R$ 1 milhão

Akino

Custo do CAT já pode estar em R$ 1 milhão

cat-dezembro

Incrível, mas descobrimos que os aditivos primeiro e segundo ao contrato para obras do CAT – Centro de Apoio ao Turista (acima, foto feita em dezembro)- foram firmados em agosto do ano passado e resultaram na elevação da obra (inicialmente orçada em R$ 747.500,00) para R$ 769.325,74.
Com mais R$ 43.809,55, do sexto aditivo, publicado na semana passada, o valor chega a R$ 813.135,29. Ficam faltando os terceiro, quarto e quinto aditivos que não localizamos. Com eles, pode ser que o valor já tem chegado a R$ 1 milhão.Continue lendo ›

Akino

Economia de cerca de R$ 1 milhão

Não fosse nossa existência, provavelmente, o contribuinte maringaense teria arcado com cerca de R$ 1 milhão, que seria o custo da manutenção dos escritórios de representação de Maringá em Curitiba e Brasília, uma aberração administrativa criada no final da gestão Silvio II, ardilosamente, para implantação da gestão Pupin/Barros. Denunciamos o absurdo e demonstramos que as atribuições eram iguais, só mudando algumas palavras, da Secretaria de Relações Interinstitucionais, outro monstro devorador do dinheiro público que não tem qualquer utilidade, a não ser pagar salários para alguns. Até pessoas simpatizantes do grupo dominante da cidade reconhecem isso. O Guerlles abriu mão por se sentir inútil e atualmente quem usufrui é o Pignata, e mais outros que não me lembro agora.Continue lendo ›

Akino

R$ 1 milhão em livros

O registro de preços 237/2012, realizado segunda-feira pela Prefeitura de Maringá, conta com um livro mais caro que na editora. “Dengue, o confronto definitivo”, da editora Grafset, foi registrado por R$ 42,90 o exemplar. O valor no site da editora é de R$ 42. O registro feito pelo município prevê a compra de 9.165 exemplares sobre a dengue. Não há danos aos cofres do município, porque a compra ainda não foi realizada. Esse registro prevê a compra de 41.652 livros sobre dengue e tabagismo, no valor total de R$ 1 milhão. (fonte blog do Linjardi)
Meu comentário (Akino): Será que está compra é necessária? Qual o público se deseja atingir? Sobre esses dois assuntos (dengue e tabagismo) a internet está cheia. Bastaria folhetos indicando endereços. Esta compra está cheirando um esquema como aquele do Acervo da TV Cultura. Só para usar a verba da edução, comprovando o percentual legal. Quem garante que não tem uma ‘bonificação’ de 10, 20 e até 30%, tão comuns em compras de órgãos de governo. Gostaria que os vereadores honestos e bem intencionados fiscalizassem.
Akino Maringá, colaborador