pery de canti

Opinião

Cultura da letra morta

De Pery de Canti:
peryDecorridos mais de 10 anos de constituição da Lei 6.411/03, que estabeleceu a criação da Lei de Incentivo Cultural de Maringá, a mesma é ceifada na base por uma par de sorte e contra movimentos – sejam eles emanados pelo poder público, ou por representantes condignos da esfera cultural – de diversos setores. Até este ponto, a coisa vai, uma vez que os direitos de manifestações – contrários e/ou a favor e democráticos estão assegurados pela Carta Magna, a Constituição Federal de 1988. Entretanto, a Lei virou letra morta.
Mas ademais, e independente do gestor que esteja – ou esteve nesta condição, à frente da Secretaria de Cultura, a cultura local – tanto privada e pública enfrenta uma série de episódios dissonantes e que se confrontam com os reveses ditos afirmativos de fomento, democratização de acesso, e estímulo ao saber da cultura produzida pelos artistas de nossa cidade. Continue lendo ›

Opinião

Colonialismo na cultura

Por Pery de Canti:
colonialismoO mercado cultural com a sua singularidade de recursos financeiros advindos de políticas públicas e privadas, acompanha no decorrer dos últimos anos, a tramitação, discussão, realinhamento, aperfeiçoamento e fundamentalmente a implementação de um novo paradigma de fazer e realizar cultura, através do Procultura, e para tanto, levando-se em conta, as especificidades geográficas, mercadológicas e históricas de colonização (que se refletem nos polos industriais e financeiros do Brasil) distribuídos pelos cinco cantos deste país continental.
Notadamente que as riquezas alocadas em pilares das regiões Sudeste e Sul, vem acompanhada de uma questão antropológica, desenvolvimentista, fruto dos desbravamentos hispânicos colonialistas (sem contar nos portugueses, holandeses, ingleses…), reforçados por domínios eurocêntricos e a seguir, pela decisiva e participativa ação de fomento industrial estadunidense.Continue lendo ›

Cultura

Homenagem a Pery de Canti

Sessão Ordinária
Os vereadores homenagearam na sessão de ontem, por proposição dos vereadores Carlos Mariucci e Mário Verri (ambos do PT), o cineasta Pery de Canti com o brasão do município e o título de mérito comunitário em função da 10ª edição do Festival de Cinema de Maringá, que foi criado e é coordenado por ele. O festival busca a difusão de obras nacionais e internacionais de longas-metragens e curtas-metragens de ficção, animação e documentários de várias partes do Brasil. Também trabalha o estímulo à formação de plateias, o fomento ao mercado local de produção audiovisual. Além de homenagear em cada edição grandes nomes da cultura brasileira que marcam presença no Festival. O evento contribui para a discussão e reflexão da cultura brasileira. Para Maringá e região, o projeto gera renda, movimentando uma considerável cadeia econômica entre prestadores de serviços e fornecedores.