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Chuvas arrastam passarela em Maringá


As fortes chuvas que caíram esta noite causaram muitos prejuízos em Maringá. Na avenida Morangueira, proximidades da Associação dos Funcionários Públicos Municipais, como sempre acontece, houve alagamento, assim como em alguns pontos da avenida Colombo. Também as instalações da Uningá, na saída para Iguaraçu, sofreram com as chuvas. Um dos maiores danos foi causado na ponte que liga o Conjunto Ney Braga ao Parque das Laranjeiras, atrás do Parque Gralha Azul. A força das águas foi tanta que uma das duas passarelas de pedestres sobre a ponte atravessou o asfalto e foi levada para o outro lado. A ponte foi construída há cerca de quatro anos. O secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio, da Defesa Civil de Maringá, passa a noite acompanhando relatos dos estragos verificados em vários bairros da cidade, e mobiliza equipes da Semusp para a resolução dos problemas, em especial na zona norte.

Bronca

Tempos barulhentos no Laranjeiras

Leitora do Parque das Laranjeiras, em Maringá, reclama da falta de paz no Parque das Laranjeiras, por conta do abuso de som automotivo, farras em residências e tráfico e uso de drogas. “Estes vizinhos, todos chegados após o ano de 2000, vêm perturbando, ofendendo, atiçando a população de bem do bairro e nós estamos completamente desprotegidos, ontem tivemos até que chamar a PM, que só compareceu no local após o início de uma briga, motivada por som automotivo, ofensas, pirraças provocadas por um destes seres barulhentos. E a PM só compareceu para atender o pedido do causador da situação, que alegou ter sido agredido gratuitamente.
Resumindo, estamos vivendo num inferno e sem proteção, neste lugar compensa ser bandido, traficante, tudo menos gente de bem. Nesta cidade não temos quem legisle a favor da população, toda medida que sai é para proteger bandido! Enquanto isso nós cidadãos temos que ouvir som a todo volume, farra nas casas, ofensas quando vamos pedir que se contenham um pouco, acusação de tentativa de agressão e fumar a maconha do vizinho por tabela… infelizmente não tenho como me mudar daqui… mas este pedido já faz parte das minhas orações.”