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Mais um racha no ninho tucano

Por que o PSDB de Maringá, que já teve dirigentes como Georges Khoury, hoje vive o pior momento de sua história, apesar de ter dois deputados (um estadual e outro federal) e um governador eleitos? Bem, talvez não explique, mas trata-se de um belo exemplo: enquanto o presidente Wilson da Silva Matos apoia o vereador Flávio Vicente, seu filho vai de Vilma Lúcia Iori Franco, a professora Vilma, candidata no mesmo reduto. Flávio Vicente perdeu o trono e as vantagens de ser o único candidato ao Legislativo dentro do Cesumar, onde até dias atrás havia um outdoor com seu rosto. Wilsinho teria escolhido outra candidata por discordar da forma como Flávio se comportou nas últimas e polêmicas votações, votando sempre com o capo Ricardo Barros.

Eleições 2012

Na falta de um, tem dois


Enquanto em Maringá o partido do governador Beto Richa é traço, não tem meia chapa de candidato a vereador e, apesar de “lançamento” e tudo, não conseguiu emplacar sequer um vice do capo, em Nova Esperança o PSDB vive uma situação bem diferente. De acordo com o Nesp On Line, por falta de um há dois tucanos (Eduardo Pasquini e Junior Moser) brigando na justiça para ser candidato a prefeito. Leia mais.

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Sobre caipirice

O presidente do PSDB de Maringá, Wilson da Silva Matos, reclamava para um outro integrante do condomínio a incumbência que havia recebido do capo Ricardo Barros de conversar com presidentes de partidos nanicos, como o PSL e o PRP:
– É difícil de conversar. São uns caipiras…

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Não esquenta a cadeira

O deputado estadual Evandro Junior (PSDB) inventou um jeito todo diferente para prestigiar cabos eleitorais que o ajudaram a eleger. Ele deixa cada um ocupando cargo estadual por um determinado período, nunca mais que um ano. É claro que a sistemática não vale para todos os assessores, mas para os considerados de escalão inferior. Tem sido assim com indicados seus na Comem (Região Metropolitana), Cohapar e 15ª Regional de Saúde. Quem sai, não gosta.

Eleições 2012

Tempos do Collor

Solange Lopes (PSDB), a candidata a vice preferida de Ricardo Barros (PP), Wilson Matos e Carlos Roberto Pupin, tem afinidade política com o candidato a prefeito do PP. Ela foi uma das apoiadoras da candidatura de Fernando Collor de Mello em Maringá, em 1989; Pupin presidiu o PRN, partido do ex-presidente e hoje senador alagoano. Aliás, fotografias de Pupin com Collor, PC Farias, Jairo Gianoto (ele também foi tucano) e o próprio Barros, à beira de um escândalo, circularão muito pelas redes sociais nesta campanha.

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Quem o capo irá descartar?

O capo Ricardo Barros (PP) esteve hoje à tarde na sede do PMDB estadual, em Curitiba, para tentar fechar a aliança com o partido em Maringá, recentemente adquiridopelo seu condomínio  junto ao presidente Umberto Crispim. Oficialmente, ofereceu a aliança na majoritária e na proporcional para tentar eleger o presidente do Legislativo, Mário Hossokawa. A estadual pediu mais. Achou pouco e recusou a proposta, dando a Barros prazo até a noite de hoje para uma oferta melhor – ou seja, uma que contemple a vice do PP.
Como o PSDB de Valdir Rossoni formalizou que só vai com Pupin se tiver a vice, caberá ao ex-prefeito escolher com quem ficará: os antigos companheiros tucanos ou os recém-adquiridos peemedebistas (“Comprei e paguei caro”, teria dito durante uma reunião). Ontem à noite, numa reunião com representantes dos partidos que integram seu grupo, a opção da maioria foi por descartar o PSDB e ter o professor Cláudio Ferdinandi, do PMDB, na vice; Ferdinandi está na lista de contas sujas do TCE.

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Vice do PP será mesmo do PSDB

A coligação que lançou Carlos Roberto Pupin (PP) a prefeito de Maringá só trabalha com o vice-prefeito sendo do PSDB. Se tivesse um Procon específico, o PP reclamaria, alegando que o PMDB comprado veio com defeito. É que o diretório do PMDB deve sofrer dissolução ainda esta semana; seu destino, para onde irão seus minutos de televisão, é o próximo capítulo da história.
No PSDB, a calma está se assentando, restando apenas escolher um nome. Os homens foram descartados e hoje as chances são de Akemi Nishimori, mulher do deputado Luiz Nishimori, e de Solange, secretária de Wilson de Matos, presidente do PSDB. O deputado estadual Evandro Junior teria fechado apoio a Akemi.

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E o Pupin continua sem vice…

O capo Ricardo Barros segue amanhã para Curitiba. Passadas 24 horas da convenção do PP, seu candidato a prefeito ainda não tem um vice. A água está chegando no pescoço. O PSDB tem se mantido inflexível e quer o vice, oferecido ao PMDB recentemente adquirido. Na capital do estado – dizem que talvez ele até apareça na Secretaria de Indústria e Comércio de Beto Richa, por onde recebe mensalmente como secretário – ele vai tentar demover o presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, que assinou um documento condicionando a coligação tucana em Maringá com o PP à indicação do vice. Barros está numa sinuca de bico, pois tudo indica que terá que abrir mão do PSDB ou do PMDB – e este, ele sabe, ameaçado pela executiva estadual, que também se reúne amanhã.

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Qual tucano será vice do PP?

Nada ainda sobre os candidatos a vice de Carlos Roberto Pupin (PP) e Maria Iraclézia de Araújo (DEM). O que se sabe é que Cláudio Ferdinandi, pela segunda vez nos últimos anos, será passado para trás pelo grupo do presidente do PMDB, Umberto Crispim; hoje se discute qual tucano será o vice do condomínio, pois o peemedebista está fora de cogitação (brigar com Beto Richa, never).
A briga agora é pela relação de pré-candidatos a vice entregue ao capo Ricardo Barros, o que manda no irmão mais velho, no Pupin e em metade da cidade. Barros, Pupin e Wilson Matos defendem o nome de Solange (ninguém se interessou em divulgar seu nome completo), que trabalha no Cesumar, e deixou de fora da lista nomes importantes como Rodrigo Khoury e Vanderlei de Almeida Cezar, tucanos de origem.
PS –  A candidata a vice chama-se Solange Munhoz Arroyo Lopes.

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PSDB teria dado um ultimato ao PP

Teria partido do governador Beto Richa a imposição ao capo Ricardo Barros para que um tucano seja vice na chapa encabeçada por Carlos Roberto Pupin, do PP, na disputa pela Prefeitura de Maringá. A informação de que o vice tem que ser do PSDB foi dada à noite pelo presidente da executiva municipal, Wilson de Matos, ao chegar na convenção do PP. Barros já havia mandado Pupin convidar o professor Cláudio Ferdinandi, sócio de Matos no Cesumar e vice-presidente municipal do PMDB, para a vaga de vice. A colocação a Barros foi simples: ou o vice será do PSDB ou os tucanos não se apoiarão Pupin, aí podendo optar pelas candidaturas de Wilson Quinteiro (PSB) ou Dr. Batista (PMN).
Ricardo Barros, que não esperava ser colocado na parede pelos tucanos, pretende conversar com Beto Richa e fazer o governador desistir da pretensão, alegando que, com PMDB e PSDB, o PP terá o maior tempo na televisão e, em tese, mais chances de eleger seu candidato.

Eleições 2012

“Coronel” Richa manda Márcio Nunes desistir

De Carlos Ohara, no Terra:
O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), pediu por telefone a desistência do pré-candidato de seu partido em Campo Mourão, município a 428 km de Curitiba. Ex-presidente do Instituto de Águas do Paraná (Ipaguás), Márcio Nunes deixou o cargo há um mês para disputar a eleição por orientação do próprio governador, segundo sua versão. A decisão de Richa, de acordo com relato de Nunes, atendeu a uma reivindicação do deputado federal Rubens Bueno (PPS). Para aceitar concorrer como candidato a vice na chapa encabeçada pelo prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), Bueno teria incluído no pacote de negociações o apoio de Richa ao candidato do PPS, Tauillo Tezelli, em Campo Mourão. Durante a convenção do PPS na cidade, realizada na noite de quinta-feira, Bueno disse que o apoio de Richa não estava pautado nas negociações, mas adiantou que “o Tauillo, com certeza, será o candidato do governador”. Leia mais.

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“Uma palhaçada”

Normalmente, dia de convenção partidária para escolha de candidatos é dia de festa. Menos para o PSDB de Maringá, menos para o PSDB o Wilson Matos, menos para o PSDB entregue aos Barros e a Pupin. A convenção de portas fechadas irrita os políticos, e principalmente os filiados tucanos, que querem prestigiar o evento, que deveria ser festivo. “Palhaçada”, “piada”, “brincadeira”, “idiotice” e “mazzaropice” são os temos mais brandos ouvidos no campus o Cesumar, onde até a imprensa está proibida de trabalhar. E pensar que é essa gente que quer continuar mandando na prefeitura e em Maringá…

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Vice tucana

Voltam a subir as chances de Akemi Nishimori (PSDB) ser a vice de Carlos Roberto Pupin (PP), apesar do convite feito ao professor Cláudio Ferdinandi (PMDB).

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Perdendo com a coligação

A notícia de que o capo Ricardo Barros vai cumprir o que prometeu e coligar os candidatos a vereador do PSDB com os do PP está provocando resmungos. A coligação terá em Márcia Socreppa e Flávio Vicente nomes que, numa primeira análise, estariam mais fortes que  alguns pepistas. Quem mais perde com a aliança é o líder do prefeito, Heine Macieira. Para acalmá-lo, estariam acenando com promessas de CCs e, quem sabe, uma secretaria num eventual governo Pupin.

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Clubinho tucano

A um veículo de comunicação, que pretende cobrir todas as convenções partidárias do final de semana em Maringá, o PSDB mandou informar que a sua convenção, no Cesumar, empresa do presidente, será a portas fechadas. Estranho, muito estranho. Fazer do ninho tucano um clubinho fechado em que ajudará o partido, incapaz até de montar uma meia chapa de candidatos a vereador? Já foi melhor…

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Retrato tucano

Em Maringá, o PSDB, partido do governador Beto Richa, não tem meia chapa de candidato a vereador, tinha um declarado pré-candidato a prefeito e diversos pré-candidatos a vice-prefeito. Com a desistência de Evandro pai e a crença de que Akemi Nishimori não aceitará a incumbência, hoje os vice-prefeitáveis abundam no ninho tucano. Podem ocupar a vaga o ex-promotor Joel Coimbra, o vereador Flavio Vicente e até Tabajara Marques.

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No exterior

O governador Beto Richa (PSDB) viajou para os Estados Unidos e deve retornar na próxima quarta-feira. Com isso, permanece o suspense em relação ao destino do partido em Maringá. O partido se dividir e a candidatura própria é uma hipótese não mais discutida, e até quem a defendia, como o ex-promotor Joel Coimbra, hoje é a favor de uma coligação (no caso de Coimbra, com o PP de Ricardo Barros).

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Manda muito

A escolha de Akemi Nishimori (PSDB) para a vice de Carlos Roberto Pupin, além de evidenciar o poder do capo Ricardo Barros (PP), mostra a escassez de nomes no partido do governador Beto Richa em Maringá. Wilson de Matos Silva, presidente tucano, queria o vereador Flávio Vicente na vice do candidato dos fratelli, mas Barros preferiu que fosse uma mulher. Antes da escolha recair sobre a mulher do deputado federal Luiz Nishimori, ele sondou uma funcionária de Wilson de Matos Silva no Cesumar, que também é filiada ao PSDB.
Pelo jeito, somente uma intervenção pessoal do governador Beto Richa faria os tucanos deixarem o colo do capo.

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O nome escolhido

O capo Ricardo Barros (PP) escolheu Akemi Nishimori (PSDB) para a vice de seu títere, digo, pré-candidato a prefeito, Carlos Roberto Pupin. Se virar, e tenho cá razões para acreditar que não se mantém, Akemi tornar-se-ia recordista em ser vice: em 96, foi vice de Silvio Barros II (então no PFL) e, em 2008, de João Ivo Caleffi (PMDB).

Eleições 2012

Campanha pró-candidatura de Evandro Jr.

O conselheiro tutelar licenciado Vandré Fernando (PTC) escreve sua opinião a respeito da candidatura do deputado Evandro Junior a prefeito de Maringá, pelo PSDB, e cobra o governador Beto Richa. Título da postagem, que já circula na internet: “Eu quero Evandro Junior candidato a prefeito de Maringá!”. Aqui.

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O rumo do PTC

Confirmando-se que o PSDB de Maringá não terá candidatura própria a prefeito nas próximas eleições, o PTC local vai procurar outro rumo. Muito provavelmente, o PTC não irá se coligar com os tucanos.

Eleições 2012

Com que roupa?

O governador Beto Richa bem que tentou ajudar o PSDB de Maringá a ter candidato próprio, chegou a empenhar a palavra de que por aqui a campanha da base aliada passaria obrigatoriamente antes pelo ninho tucano. No entanto, agora à noite, em Curitiba, ao discutir a questão maringaense, a informação era de que o deputado estadual Evandro Junior não está mais na corrida pela Prefeitura de Maringá. O motivo seria o mesmo de Carlos Roberto Pupin, uma modalidade político-esportiva que ainda não faz parte das Olimpíadas: patinação nas pesquisas.
Com o novo cenário, já tem candidato a vereador cantarolando “Com que roupa eu vou?”, verso da música de Noel Rosa. Resta saber agora com quem ficará o espólio tucano.

Política

Maurício Yamakawa sai do PSDB

Diante da intervenção do diretório estadual no PSDB de Paranavaí, onde presidia a comissão diretiva, o ex-prefeito Maurício Yamakawa desfiliou-se do partido, pois desejava que sua esposa Toshie fosse a candidata a prefeita pelo PP; antes, ele havia garantido aos tucanos de Curitiba que seria candidato novamente. Como a manobra foi feita pelo capo Ricardo Barros, dizendo que o PSDB não teria candidato em Maringá, Londrina e também Paranavaí, houve o rechaço pelo presidente Valdir Rossoni, que apontou o também ex-prefeito Rubens Felippe como candidato.
Agora a novidade: Yamakawa desfiliou-se do PSDB e sua esposa foi ofertada por Barros como pré-candidata a vice de Rubens Felippe, pois o condottiere não viabilizou nem com o PT muito menos o voo solo pelo PP. Yamakawa deu sinais de que apoiará o PT, informa o Taturana.

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Pupin ainda procura um vice

Circulou hoje a história de que o pai do deputado Evandro Junior (PSDB) teria aceitado a vice de Carlos Roberto Pupin (PP), mas ela não se sustenta. Ele realmente recebeu o convite, mas não aceitou (seria sua última, mas bota última nisso, opção).
Pupin, aliás, foi ontem a Curitiba participar da reunião semanal da executiva do PMDB, levou a pesquisa da DataBarros e ofereceu a vice aos peemedebistas. Ficou surpreso ao saber que eles estavam de posse de outra pesquisa; tivesse lido este blog no final de semana, saberia que o PMDB havia contratado a segunda pesquisa de um instituto de Londrina, com números diferentes. Resumindo: ao contrário do que o capo Ricardo Barros espalha, ele não tem o PSDB nem o PMDB em suas mãos.

Eleições 2012

União PSB-PSDB a caminho


Em Curitiba, cresce o burburinho em torno da possibilidade de o PSDB apoiar Wilson Quinteiro, em Maringá. A aliança deixaria a disputa mais equilibrada, principalmente na distribuição de tempo no rádio e na televisão. Nas últimas horas os dois lados intensificaram as conversas, que incluirão uma possível concordância dos partidos em nível estadual.

Política

Em Sarandi, PSC apoiará De Paula

O ex-vereador sargento Baradel, de Sarandi, e o empresário Walter Volpato, ambos do PSDB, foram recebidos no final de semana pelo deputado federal Edmar Arruda (PSC). O objetivo era obter o apoio do parlamentar, que, no entanto, adiantou que apoiará a reeleição do atual prefeito, Carlos Alberto de Paula Junior (PDT).
Em Sarandi, o PSDB encontra dificuldades para fechar alianças. Deve ficar somente com o PTB, se nada acontecer.
PS – Nos comentários, Baradel desmente dificuldades para fechar alianças e diz que foi até o deputado, a quem apoiou nas últimas eleições, apenas para prestar um esclarecimento.

Política

PSDB apoiará Quinteiro

Do Blog do Esmael:
O PSDB, partido do governador Beto Richa, corre o risco de ser extinto no Paraná depois das eleições de 2012. Veja se eu não tenho razão, caro leitor. Dos 10 maiores colégios eleitorais, os tucanos têm chances reduzidas de eleger algum prefeito. Isto mesmo. Veja os motivos:
1 – Curitiba: O PSDB vai apoiar a reeleição do prefeito Luciano Ducci, do PSB;
2 – Londrina: O PSDB não lançará candidato e apoiará o vereador Marcelo Belinati, do PP;
3 – Maringá: O PSDB não lançará candidato e apoiará Wilson Quinteiro, do PSB. Leia mais.