Rotina
Do senador Roberto Requião (PMDB), hoje, no Twitter:
– Mesmo fora do governo Beto seguirá a rotina: Country Club, Ferrari, bronzeamento, pouco trabalho e muito descanso. Nada mudará para ele.
Do senador Roberto Requião (PMDB), hoje, no Twitter:
– Mesmo fora do governo Beto seguirá a rotina: Country Club, Ferrari, bronzeamento, pouco trabalho e muito descanso. Nada mudará para ele.

Na garagem do paço municipal, em Maringá, um Hyundai Azera prata ocupa uma vaga com o vistoso adesivo “Volta Requião”, como este acima. Alguns estranham, já que o prefeito é do PP, que por sua vez apoia Beto Richa (PSDB). A questão, porém, é que, para manter a teta no quadro de cargos comissionados da prefeitura, que tanto custa ao contribuinte maringaense, o PMDB local fechou um acordo que premia a infidelidade partidária: apoiará pai e filha do PP para deputado (Ricardo Barros, dono da cidade, e a herdeira Maria Victoria, que ontem pedia votos dentro da Acim). Rico em potássio, o governador tucano observa tudo com a mansidão dos últimos quatro anos em relação ao seu ex-secretário: vê sem poder reagir o marido de sua candidata a vice abrir espaço para a candidatura que mais lhe tira o sono, a do senador Roberto Requião (PMDB). Como sempre, ele pensa somente nele e nos seus.
Quem apareceu na reunião do senador Roberto Requião no final de semana, em Maringá, mas não entrou na sala, foi o presidente municipal do Partido Progressista, ex-vereador Marco Antonio Rocha Loures. Vários peemedebistas maringaenses são cargos comissionados na administração Pupin/Barros, do PP. Rocha Loures, por sinal, rivaliza com o presidente do PMDB, Umberto Crispim, em tempo à frente do partido.
Maringaenses que acompanham Roberto Requião notaram que ele não usava a tradicional camisa jeans azul e sim uma camiseta a la Zebrão. Acima, ao encontrar um correligionário (Betinho, da Sanepar) com camiseta semelhante, ele elogiou: “Bonita camisa a sua”. Abaixo, outra coisa que chamou a atenção: o cumprimento ao empresário Jefferson Nogaroli, muito ligado aos Verri e aos Barros, enquanto conversava com seu ex-secretário de Esportes, Marco Aurélio. Fotos Tabajara Marques. 
http://youtu.be/A5C8YjLZoMQ
Em entrevista a Agnaldo Vieira, do site Manchete, o senador Roberto Requião garantiu no PMDB deputado infiel terá o registro de candidatura impugnado.

O senador Requião passou hoje por Maringá e conseguiu reunir muita gente que estava afastada do PMDB que aí está há quinhentos anos e na última eleição não conseguiu eleger sequer um vereador na cidade. Havia também o pessoal do Partido Verde e do PHS. A coordernação de campanha só tem que tomar cuidado, a partir de amanhã, com a participação de gente com os direitos políticos cassados nos eventos da coligação, o que é proibido pela legislação eleitoral. Foto Tabajara Marques. Veja mais fotos aqui.
Candidato a governador pelo PMDB, o senador Roberto Requião participará de reunião com peemedebistas de Maringá, a partir das 10h, numa das salas do Hotel Deville. Também estarão no evento filiados ao Partido Verde, que está na coligação. “Agradeço a integridade e o apoio da base peemedebista”, disse Requião no Twitter, informando que, se possível, estará à tarde em Paranaguá, na festa da tainha.
O presidente do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) em Curitiba, Carlos Moraes (foto), acompanhado por um grupo de mais 150 lideranças conquistadas pelo seu trabalho de crescimento do partido, implementado no ano passado e começo deste ano, oficializaram apoio à candidatura de Roberto Requião (PMDB) ao governo do estado, o que representa um racha no PHS. Oficialmente, mesmo sem discutir e ouvir antes os solidaristas de verdade a sigla usada por aspones de Ricardo Barros (PP), optou pela coligação do governador Beto Richa. ”Não fomos ouvidos e não concordamos em fazer parte da chapa de reeleição de um governo que atrasou o Paraná 20 anos em apenas quatro. “Requião é a solução contra os desmandos registrados em todo estado”, disse Moraes na última reunião realizada com membros da executiva do diretório de Curitiba e lideranças. Moraes, que disputou a última eleição a prefeito de Curitiba, leva com ele lideranças de vários municípios do Paraná.Continue lendo ›

O senador Roberto Requião (PMDB), nesta manhã, ao vivo na Rede de Rádios, de Valderci Silva, em Paranavaí. Como amanhã ele estará em Maringá, ontem a assessoria de Requião tentou uma entrevista junto à Rádio Globo AM, emissora que pertence ao presidente do PSD, que está coligado com Beto Richa, e à deputada federal Cida Borghetti (Pros), vice de Richa. Não conseguiu, claro.
O senador Roberto Requião (PMDB) estará amanhã e sexta-feira em Cianorte e Paranavaí, e no sábado pela manhã em Maringá. O encontro na Cidade Canção será na Sala Maringá, no Hotel Deville, a partir das 9h30, e o candidato ao governo estará acompanhado dos deputados João Arruda, Hermes Parcianelo, Cleiton Kielse, Anibelli Neto e do filho, Maurício Requião Filho, que é candidato ao primeiro mandato como deputado estadual.
De acordo com integrante do Partido Humanista da Solidariedade, mais de 60% dos filiados do PHS em Maringá irão de Roberto Requião (PMDB) nestas eleições. Reflete-se aqui o que está se verificando em outras cidades, como Curitiba e Ponta Grossa. “O Viana [Valter Viana, presidente estadual do partido, secretário dos Barros] acabou com o partido, com a ajuda do Beto. Só nos resta Requião”, disse.

No Twitter, o senador Roberto Requião (PMDB) avisa que segue para Brasília e que no retorno, na quinta-feira, passará por Paranavaí, Cianorte e Maringá. Ainda no embalo da candidatura a governador, ele deve manter repetir a dose mais vezes. Na semana passada, não foi à toa que Beto Richa esteve em Sarandi na última sexta-feira e fez críticas ao senador: Richa sabe que nas cidades da região noroeste Requião é seu principal adversário.
O Comitê Financeiro da campanha de Roberto Requião, do PMDB, para governador terá um verdadeiro Trio Parada Dura: Marcelo Almeida, Francisco Simeão e Hermas Brandão.Continue lendo ›

O jornalista e apresentador de TV Carlos Moraes, uma das lideranças do PHS paranaense, está defendendo o apoio do partido à candidatura do senador Roberto Requião (PMDB). Durante a semana ele conversou com outros filiados e sentiu que o partido poderia indicar o vice na chapa peemedebista. Moraes organizou o partido em diversos munípios do estado e acredita que o PHS pode ser importante na campanha de Requião “rumo ao tetra” no Palácio Iguaçu. “Conheço o espírito combativo e construtivo do Requião e nós do PHS não temos outro caminho a ser percorrido se verdadeiramente queremos o fim da roubalheira, dos desmandos e a retomada do crescimento do Paraná. É Requião minha gente!”, disse Moraes.
Conhecido por suas ligações com o senador Roberto Requião e com o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli, o empresário Silvio Chaves (PMDB), ex-prefeito de Nova Esperança, acompanhou de longe a passagem de Beto Richa por Sarandi, segunda cidade da micro-região de Maringá. Junto com o presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim, secretário da administração Pupin/Barros, Silvio Chaves tentou colocar seu xará Silvio Barros II (PHS) como vice de Requião – mas não deu certo. Motivo: Ricardo Barros, o irmão mais novo e chefe da turma, “queria muito”.
As chances de a deputada federal Cida Borghetti (Pros) ser vice também são mínimas, por causa do mesmo motivo.
Trecho de discurso do governador Beto Richa, hoje em Sarandi, em que desmente números divulgados pelo senador Roberto Requião divulgou sobre contratação de policiais em seu governo. Disse que o ex-governador tem estilo agressivo, truculento e sem compromisso nenhum com a verdade.

Os opositores dizem que, com Requião candidato, o PMDB será obrigado à chapa pura, já que haveria uma dificuldade de coligação por conta do temperamento do senador. Neste caso, uma das opções seria o professor Claudio Ferdinandi, de Maringá, pisciano como Requião. Seria uma chapa bem madura: cada um tem 73 anos de idade. Uma diferença, porém, é o patrimônio de cada um: em 2010, Requião declarou que seu bens somavam quase R$ 800 mil; em 2012, Ferdinandi, vice de Pupin, declarou não possuir nenhum bem. Sem contar que, em caso de vitória, Maringá voltaria a ficar sem vice-prefeito, como ocorreu nas gestões Silvio Barros (quando Walber Guimarães renunciou para ser deputado federal) e Jairo Gianoto (ocasião em Marquinhos Alves preferiu permanecer como deputado estadual).
Embora tenha circulado no final de semana a informação a respeito da possibilidade de o vice de Roberto Requião poder sair do PT, no sábado o blog soube que o senador peemedebista telefonou para o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), propondo justamente a vice. Foi o candidato a governador pelo PHS quem fez questão de divulgar a notícia do telefonema para alguns interlocutores.
Do senador Roberto Requião no Twitter:
– Os aloprados venderam ao Beto Richa pensando que podiam comprar tudo e a todos? Aprenderam que tem gente decente.
A derrota do grupo que apoiava a coligação do PMDB com o PSDB é mais uma demonstração que o grupo que cerca o governador Beto Richa é fraquinho e precisa tomar muito Toddy. “Correram atrás dos caciques, e se esqueceram dos índios”, disse um observador político da região. Com a confirmação da candidatura de Roberto Requião, abre-se uma nova situação no quadro eleitoral paranaense.
Oficialmente, os seis votos que o PMDB de Maringá tem na convenção estadual, que se realiza hoje em Curitiba, serão para a candidatura própria ao governo do estado – neste caso, o senador Roberto Requião. Já delegados da região defendiam a candidatura própria, mas com Orlando Pessuti, ex-vice-governador que abriu mão da disputa para apoiar Richa. O deputado federal Osmar Serraglio, presidente do PMDB paranaense, disse ontem à CBN Cascavel que a tendência na convenção é pelo apoio à reeleição de Beto Richa (PSDB). Ele confirma que recebeu a informação de que delegados estavam recebendo propostas de “favores” e que o PMDB decidiu bancar as despesas dos delegados em Curitiba, para evitar que terceiros façam.
PS – O Blog do Esmael está com transmissão ao vivo: aqui.
O governador Beto Richa (PSDB) está nomeando delegados do PMDB em cargos comissionados, denuncia o senador Roberto Requião (PMDB), que, se conseguir viabilizar a candidatura própria no partido, terá grandes chances de voltar ao Palácio Iguaçu. De acordo com o que o blog publicou no final de maio, tem voto da convenção valendo R$ 20 mil.

Marco Felipack informou em seu blog o desembarque do senador Roberto Requião (PMDB) na Argentina (Buenos Aires), acompanhado do maringaense Jeferson Nogaroli, ligado a Ricardo Barros (PP) e Enio Verri (PT), além da senadora Gleisi Hoffmann (PT), que teria interferido recentemente em seu favor na justiça. Diz o texto: “Requião tenta escapar da crise equina e do momento que o Paraná sofre com enchentes. Estava acompanhado do Jeferson Nogaroli, dono do Mercado Canção de Maringá [Supermercado Cidade Canção)] e que deve milhões em ICMS ao Estado. Foram na classe executiva. No desembarque Requião deu carteirada e furou Aduana. A foto é no ônibus ao desembarcar do voo 2267 da Aerolineas Argentinas, que saiu às 15h do Afonso Pena.
Via Twitter, o senador Roberto Requião toca em assunto abordado ontem no blog: “Querem comprar a convenção para vender o Paraná. Denuncie, entre em contato conosco. PMDB sempre”. De acordo com o buchincho, votos de convencionais contra a candidatura própria do partido estariam custando R$ 20 mil. Amanhã às 10h o pré-candidato ao governo do estado estará no Golden Ingá para mais um encontro com peemedebistas locais (aqui).
Um ex-peemedebista maringaense, hoje prócer de um partido nanico do condomínio partidário de Ricardo Barros, lamentava ontem nos corredores do paço municipal não pertencer ao partido na condição de convencional nestas horas que antecedem a realização de uma convenção (dia 20 de junho) que decidirá ser o PMDB terá ou não o senador Roberto Requião como candidato ao governo do estado – e com grandes chances de eleição, se isso acontecer. É que, de acordo com o assessor da administração Pupin/Barros, cada voto de convencional estaria valendo R$ 20 mil. O dinheiro, neste caso, seria para o delegado não votar na candidatura própria.
O vice-prefeito de Maringá, Cláudio Ferdinandi, do PMDB, que é muito inocente em política, sonha com uma promessa do senador Roberto Requião, de que, se ele for candidato ao Governo pelo PMDB, Cláudio será o seu vice. Cláudio é vice-prefeito de Maringá, é um homem sério e educado, mas está sonhando com um promessa que é só promessa. Se sair candidato, Requião terá que fazer alianças com outros partidos. E vamos reconhecer: Cláudio Ferdinandi é de Maringá, mas no PMDB e possíveis aliados, têm, no mínimo 10 candidatos politicamente melhores que o professor Cláudio.Continue lendo ›
http://www.youtube.com/watch?v=EFz2xdA1rEA&feature=share
O governador Beto Richa (PSDB), que está entrando para a história paranaense como o homem que pode ter quebrado o estado, foi entrevistado ontem no Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo. Bateu forte nos concorrentes Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), dando o tom da campanha deste ano.
O senador Roberto Requião disse que vai continuar percorrendo municípios paranaenses, se reunindo com peemedebistas de verdade, e anunciando seu desejo em disputar o Governo do Paraná. Ele está confiante de que seu nome será homologado candidato na convenção de 14 de junho.Continue lendo ›
O senador Roberto Requião (PMDB) fala ao programa Argumento, da TV Senado, sobre a CPI dos Ônibus. As lideranças dos partidos do Senado já indicaram senadores suficientes para compor a CPI, que estará pronta para funcionar a partir da próxima segunda-feira. Apenas o PT não indicou representante, o que não impede seu funcionamento. Requião espera ser o relator e adverte que não será uma CPI espetáculo, de véspera de eleição.

O PMDB Jovem de Maringá até que está firme na campanha “Volta, Requião”, que, se acontecesse, seria a grande jogada da campanha eleitoral deste ano. Chegaram até a lançar candidatos a vice de Requião, justamente os únicos dois que, na última passagem do senador por Maringá, mostraram-se pouco interessados em candidatura própria do partido. Veja na foto de Tabajara Marques: Claudio Ferdinandi e Umberto Crispim (este, constrangido ao extremo) nem ergueram as mãos na hora do “viva” a Requião.
PS – Falando em campanha, leitor sugere a “Volta pra roça, Pupin!”.
Nunca o cenário eleitoral paranaense foi tão favorável a uma candidatura a governador como a do senador Roberto Requião (PMDB). Imaginem ele num debate com Gleisi Hoffmann (PT) e Beto Richa (PSDB), ambos de configuração ideológica gelatinosa? Acredite: essa conversa é o que se ouve nas calçadas, vem das ruas.
Reportagem do Maringá Alerta sobre duas alunas de colégio do Conjunto Requião, em Maringá, que saíram nos tapas na última sexta-feira, informa sobre as medidas tomadas pela direção da escola, que incluíram chamar a atenção do aluno que disponibilizou as imagens na internet.
Do senador Roberto Requião (PMDB), depois que os deputados aprovaram o auxílio moradia para os juízes paranaenses:
– Agora auxilio residência devera ser estendido a delegados de polícia, procuradores do estado, professores transferidos,etc,etc. Beleza pura.

O senador Roberto Requião aproveita o discurso do presidente do PMDB de Maringá para tirar uma foto da galeria do plenário da câmara municipal, que estava bem ocupada. Inicialmente, o local reservado para o encontro era o Plenarinho Horácio Raccanello, diminuto para uma reunião com a presença de um ex-governador. Entre os presentes estava Marco Aurélio Saldanha Rocha, ex-secretário de Esportes do último governo Requião, que hoje preside o PR local. Foto Tabajara Marques. Veja mais fotos aqui.
Ao falar no encontro regional do PMDB, realizado nesta manhã em Maringá, o senador Roberto Requião foi claro ao colocar seu nome na disputa pelo Palácio Iguaçu: “Se eu não disputar, o menino bonitinho ganha. Se eu disputar, ganho no primeiro turno”. Irônico como governador tucano – falou inclusive de sua predileção por motocicletas velozes -, Requião viu o vice-prefeito de Maringá, Claudio Ferdinandi, ser lançado para sua vice. Os nomes defendidos pela direção do PMDB eram, até então, os da deputada federal Cida Borghetti (Pros) e do ex-prefeito ímprobo Silvio Barros II (PHS). O presidente estadual do PHS, Valter Viana, secretário da administração do PP em Maringá, e que responde a processo por improbidade, chegou a fazer parte da mesa principal. O ex-vereador João Alves Correa, que não disputou a reeleição por causa de uma condenação por improbidade, foi o mestre de cerimônias.
Do Blog do Esmael:
O deputado estadual Waldyr Pugliesi, ex-presidente do PMDB do Paraná, há pouco, em Cambé, Norte do estado, aceitou o chamado do senador Roberto Requião e aderiu ao projeto da candidatura própria da legenda ao Palácio Iguaçu. Pugliesi era tido até hoje como membro da tropa de choque do governador Beto Richa (PSDB) na bancada estadual peemedebista, que vem lutando por uma coligação com os tucanos. Leia mais.
O deputado estadual Enio Verri, presidente do PT do Paraná, minimiza a força do senador Roberto Requião (PMDB) numa eventual candidatura a governador nas eleições deste ano. Em entrevista à BandNews, ele disse que é exagero considerar que Beto Richa ganha a eleição no primeiro turno, sem o PMDB na disputa pelo Palácio Iguaçu. Para o parlamentar, o ex-governador está longe de ser o salvador da pátria. Verri foi secretário de Planejamento do último governo Requião.