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Dilemas éticos de 2013

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A prisão dos mensaleiros, as manifestações nas ruas, o caso dos beagles e a censura das biografias foram questões discutidas no ano que se encerra. A revista Veja dessa semana mostra como esses fatos tornaram ainda mais difíceis as sempre espinhosas discussões éticas.

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Agente da corrupção

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A vida do empresário Adir Assad começou a mudar quando ele trocou o ramo do entretenimento pelo da engenharia. Em quatro anos, o faturamento de suas empresas cresceu 574 vezes. Elas se tornaram peça fundamental num esquema que destinou clandestinamente 1 bilhão de reais aos bolsos de funcionários públicos e políticos corruptos. A revista Veja desta semana põe a nu as engrenagens dessa máquina.

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A nova forma da magreza

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A busca por um corpo magro e musculoso pede rigor na alimentação, uso de suplementos e muita malhação, destaca a capa da revista Veja desta semana. Pode levar ao mundo sombrio dos distúrbios alimentares. Mas, percorrida com racionalidade, pode trazer, além de beleza, os benefícios de uma vida saudável e longeva.

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Famosos contra a liberdade

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Invocando o direito à privacidade, ídolos da música brasileira saem em defesa da censura de biografias e metem-se em um labirinto retórico de dar dó. Reportagem da revista Veja desta semana explica por que a submissão de todo um gênero literário e histórico ao cabresto dos famosos é uma ameaça a um princípio inegociável da democracia: a liberdade de expressão.

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A massificação da excelência

Capa da Veja
Os melhores professores dos principais centros de ensino do planeta estão ao alcance de um clique, destaca a revista Veja neste final de semana. Esse é o princípio dos Massive Open Online Courses, ou Moocs, que vão mudar radicalmente não apenas a maneira como as novas gerações vão frequentar a universidade, mas também o modelo de funcionamento das mais reputadas instituições de educação superior.

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A justiça se curvou

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A decisão do Supremo Tribunal Federal reafirma aos olhos dos brasileiros o conceito de que no Brasil os ricos e poderosos não vão para a cadeia para pagar por seus crimes. O ministros deixaram escapar uma grande oportunidade de fazer a Justiça triunfar e o país mudar. O tema é capa da revista Veja deste final de semana.

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Alta volatilidade

Capa Veja
Na semana passada, o dólar atingiu sua maior cotação desde dezembro de 2008: 2,45 reais. O governo agiu para conter a alta, mas dificilmente a moeda americana voltará ao valor de 2 reais. A revista Veja desta semana explica o que mudou na conjuntura externa – e mostra que o Brasil, infelizmente, não se preparou para o momento de adversidade.

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A ordem veio de cima

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A revista Veja deste final de semana conta em reportgaem que o TSE sumiu com os pareceres técnicos que sugeriam a reprovação das contas do PT na época do mensalão e da campanha da presidente Dilma em 2010. A ordem foi do ministro Ricardo Lewandovski. A capa da revista é sobre a revolução no modo de fazer ginástica: aumentar a massa muscular com exercícios intensos e de curta duração, simbolizados pelo peso em forma de sino ou chaleira.

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Uma tragédia brasileira

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Um levantamento feito pelo Observatório Nacional de Segurança Viária a pedido da revista Veja, com base nos pedidos de indenização do seguro obrigatório de veículos, demonstra que a violência no trânsito é muito maior no Brasil do que fazem crer as estatísticas oficiais. Reportagem especial da edição deste final de semana mostra as razões desse triste fenômeno e o que fazer para enfrentá-lo.

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O “realismo fantástico” do governo

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Capa da revista Veja deste final de semana, que aborda a MP dos Médicos e o momento de ilusionismo As no Planalto. “As medidas anunciadas até agora, em reposta aos protestos de rua, adiantam de alguma coisa? Não. Mas iludem a plateia por um tempo. Dilma quer resolver o problema da saúde obrigando médicos a trabalhar dois anos para o governo – mais uma proposta autoritária produzida pelo “pensamento mágico” destinada ao fracasso”.

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Plebiscito não é a resposta

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Da revista Veja que começa a circular este sábado:
No governo, Dilma e seus ministros tentam emplacar um projeto de interesse do PT como uma “resposta” ao clamor dos manifestantes, o plebiscito da reforma política. No Legislativo, o presidente da Câmara e o do Senado foram flagrados em uso recreativo de jatinhos da FAB. Os episódios evidenciam a distância entre os desejos da sociedade e o mundo dos políticos.

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E não é que funciona mesmo?

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Em poucos dias, os protestos conseguiram a façanha inédita de fazer o Congresso aprovar projetos contra a corrupção, os governos reduzirem tarifas e o Judiciário mandar um político para a cadeia. O grito dos manifestantes que acordou os três poderes é capa da revista Veja desta semana.

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Os sete dias que mudaram o Brasil

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Da revista Veja que circula neste final de semana:
Quando se espalhou por São Paulo um protesto contra o aumento de 20 centavos na passagem de ônibus, todo mundo sentiu que a coisa era bem maior. Tão maior, mais inebriante, mais mobilizadora, mais assustadora e mais apaixonante que, em uma semana, multidões bem acima de 1 milhão de pessoas jorraram Brasil afora na histórica noite de quinta-feira. Todos os parâmetros comparativos anteriores, como Diretas Já e Fora Collor, empalideceram diante do abismo aberto entre os representantes dos poderes, de um lado, e o poder dos que se sentem muito mal representados, de outro. A presidente acuada, as instituições em estado de estupor, os políticos desaparecidos e a turbamulta subindo a frágil passarela do Palácio Itamaraty criaram outro sentimento estarrecedor: é muito fácil quebrar o vidro que separa a ordem do caos.

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Maternidade opcional

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O último Censo do IBGE produz uma fotografia inesperada das brasileiras que estão prestes a cruzar a fronteira dos 50 anos – no fim, portanto, do ciclo reprodutivo. Para surpresa dos especialistas, o grupo das que chegaram lá sem filhos expandiu-se 20% apenas na última década, algo impressionante do ponto de vista demográfico. A revista Veja desta semana mostra por que tantas tomam essa decisão e como isso muda não só suas vidas, mas a cultura, o mercado de trabalho – e o futuro.

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O berço do Big Data

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A capa da revista Veja que circula neste final de semana destaca que a monumental abundância de dados, sua variedade e a velocidade com que trafegam no universo digital estão revolucionando a civilização.

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Os órfãos da impunidade

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O pagamento da “bolsa bandido” explodiu nos últimos 18 anos e chegou a quase 40.000 famílias; enquanto isso uma geração de órfãos da violência cresce à sombra no Brasil. É o tema de capa da revista Veja desta semana. No Brasil, familiares de alguém morto por bandidos não têm direito a nenhum benefício exclusivo, ao passo que as famílias dos presos contam com o auxílio-reclusão – ou “bolsa-bandido”. Para ajudar a restaurar a distinção entre vítimas e criminosos, a reportagem da revista percorreu o país para ouvir crianças e adolescentes que perderam o pai, a mãe ou ambos nas mãos de assassinos. Uma outra reportagem de Veja refere-se a um assessor do deputado federal André Vargas (PT), de Londrina, vice-presidente da Câmara Federal, acusado de armar um golpe contra estatais.

Brasil

Nada será como antes

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Da revista Veja desta semana:
A partir desta segunda-feira, 32 milhões de brasileiros que contam com os serviços de algum tipo de empregado em casa terão de se adaptar a uma nova realidade. Num importante avanço social, as domésticas conquistaram direitos como o do FGTS e das horas extras. VEJA explica por que a mudança veio para ficar, ajuda a calcular seu impacto no orçamento doméstico e esclarece os 20 desdobramentos práticos mais importantes – e imediatos – da nova regra constitucional

Brasil

A influência de Rose no BB e na Previ

De Rodrigo Rangel e Daniel Pereira, na revista Veja:
Não era bem o que parecia. Quando o nome de Rosemary Nóvoa de Noronha veio a público com a deflagração da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, a amiga íntima do ex-presidente Lula e então chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo não passava de uma “petequeira”. A expressão, cunhada pelo ex-deputado Roberto Jefferson para designar funcionários públicos que se deixam corromper em troca de ninharia, parecia feita para ela. Rose, como é conhecida, foi acusada de integrar uma quadrilha especializada em fraudar pareceres oficiais para beneficiar empresários trambiqueiros. Defendia os interesses dos criminosos no governo e, em contrapartida, tinha despesas pagas por eles – de cirurgia plástica a prestações de carro. A versão da petequeira foi providencialmente adotada pelo PT. Rose, ventilou o partido, agiria apenas na arraia-miúda do governo e sem nenhuma relação com a sigla. Eis uma tese que os fatos vêm insistindo em derrubar. Leia mais.