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Escândalo em Maringá

“Não me deixem só”

O capo Ricardo Barros, depois de repetir a estratégia de Jairo Gianoto, agora imita Collor de Mello: está convidando todos os chegados, os mais chegados e os não tão chegados assim para acompanhar a entrevista coletiva às 16h30 no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP). A ideia é passar firmeza e apoio neste momento crítico de sua carreira política, só superado pelo episódio da fuga pela janela, ao fim de seu governo, e pelo medo de subir no palanque do desfile de 7 de Setembro com medo da Operação Campo Fértil, que precedeu o mensalão e a vice-liderança do governo Lula.
Karl Marx já dizia que a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. “Não me deixem só” foi a frase usada pelo ex-presidente, que encheu as burras da administração Barros (89-92) com recursos federais, quando via seu poder (oxigênio para alguns) indo embora.

Escândalo em Maringá

No desespero por publicidade, Ricardo Barros ficou mal

De Rogério Galindo, na Gazeta do Povo:
Tem sido uma constante nos escândalos políticos. Desde o mensalão, que começa a ser julgado nesta semana, até o caso da Câmara de Curitiba, todos passam por agências de publicidade. Ricardo Barros não fugiu à regra. O escândalo levantado pelo Gaeco a partir de gravações do secretário de Indústria e Comércio começa com uma licitação de publicidade. Leia mais.

Escândalo em Maringá

No aguardo

Aguarda-se o ingresso na justiça de ações contra a coligação “A mudança continua”, por conta da gravação de Ricardo Barros, que é coordenador-geral da campanha de Carlos Roberto Pupin. Como a gravação trata de direcionamento na licitação milionária da publicidade da Prefeitura de Maringá, e a agência vencedora é a mesma que fará a campanha de Pupin, fica implícito vínculo político com o grupo, o que seria juridicamente passível de acusação de abuso do poder econômico e político.

Escândalo em Maringá

“Eu não gosto de coisa de amador, sabe Leo?”

Conversa interceptada pelo Ministério Público Estadual mostra Ricardo Barros mandando o secretário Leopoldo Fiewski, super-secretário do prefeito interino Carlos Roberto Pupin e do licenciado Silvio Barros II, fazer um acordo entre duas empresas que disputavam a milionária verba de publicidade da Prefeitura de Maringá – mais de R$ 7 milhões. Barros, que diz que era para ter “filha única” na licitação, é chamado de chefe por Leopoldo (em italiano, “capo”). Um trecho:
Barros – Um acordo nisso aí. Tá bom?
Fiewski – Tá. Hum hum.
Barros – Quem sabe fazemos uma solução salomônica aí. Porque eu achava que eles tinham se preparado pra… você imagina se ficasse um licitante só. A situação nossa, nossa situação.
Fiewski – Ia ficar muito ruim. Mas muito ruim.
Barros – Claro, corremos o risco de o Ministério Público mandar suspender e ficamos sem propaganda, pô! Entendeu. Então eu não gosto de coisa de amador, sabe Léo. De qualquer forma você, por favor, vê se faz um entendimento aí.

Blog

Publicidade

A Câmara de Maringá contratou, este mês, a Única Propaganda Ltda. para prestar serviços de publicidade, na forma de execução indireta, àquele poder. O contrato vai até 31 de dezembro deste ano e tem valor de até R$ 350 mil.

Akino

Publicidade ou propaganda?

O líder do prefeito,vereador médico Heine Macieira, em diversas oportunidade defendeu a manutenção do limite de até 5% da receita municipal para gastos com publicidade e propaganda. Alega que o ‘guverno’ Barros não faz propaganda, apenas divulga ações e promove campanhas de esclarecimentos, o caraterizaria publicidade. Dizendo que começou o curso no Cesumar,tenta desclassificar os que são favoráveis à redução da verba, afirmando que esses não sabem distinguir o que é publicidade e o que é propaganda.
Como atualmente está no ar uma campanha de rádio e TV divulgado dentre outras coisas o seguinte: “Foram 2 milhões de metros quadrados de ruas pavimentadas”, pergunto: Isto seria publicidade ou propaganda? É uma divulgação vaga, sem nenhum caráter informativo. Foram em que período? Nos últimos 8 anos? Como isto pode ser comprovado? Parece propaganda eleitoral e tenho dúvidas se não é enganosa. O horário do PP estrelando Pupin? O que seria?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Eu acredito

Li no blog do Lauro Barbosa de reproduzo: “Sem querer jogar areia, adivinha se a base deixa aprovar um projeto desse… É do vereador Humberto Henrique (PT), dispondo sobre a divulgação dos custos de publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos municipais, que, em um de seus artigos, determina que os custos sejam divulgados nas próprias peças. Nem que o mundo caia…”
Meu comentário (Akino): Ao contrário do Lauro, eu acredito que este projeto será aprovado por unanimidade e com discurso favorável do líder do prefeito. Afinal a administração Silvio II, ou ‘o guverno’, como ele prefere dizer, é transparente, honesto ético, e nada tem a a esconder. E digo mais, o próprio prefeito, seja ele Pupin ou Silvio, que estiver de plantão, pederá que os vereadores aprovem. O problema é que o presidente Hossokawa não colocará em pauta, assim como faz com o ficha limpa do Saboia.
Akino Maringá, colaborador

Política

Publicidade oficial paga campanha eleitoral

De Lauro Barbosa:
Durante a discussão da proposta de Emenda a LOM, de redução dos custos da publicidade para 1% da receita do nicípio, que ao final acabou rejeitada por 8 votos a 3, a vereadora Marly Martin (PPL), primeira signatária, disparou: “Tem campanha de prefeito pronta já toda a mídia, por conta de acertos nessa conta de publicidade. Quando, na época da campanha vão se assistir aqueles vídeos, lindos, maravilhosos (…) que iludem muitas vezes a população para votar, são arquivos efetuados ao longo do tempo, muitas vezes negociados aos custos, desta publicidade liberada.”

Geral

A farra da publicidade

De Karlos Kohlbach, Katia Brembatti, Gabriel Tabatcheik e James Alberti, na Gazeta do Povo:
Dois funcionários da Câ­­­­mara Municipal de Curitiba que trabalhavam para o vereador João Cláudio Derosso no gabinete da presidência comandaram uma rede de empresas que prestou serviço de publicidade para a Casa de forma ilegal. Documentos a que a reportagem da Gazeta do Povo e da RPC TV tiveram acesso mostram que o casal Antônio Carlos Massinhan e Francely Villagra assinou recibos em nome de cinco diferentes empresas subcontratadas pelas agências Visão Publicidade e Oficina da Notícia. As duas agências prestavam serviços de publicidade à Câmara. A Lei de Licitações não permite que servidores públicos participem, direta ou indiretamente, da execução de contratos com instituições públicas. A legislação veda até mesmo as subcontratações. Leia mais.

Blog

Publicidade nos terminais

A AMM Paraná Serviços Ltda., especializada em reparação e manutenção de computadores e de equipamentos periféricos e agenciamento de espaços para publicidade (exceto em veículos de comunicação), ganhou no início de março a concorrência para veicular publicidade no Terminal Rodoviário de Passageiros e no Terminal Urbano. A publicidade será colocada em totens de informações, televisores e relógio digital. Ela venceu com a  proposta de 5%; originalmente o edital falava em 48 meses, mas na primeira reunião o prazo foi esticado para cinco anos (60 meses).

Blog

Publicidade e marketing

A Prefeitura de Sarandi vai contratar, no dia 15 de março, uma agência de propaganda para prestação de serviços de publicidade e marketing. O valor máximo a ser pago não foi divulgado.

Blog

Retribuição

O presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, estrela uma das muitas campanhas publicitárias da Prefeitura de Maringá. Seu depoimento, em ano eleitoral, tem claro objetivo: fala que tem existido na cidade união de governantes e empresários. Lourenço ganha exposição bancada pelo bolso do contribuinte também como uma retribuição dos fratelli, já que a cooperativa que preside tem despejado dinheiro dos cooperados nas candidaturas Barros nas últimas campanhas eleitorais.