Viagra palmeirense
Das (poucas) piadas sobre o rebaixamento do time que mais tem títulos brasileiros no futebol, a menos ruim é a do Viagra palmeirense. É segunda garantida.
Das (poucas) piadas sobre o rebaixamento do time que mais tem títulos brasileiros no futebol, a menos ruim é a do Viagra palmeirense. É segunda garantida.
Do mais recente Cheng-Pong:
– Atrás de um homem vitorioso, sempre há uma grande mulher. Atrás de um homem fracassado, há no mínimo duas…
Do mais recente Cheng-Pong:
O bêbado chega pro guarda noturno e pergunta:
– Quantos galos tem na minha testa?
O guarda olhou bem:
– Tem sete galos na sua tersta. O que houve?
E o bebum:
– Então… hic!… faltam quatro postes pra eu chegar em casa…
Do mais recente Cheng-Pong:
O bêbado, de noite, estava agarrado num poste tentando balançá-lo, enquanto dezenas de besouros pretos rodeavam a lâmpada.
Um sujeito passa, vê ele ali balançando e pergunta:
– Ei, o que você está fazendo?
– Num tá vendo que é um pé de jaboticabas. To balançando pra elas cairem lá de cima. Ja comi umas dez…
Do mais recente Cheng-Pong:
O cara para um amigo:
– Rapaz, não sei o que faço, apareceu um ratinho lá em casa.
– É fácil de resolver, pega uma ratoeira…
– Não tenho ratoeira…
– Eu te empresto a minha.
– Obrigado, o que mais eu tenho que fazer.
– Ora, coloque um queijinho na ratoeira pra atrair o rato.
– Lá em casa não tem queijo.
– Então pega um pédaço de pão, molha no óleo e põe.
– Lá em casa não tem óleo também.
– Então põe só o pãozinho!
– Pra falar a verdade, lá em casa não tem nem pão.
– Escuta qui, meu amigo, o que esse rato tá fazendo lá na sua casa?
Ouvido no horário eleitoral do PP, uma afronta à inteligência do eleitor maringaense, como resposta ao fato de o prometido viaduto da Colombo c9om a Morangueira não ter sido contruído:
– A verdade é que o viaduto já foi feito, lá na frente, no Contorno Norte.
Do mais recente Cheng-Pong:
Uma velhinha diz ao médico:
– Toda vez que saio de casa para fazer alguma coisa, me dói as pernas e eu me canso muito. O quê o doutor me aconselha tomar para amenizar este meu cansaço?
– Um táxi, minha senhora.
Do mais recente Cheng-Pong:
Professor pro Joãozinho:
– Quantos são os mandamentos da Lei de Deus?
– São nove simples e um duplo.
– Tá maluco menino! Onde arrumou isto?
– Bão, fessor! Antigamente eram dez simples. De uns tempos pra cá tem um que ficou duplo. Agora a gente tem que dizer que é pecado “desejar a mulher do próximo” e “desejar a mulher da próxima”.
Do mais recente Cheng-Pong:
Na véspera daquele sorteio milionário da loteria, a repórter entrevista um apostador numa lotérica:
– O que você faria se por acaso ganhasse esta bolada de R$ 30 milhões sozinho?
O sujeito pensa um pouco, olha para cima, coça a cabeça e responde:
– Nada.
– Como assim nada? Ganhar todo este dinheiro, e você não iria fazer nada…
– Exato! Com tudo isso, por quê eu faria?
Do mais recente Cheng-Pong:
Gostaria de dividir a minha experiência com você que bebe e mesmo assim dirige. No último sábado à noite bebi não sei quantas taças de vinho. Bebi tanto que fiz uma coisa que nunca havia feito antes: deixei meu carro no estacionamento e peguei um ônibus. Resultado: Cheguei em casa são e salvo, sem nenhum incidente.
Fiquei muito orgulhoso de mim mesmo, sobretudo porque nunca antes na minha vida tinha dirigido um ônibus…
Do mais recente Cheng-Pong:
O carro patinou no asfalto molhado pela chuva, rodopiou e bateu num poste. Os pedestres correram para acudir o motorista. A primeira a chegar é uma mulher que começa a atender a vítima. Chega um homem que a afasta dizendo:
– Afaste-se, dona, eu fiz curso de primeiros-socorros.
A mulher olha-o curiosa por uns minutos e depois não resiste: dá-lhe um tapinha no ombro e diz:
– Quando você chegar naquela parte em que tem chamar um médico, eu estou aqui, tá?
Do mais recente Cheng-Pong:
São Pedro está sentado perto da entrada do ceu, meio cochilando, e ve pela vidraça alguém batendo na porta. Vai abrir e não vê mais ninguém. Encucado, volta pra sua cadeira e dali a pouco o mesmo rosto bate novamente na vidraça. Abre a porta e não vê mais ninguém. Quinze minutos depois bate na porta o mesmo sujeito. São Pedro corre e consegue segurá-lo pelo braço:
– Te peguei, engraçadinho, tá achando que isso aqui é um circo. Tá ma achando com cara de palhaço? Que negócio de bater na porta e desaparecer?
– Não é nada disso, seu…seu.. São Pedro. São os caras me reanimando lá embaixo!….
Do mais recente Cheng-Pong:
Joãozinho chega em casa todo molhado e sua mãe pergunta:
– Meu filho, onde você estava até essa hora que chegou todo molhado?
– Tava brincando, mamãe!
– Brincando de que, se nem chovendo tá?
– Tava brincando de cachorrinho com meus amigos…
– Mas desde quando brincar de cachorrinho molha?
– É que hoje eu era o poste!
Do mais recente Cheng-Pong:
O casal, já com oito anos de casamento, estava fazendo sexo, quando o marido pergunta:
– Querida, eu te machuquei?
– Não. Por quê?
– É que você se mexeu…
Do mais recente Cheng-Pong:
A caipira ganhou um smartphone num bingo. Perguntaram a ela:
– O que você vai fazer com isso?
– Uai, sô! O fone vô pegá pra mim e o ismarte vô dá pra minha irmã passá na unha!…
O mais recente Cheng-Pong informa que a frase que resume a participação do Brasil nas Olimpíadas de Londres foi a seguinte:
– Fomos mal na vara, mas levamos na argola.
A mulher, desconfiada que o marido a traía, contratou um detetive para seguí-lo. Uma semana depois, ele apresentou o relatório à contratante:
– Madame, seu marido é como a dengue.
– Como assim?
– É que, confirmados mesmo, são três casos, mas há pelo menos mais uns vinte casos suspeitos.
Do mais recente Cheng-Pong:
O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá;
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá;
Ele tamém me leva pros corgos de água carma;
Inda qui eu tenha qui andá nos buraco assombrado lá pelas encruzinhada do capeta; não careço tê medo di nada a-modo-de-que Ele é mais forte que o “coisa ruim”;
Ele sempre nos aprepara uma boa boia na frente di tudo quanto é maracutaia;
E é assim que um dia quando a gente tivé mais-prá-lá-do-que-pra-cá nóis vai morá no rancho do sinhô pra inté nunca mais se acabá…
Améim!
Do mais recente Cheng-Pong:
Um mendigo está tocando uma velha sanfona na praça mais movimentada da cidade e ao mesmo tempo pedindo ajuda a todos que passam. Nisso chega o carro da polícia e o interpela:
– O senhor tem licença para agir assim?
– Não senhor!
– Muito bem! Então me acompanhe!
– Beleza, que música o senhor quer cantar?
Do mais recnete Cheng-Pong:
O velho boêmio encontra, uma noite, na mesa ao lado, a mulher que foi sua grande paixão na vida quando ainda era muito jovem. Conversa vai, conversa vem, uns vinte uísques e muitas recordações, ele se levanta e vai ao banheiro. Aí volta, triste, calado. A mulher estranha:
– O que houve? Estou me lembrando da noite que nos conhecemos, aqui mesmo, você estava excitadíssimo. No segundo uísque, largou minhas mãos, correu pro banheiro e voltou todo sorridente.Continue lendo ›
Enviada pelo Junior Bataglini. Um estudante árabe envia um e-mail para seu pai dizendo: “Pai. Berlim é linda, as pessoas são muito simpáticas e eu estou gostando muito daqui. Mas pai, eu fico um pouco envergonhado quando chego na universidade com minha Ferrari 599GTB folheada a ouro, enquanto meus professores e muitos dos meus amigos chegam de trem! Seu filho, Nasser”.
No dia seguinte, Nasser recebe a resposta de seu pai: “Meu caro e amado filho. Transferi seis bilhões de dólares americanos para sua conta. Pare de nos envergonhar, compre um trem para você também! Com amor, Babai”.
Do mais recente Cheng-Pong:
O caipira quer telefonar no único telefone público que tem na cidade, mas um sujeitinho da cidade grande, muito folgado, não larga de jeito nenhum do aparelho.
– O senhor me adescurpe! – disse o caipira, cutucando as costas do cara – Já tem pra mais de meia hora que o senhor tá aí com esse telefone na mão e num diz uma palavra!
– Pois é – disse o sujeito, tampando o fone – Estou falando com a minha mulher!
Do mais recente Cheng-Pong:
Duas velhinhas conversam, enquanto preparam a polenta do almoço:
– Sabe, Sunta! Depois de anos e anos consegui tirar do Beppe, o vício de roer as unhas!
– É mesmo, Zulmira? E como você conseguiu isso?
– Escondi a dentadura dele!
Do mais recente Cheng-Pong, do Altoé:
Recém casados vão passar a primeira noite juntos. A noiva toda cheirosa com seu robe.
O marido, ansioso, diz:
– Querida, agora que somos casados, você pode me deixar ver seu corpo e tirar uma foto?
Prá que?- espanta-se ela.
– Assim eu poderei carregar-te junto ao meu coração e bastará eu olhar para a foto para me lembrar desta noite.Continue lendo ›
Do mais recente Cheng-Pong:
Um casal fazia 65 anos de casados e foram a um restaurante festejar. Diz o velhote:
– Minha rainha, onde tu queres sentar?
Aqui, diz a velhota.
– Princesa, queres um aperitivo?
– Sim, obrigada.
– Meu anjo, o que te apetece comer?
Ela pede o menu e faz o seu pedido.
– Meu doce, que vinho preferes?
O garçom mal podia acreditar no que ouvia.
A velhota vai ao WC e ele aproveita para falar com o velhinho:
– Que coisa bonita! Como o senhor ainda consegue tratar a sua esposa com esses nomes tão carinhosos ao fim de tantos anos? Rainha, Princesa, Anjo, Doce… Estou verdadeiramente admirado!
O velhote olha o garçom nos olhos e responde:
– Sabe, é que não consigo me lembrar do nome dessa véia!
Do mais recente Cheng-Pong:
Isaac recebe o laudo de seu exame de urina e telefona para casa:
– Rebecca, estou te avisando que nem eu, nem você, nem Salomão, nem Jacó, nem Ruth e nem o pequeno Abraham temos problemas urinários!
Do mais recente Cheng-Pong:
No campo, na beira da cerca o mineiro pica seu fuminho. Ao lado dele, um rapaz da cidade. No pasto em frente uma vaca tranquila. De repente, lá no horizonte, aquele poeirão, é um boi enorme que estanca ao lado da vaquinha melosa. O boizão para, olha, examina o material, lambe, cheira e vai embora.
O rapaz da cidade, admirado, diz pro caipira:
Essa eu não entendi. O boi dá uma corrida dessas, quando chega perto, faz a maior festa e nada. Que foi que houve?
-Vai vê, né meu fio, num cumbinaro no preço.
Do mais recente Cheng-Pong:
No INSS a loira esta sendo entrevistada sobre um pedido de pensão.
– Quantos filhos têm?
– Dez. – respondeu ela.
– A senhora poderia me dizer os nomes, por favor?
– Bernardo, Bernardo, Bernardo, Bernardo, Bernardo, Bernardo, Bernardo, Bernardo, Bernardo e Bernardo.
– Eles se chamam todos Bernardo? – perguntou o funcionário atônito. – E como a senhora faz para chamá-los quando eles estão brincando, por exemplo?
– Fácil. Grito Bernardo e todos vêm.
– Mas se a senhora quiser falar com um em particular?
– Aí eu o chamo pelo sobrenome!
Do mais recente Cheng-Pong:
Certa vez um político candidato resolveu fazer campanha pros lados das roças. Chegou em um aviário e se ofereceu para pagar tudo o que as pessoas necessitassem. Veio o primeiro e pediu uma vara de anzol. O segundo veio buscar isca para pescar. O terceiro queria uma fisga, e assim todos os que por ali passavam só pediam artigos para pescaria. O candidato mesmo intrigado com a folga do pessoal foi doando. Até que mais tarde chegou um sujeitinho que queria comprar uma enxada. O candidato a vereador elogiou o moço, dizendo:
– Até que enfim alguém que deseja trabalhar, parece que aqui quase todo mundo só sabe pescar. Meu filho, escolha a melhor enxada, pois ela irá auxiliá-lo no seu trabalho.
E o caipira:
– Precisa não, para procurar minhoca serve qualquer uma…