poesia

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Pegue a circular

circular

Cezar Lima achou esta poesia, feita décadas passadas, do tempo em que morava em uma chácara defronte o Lar Betânia e ia a pé até a avenida Brasil para pegar a circular até o Posto do Maluf (Posto Santo Antonio) para trabalhar onde é hoje o Atacadão, na rua Fernão Dias):

Todos os dias,
bem cedinho,
no cochilo do levantar,
caminho nas ruas da vida
e vou pro ponto da circular.Continue lendo ›

Homenagem

Mãe

mae
Cônego Benedito Vieira Telles

A mãe, jovem ainda, adolescente,
com as mãos delicadas como a flor,
plantaste um roseiral com tanto amor,
e o sol o acalentava ternamente!

Mãe tão jovem, tão linda, acariciava
os filhos esperanças com ternura.
Mãe, és, incomparável criatura,
que, ininterruptamente, nos velava.

Mãe, operária dos filhos, do lar,
vinte e quatro horas de muito labor,
quanta ternura a nos acariciar.

Quisera-me tornar o poeta que estimas,
escrever-te mais versos com amor,
ao lembrar-me de ti com belas rimas!

Hoje, Dia das Mães, tens mais carinho,
co´as flores que te exalam gratidão,
homenageia-te, mãe, teu filhinho!

Maringá, 11 de maio de 2014

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Baú do blog

Poesia Di Pacheco
O recorte do Sabadoteque, encarte semanal de O Diário no final dos anos 70/início dos anos 80, em dezembro de 79 trouxe a poesia “Peso morto”, de Di Pacheco, o jornalista Edmundo Pacheco, da RICTV Maringá.

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Asa Branca

Asa Branca, livre
das amarras, dos pesos, dos sacrifícios,
da insanidade humana,
não sofre mais.
A caridade adiantou sua morte
para que a liberdade viesse logo.
Chegou ainda a ver o menino que gostava dele.
Em quais prados corre agora o Asa Branca?

A imaginação pode tudo.
(De Anônimo)

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Confidência

Somente quem amou
em segredo
avalia o sofrimento constante
de um olhar que não se esquece,
valoriza a ternura de uma prece
que se murmura a alguém,
e sabe o quanto de sublime contêm
os ínfimos momentos de alegria
que parecem durar
uma eternidade!
(Dirceu Galdino/Pingos da Noite)