filiados ao PT ocupavam fatias significativas de cargos comissionados na administração federal.
São ao todo 10 mil petistas entre os 107.121 funcionários lotados em postos de confiança no Executivo federal. Ou seja, cerca de 10% (leia mais).Continue lendo ›

Política

Mais brasileiros

O ministro da Saúde de Michel Temer, Ricardo Barros (PP), disse em entrevista à Jovem Pan, confirmando declaração feita ontem, que vai priorizar os brasileiros no programa Mais Médicos, o combate ao mosquito da dengue e mudar o sistema de gestão do órgão. Disse ainda que existe um excesso de realização de exames pelo SUS, e que quase metade deles não são retirados pelos pacientes.
Acrescentou que em Maringá o sistema de saúde é exemplar e que todo o paciente do sistema público tem acesso ao prontuário e exames pela internet.

Política

Médico de Lula ajudou Ricardo Barros a se tornar ministro

roberto kalil

O cardiologista Roberto Kalil, médico de confiança da família Lula, foi fundamental para que o deputado federal maringaense Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, apesar de ser engenheiro se tornasse ministro da Saúde.
Foi ele quem articulou a reunião de Barros com um grupo de médicos de São Paulo, para dar sugestões e referendar seu nome junto ao partido e ao presidente em exercício, Michel Temer (PMDB).Continue lendo ›

Akino

Por que ele quer ser ministro?

Justiça seja feita, a história de Ricardo Barros no Ministério da Saúde já foi ventilada, quando o PP, seu glorioso partido, ainda negociava com Dilma os votos de seus deputados contra o impedimento. Como não deu certo, passaram a negociar com Temer e até tentaram fazer como fizeram com Blairo Baggi, que o partido tivesse um ministro de Saúde, sem o DNA do que há de pior na sigla, mas o médico escolhido não aceitou as condições. Maggi, ‘ideologicamente’, aceitou entrar para o partido, e ontem já posou para fotos com Cida, Ricardo e Pupin, em Brasília. Falando em Pupin, o que ele foi fazer em Brasília? Mas voltando ao título: Por que? Pode ser uma fria, penso. Estaremos de olho, e muito mais gente. Conseguirá comprar o silêncio da imprensa nacional toda, se fizer malfeitos? Não acredito. Esperamos que nem tente.
Akino Maringá, colaborador