Jingle de campanha
Jingle da campanha de Roeling, candidata a vereadora pelo PSB de Maringá. É versão de uma música sertaneja.
Jingle da campanha de Roeling, candidata a vereadora pelo PSB de Maringá. É versão de uma música sertaneja.
Ontem à noite, o Tribunal Regional Eleitoral, por unanimidade, deu provimento a recurso do Partido Socialista Brasileiro de Maringá e manteve o veto à divulgação de pesquisa contratada pelo Partido dos Trabalhadores junto ao instituto Vox Populi, de Belo Horizonte (MG). O relator foi o juiz Jean Carlo Leeck. O juiz José Cândido Sobrinho, da 66 Zona Eleitoral, no início do mês concedeu a suspensão, e depois autorizou a sua divulgação; o PSB recorreu e a vedação foi mantida. O PSB alegou que a Vox Opinião, Pesquisa e Projetos Ltda. violou o disposto no artigo 33, caput, e inciso IV, da Lei 9.504/97, bem como o artigo 1º, inciso IV, da resolução TSE n° 23.364/11, por ter deixado de apresentar no plano amostral da pesquisa a ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução e nível econômico dos entrevistados, “uma vez que a “auto-ponderação” gera imprecisões e incertezas quanto à metodologia utilizada”.
PS – A multa pelo descumprimento passou de R$ 100 mil para R$ 150 mil.
Em Paiçandu, corre que a coligação que apoia o vereador maringaense Paulo Soni (PSB) está se desidratando rapidamente. O reflexo de que a campanha não vai bem está nos candidatos a vereador: eram mais de dez, mas na prática dá para contar nos dedos de uma mão os que efetivamente são candidatos de verdade. Sem considerar que os próprios candidatos estariam bancando seus santinhos.
No final da tarde deste domingo, a Justiça Eleitoral concedeu liminar que mantém suspensa a divulgação da pesquisa da Vox Populi em Maringá. A pesquisa foi contratada pelo diretório nacional do Partido dos Trabalhadores. Na semana passada, detectando vários vícios na metodologia da pesquisa do instituto, que poderiam resultar em possíveis distorções na aferição de seus resultados, o candidato Wilson Quinteiro, do PSB, interpôs medida cautelar inominada perante o TRE.

O diretório municipal do PSB de Maringá se reuniu neste domingo para tomar uma posição sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará a denúncia contra o secretário licenciado Ricardo Barros, que foi flagrado em ligações telefônicas, autorizadas pela Justiça, direcionando licitações. Em votação, por unanimidade, o PSB municipal decidiu recomendar ao vereador Paulo Soni a assinar o documento. O vereador, que é candidato a prefeito em Paiçandu, será comunicado oficialmente da decisão nesta segunda-feira. Segundo Wilson Quinteiro, para reforçar, membros da executiva querem que o diretório estadual tome uma atitude e se posicione sobre o assunto.
O PSB de Maringá vai usar uma declaração de Ricardo Barros para pedir a impugnação da candidatura do prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP). A informação é de Carlos Ohara, na Gazeta do Povo. Segundo ele, o partido também vai apresentar representação ao juiz eleitoral denunciando o uso da máquina administrativa em favor do candidato do PP na disputa pela Prefeitura de Maringá. A declaração comprometedora de Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, soa como um ataque suicida: “Eu sou o coordenador político do nosso grupo e desde que iniciou-se o processo eleitoral em setembro do ano passado, quando o prazo de filiações foi encerrado, eu passei a monitorar as ações que interessam ao processo eleitoral. E a publicidade da administração interessa ao processo eleitoral. Não interfiro na administração, mas acompanho os assuntos que são de interesse do processo eleitoral na cidade”, disse ele à RPC TV. Leia mais.
O PSB de Maringá obteve liminar da Justiça Eleitoral nesta terça-feira suspendendo a divulgação de pesquisa realizada pela empresa mineira Vox Populi, instituto contratado pelo Partido dos Trabalhadores do Paraná. Em princípio foram alegadas falhas na elaboração do questionário, incluindo área de abrangência, além da própria questão do contratante, uma vez que o PT pretende utilizar a pesquisa para promover seu candidato.
Em meio ao clima de efervescência diante dos detalhes da denúncia envolvendo o capo Ricardo Barros – que este modesto blog antecipou em dezembro do ano passado -, o ex-secretário Wilson Quinteiro, candidato a prefeito de Maringá pelo PSB, segue agora à tarde para Curitiba. Manterá contatos no palácio.
O PSB vai ingressar com nova ação judicial, agora que houve a publicação da lei complementar municipal que restringe a realização da campanha eleitoral. A lei foi sancionada na noite de quinta-feira pelo prefeito interino e publicada ontem. A juíza determinou extinto o processo, apesar de se tratar de medida cautelar e não ação ordinária, que seria proposta no caso da sanção da lei. A ação agora será direcionada contra o município, com base nos mesmos fundamentos, em defesa da lei eleitoral, que é federal. O Democratas também deverá ingressar na justiça contra a lei que praticamente proíbe os candidatos de pedir votos nas ruas da cidade.
Wilson Quinteiro (PSB) fala durante a entrega das reivindicações do funcionalismo maringaense, ontem à noite, na câmara.
A juíza Ana Lucia Penhalbel Moraes, da 4ª Vara Cível de Maringá, declarou extinto o processo ajuizado pela executiva municipal do Partido Socialista Brasileiro que buscava uma liminar contra o projeto do vereador John Alves Correa (PMDB), que restringe a campanha eleitoral nas ruas da cidade. A ação deu entrada quando o projeto ainda não havia sido sancionado, se transformado em lei. A juíza alegou extinção “por ausência das condições da ação”, em despacho nesta tarde. Não são conhecidos detalhes da sentença.
Ontem à noite, o prefeito em exercício sancionou a lei complementar 921, publicada no Órgão Oficial do Município de hoje e, portanto, já está em vigor – até, pelo menos, ser derrubada na justiça, já que é absurdamente inconstitucional, pois interfere no processo eleitoral, âmago da democracia.
A reclamação vem do próprio quadro de candidatos a vereador do PSB maringaense: Wilson Quinteiro, candidato a prefeito, estaria privilegiando a campanha de Luciano Brito, ex-diretor da Penitenciária Estadual de Maringá. Os dois sempre são vistos juntos em campanha, como mostra esta postagem no blog de Brito. Quinteiro, falando ontem com a turma, garantiu que está tratando todos os candidatos da mesma forma.
A propósito da postagem sobre a ação do PSB, feita na manhã de hoje, o Partido Socialista Brasileiro de Maringá informa que não tem previsão orçamentária para custas processuais mas que, “para não perder tempo, seu presidente, Wilson Quinteiro, fará a doação do valor correspondente as custas para apreciação da liminar para restabelecer a ordem democrática de Maringá”.
O pedido de liminar do Partido Socialista Brasileiro contra o projeto de lei que restringe a campanha eleitoral em Maringá, aprovado por dez vereadores, tramita calmamente na 4ª Vara Cível da comarca. A juíza substituta Ana Lúcia Penhabel Moraes deu um daqueles despachos que devem entrar para a história política da cidade: o advogado do PSB requereu os benefícios da assistência judiciária gratuita e a juíza disse que não basta firmar o “atestado de pobreza” e invocar a lei para obter os benefícios. Ela determinou que a parte fosse intimada e, no prazo de dez dias, apresente cópia de sua última declaração de imposto de renda. “Na hipótese de não ter apresentado declaração de imposto de renda, deverá apresentar certidão do Detran e dos cartórios de registro de imóveis do foro de seu domicílio”, observa.
O assunto é interessante, pois tem presidente de partido que defende que, enquanto personalidade jurídica, este não tem dinheiro para nada.
O blog ficou sabendo que teria chegado a estremecer o relacionamento entre o atual secretário de Relações com a Comunidade, Rene Pereira da Costa, e seu antecessor e candidato a prefeito de Maringá, Wilson Quinteiro (PSB). O motivo teria sido a escolha do vice de Quinteiro. Rene teria procurado o capo Ricardo Barros para que este intercedesse junto ao candidato do PSB, por um outro nome para a vice. Barros teria dito que nada poderia fazer. A assessoria de Quinteiro desmente a versão, que corre nos bastidores do condomínio Barros.
Caberá ao juiz Alberto Luís Marques dos Santos, da 4ª Vara Cível da comarca, decidir sobre o pedido de liminar feito pela comissão executiva municipal d0 Partido Socialista Brasileiro contra a Câmara de Maringá. A cautelar inominada foi protocolizada ontem às 17h35 e distribuída às 10h41 de hoje. O PSB maringaense quer uma liminar contra o projeto apresentado pelo vereador João Alves Correa (PMDB), aprovado na semana passada, que restringe a campanha eleitoral nas ruas da cidade. A lei ainda não foi sancionada pelo prefeito em exercício; se for, ficará claro que é um conluio com fins eleitorais. A lei municipal não pode se sobrepor à federal, no caso a legislação eleitoral que regula o que pode e o que não pode em termos de propaganda, em todo o Brasil, durante o período de campanha.
Em texto meu, o Mura, fiel escudeiro de Quinteiro, fez comentário que, em resumo, reproduzo: “O PSB vai disputar eleição em Maringá e tem na nossa liderança majoritária toda a nossa confiança e respaldo pois somos antes de mais nada um partido que saber o que quer e estamos mais do que nunca unidos nesta causa. Em relação a proximidade de uma ou outra liderança com Ricardo Barros ou qualquer outro político da cidade, isto é normal em política. Não se fala por exemplo que o próprio Enio Verri, o Dr. Batista e outros estiveram sempre próximo da gente, em diálogo como manda a política. Nunca seremos laranja em projeto político até porque sabemos do potencial do grupo e a nossa ligação com muitos setores da nossa sociedade.Continue lendo ›
(Atualizado 2) Em Paiçandu, as duas desistências na majoritária têm explicação: o prefeito Vladão (PMDB) ficou sabendo que estava morto, eleitoralmente, e decidiu apoiar o vereador maringaense Paulo Soni (PSB), devendo ficar com uma ou duas secretarias no caso de uma eventual vitória; Moacyr José de Oliveira (PV), sem opção de coligação, pode ser candidato a vereador. Assim como Carlos da Creche (PDT), trocado por Waldomiro Lunardelli (PRTB), o Nezão. Carlos vai disputar a reeleição. Por trás de todos, dando aquela força, está o deputado federal Edmar Arruda (PSC).

O advogado e ex-secretário Wilson Quinteiro (PSB) fez sua convenção hoje em Maringá destcando sua biografia, o Plano Maringá 100% e pregando ética na política. “Hoje, mais maduro e experiente, estou preparado para governar minha cidade” acrescentou. O candidato do PSB afirmou: “Eu tenho minhas mãos limpas e uma folha de serviços prestados e na prefeitura serei implacável com a corrupção e comigo será tolerância zero à corrupção. Com fé em Deus, e a confiança da nossa gente, iremos para o segundo turno para ganhar esta eleição”, disse.
Depois de não conseguir montar 1/4 de uma chapa de candidatos a vereador, o PSDB de Maringá, que funciona no Cesumar, realiza a primeira convenção partidária secreta da história político-eleitoral local, quiçá, nacional. Repórteres, fotógrafos e cinegrafistas foram expulsos convidados há pouco a se retirar do local onde acontece a convenção, que irá entregar aos fratelli Barros o tempo de televisão dos tucanos, que, como consolação, poderão se coligar com o PP para vereador, para desgraça de Zebrão e Heine Macieira, que devem participar da Dança dos Famosos da Tuma do Amém. Nem na época de Gianot isso aconteceu. Preside o PSDB não transparente o professor Wilson Matos, suplente – que coisa! – do senador Álvaro Dias. A: o “D” do nome o partido significa Democracia ou Ditadura?
Até dias atrás o capo Ricardo Barros (PP) batia no peito, em conversa com deputados em Curitiba, e dizia que Wilson Quinteiro e Dr. Batista só seriam candidatos a prefeito em Maringá se ele deixasse, pois teria em mãos a maioria dos partidos políticos da cidade. Até agora, pelo menos, nenhum dos partidos que integram seu condomínio partidário fechou apoio aos dois candidatos, o que não significa pouca coisa. Batista e Quinteiro estão em voos próprios. Ele já não manda mais como antes.
O patrulheiro rodoviário Mauro Dias optou por se filiar ao PSB para disputar uma cadeira na Câmara de Maringá. Seu nome foi oficializado na convenção realizada nesta manhã.
Terminou há pouco a convenção do PSB, que agora vai aguardar entendimentos com o PSD, que poderá ter a vice de Wilson Quinteiro. A possibilidade da aliança e o nome serão definidos à noite, quando começa a convenção do PSD.
O PMDB de Maringá já foi notificado de que o partido irá coligar com o PSB de Wilson Quinteiro. Uma reunião foi marcada pela direção local para as 18h para discutir os últimos acontecimentos. A reviravolta atrapalhou tudo.
As negociações entre o DEM de Maria Iraclézia de Araújo e o PSB de Wilson Quinteiro estão mais adiantadas do que nunca. São grandes as possibilidades de os dois partidos repetirem a coligação que fizeram em 2008, em Maringá.
Pré-candidato do PSB, Wilson Quinteiro realizou reunião hoje com os pré-candidatos a vereador, num hotel central de Maringá. No meio da reunião eis que aparecem Dorival Dias, William Gentil e José Doniozete Felipe, todos pré-candidatos pelo PR, que aparecerão na televisão tendo ao fundo a foto de Enio Verri e o número 13 do PT. Queriam saber se era pré-convenção, quando Dorival Dias ouviu: “Vou mandar anunciar que vocês estão aqui para manifestar apoio ao Quinteiro”. Foi vapt-vupt, sumiram em seguida.
Não está completamente fechada a aliança do PCdoB com o PT, em Maringá, que resultaria no apoio ao pré-candidato Enio Verri, na majoritária. O partido quer uma coligação na proporcional que lhe dê maiores chances de manter uma cadeira na câmara municipal (hoje, ocupada pelo vereador Manoel Sobrinho). O PT teria oferecido uma aliança com o PR, recentemente desagregado do condomínio dos fratelli. Por isso, avançam conversas com o PSB de Wilson Quinteiro e com o PMN de Dr. Batista.
Wilson Quinteiro (PSB) retorna nesta tarde de Curitiba, depois de manter vários contatos visando a consolidação de uma aliança política para as eleições deste ano. Na próxima segunda-feira ele retorna à capital, desta vez para participar da reunião semanal do PMDB estadual e colocar sua proposta de coligação. Quinteiro continua acreditando que tem boas chances de emplacar uma aliança de peso.