salários

Akino

Saboia não deixaria o povo com as pernas quebradas

Li no blog do Lauro Barbosa e reproduzo: “Para os que torcem para que os vereadores também revejam os $uper$alários dos secretários municipais, vice-prefeito e prefeito, no momento, está assim a posição dos que integram a Comissão de Finanças e Orçamento (CFO): Humberto Henrique: favorável; Saboia: disse que depende de pressão popular – Saboia é o presidente da CFO – e Bravin: está em cima do muro. Já o presidente da Câmara, Mário Hossokawa, acha que não deve ser mexido.”
Meu comentário (Akino): Tenho outra informação, a de que Bravin quer a revisão. Continue lendo ›

Blog

Temendo o acesso à informação

A entrada em vigor da lei de acesso à informação, tem funcionário público de carreira preocupado na Câmara de Maringá. Prevê-se que quando chegar oficialmente à comunidade maringaense o valor dos salários recebidos por alguns servidores, acrescidos dos benefícios como horas extras, o espanto será geral – e, de novo, os vereadores entrarão na roda por não cuidarem, como deveriam, de seu próprio território.

Opinião

Vote em mim

De José Boromelo:
Esta é a mensagem tácita que os vereadores da Cidade Canção mandaram aos eleitores com a aprovação, em primeira discussão, de um projeto de lei que define seus subsídios em R$ 6,9 mil. Já não era sem tempo dessa novela ter um fim, pois há alguns meses a população aguarda o desfecho da trapalhada legislativa. A participação popular foi assídua, com manifestações de entidades organizadas, imprensa e cidadãos indignados e que acabaram surtindo o efeito desejado.Continue lendo ›

Akino

Heine desmente John

Acabo de assistir a gravação da sessão desta terça feira da Câmara de Maringá e notei que logo apos a fala do vereador John, na sessão de hoje, que mais uma vez insistiu que Humberto havia sido favorável ao subsídio de R$ 12.025,00, valor que tinha sido aprovado por unanimidade, o líder Heine Macieira, sem querer, o desmentiu dizendo, mas ou menos o seguinte: “Ficou decidido pela maioria. No meu entender os vereadores saíram da reunião para decidir. Nós não vamos decidir ainda, disse Humberto. Vamos reunir e decidir. Naquele momento eu já sabia que eles iriam se posicionar contra”.
Conclusão: Se foi por maioria, não houve unanimidade. Se eles (Humberto, Mário e Manoel) saíram para decidir, não tinham concordado. Se Heine disse que sabia que eles iriam se posicionar contra, então não tinham se posicionado. Ficou claro o desmentido, de Heine, ao que tinha afirmado John.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quanto ganham os comissionados da Câmara?

São os seguintes os valores pagos aos nomeados para cargos em comissão da Câmara de Maringá: CCL-1 R$ 8.831,83- CCL-2 R$ 6.523,51- CCL-3 R$ 5.586,80- CCL-4 R$ 4.516,28- CCL-5 R$ 3.412,30. Ao todo são 68 comissionados, sendo 2 CCl-1-; (Diretor Geral e Procurador Jurídico) 3 CCL-2 ( Diretores de Controle Interno, Legislativo e Administrativo) 18 CCL-3 (Chefe de Gabinete da Presidência; Coordenador de Comunicação – Chefes de Gabinetes dos Vereadores; Assessor de Gabinete de 1ª Secretaria; 15 CCL-4 ( Assessores Parlamentares nos gabinetes dos Vereadores) 30 CCL-5 ( Assessores de Gabinetes dos Vereadores).Continue lendo ›

Akino

Legislando em causa própria

É bem provável que o casal Heine Macieira e Flor Duarte esteja pensando que, com a possível eleição de Pupin, a secretária de Cultura continue sendo a atual. Deste modo, ao defender que o salários de secretários, para a próxima gestão, não seja reduzidos, como foram dos vereadores, não estaria Heine legislando em causa própria? Gostaria de ouvir o pensa o nobre líder do prefeito sobre este assunto. Por que ele defende R$ 12.025,00 para secretários?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Pegadinha dos malandros II

Li no blog Café com Jornalista e reproduzo: “Integrantes do movimento “Supersalários Não” amanheceram eufóricos, comemorando nas redes sociais a suposta vitória conquistada na sessão ordinária de quinta-feira (24). Surpreendentemente, a Câmara aprovou em primeira discussão, em regime de urgência, o subsídio de R$ 6,9 mil para os vereadores – em sobreposição ao valor de R$ 12 mil, aprovado às pressas e novembro do ano passado.
Mas há realmente motivos para comemorar? Apesar de o resultado da votação dar a impressão de que trará economia para os cofres públicos, na prática, não foi isso que aconteceu.Continue lendo ›

Akino

Aplausos, mas nem tanto

Leitor faz o seguinte comentário a propósito do nosso pedido de desculpas ao dr. Manoel: “Não me penitencio… Acho sim que foi um equívoco e o dr. Manoel precisaria se desculpar. Senão vejamos:– E se, quando Hossokawa foi conversar com a a$$im (uma espécie de “indicadora” de suas atitudes), a entidade tivesse ficado do lado dos do Amém?– E se a OAB (muiiito tardiamente e só Deus sabe quais os interesses a não ser o de “aparecer” depois que todos já deram seus pareceres) não tivesse se manifestado?– E se a Igreja Católica também não tivesse mandado seu recado através do Conselho de Leigos?– E se os verdadeiros organizadores contraos $uper$alário$ (aqueles que o Heine tanto chamou de meia dúzia de gatos pingados e baderneiros) não tivessem continuado na luta pela revogação dos R$ 12.024,45, através das redes sociais e do acompanhamento em todas as sessões da câmara, com o oferecimento de pizzas cobrando a votação do resultado da Audiência Pública feita e aceita pela Comissão de Finanças e Orçamento com o projeto de R$ 8 mil?- E se os vereadores não tivessem voltado atrás? Os subsídios, que é isso que tem que ser, pois vereadores devem continuar com os seus afazeres e suas profissões continuariam com os $uper$alário$ de R$ 12.024, 45 e um abraço pro gaiteiro, né não, dr. Manoel?”.
Meu comentário: Caro leitor, para ser sincero, concordo plenamente com você. Continue lendo ›

Blog

Vaidade, ciúme, inveja…

O que levou vereadores da Câmara de Maringá, onde a Turma do Amém manda e desmanda, a trocar um salário de R$ 8 mil por um de R$ 6,9 mil? A resposta está no título desta postagem: ciúme de homem. A cidade toda comenta que o melhor vereador da casa é Humberto Henrique, do PT, que participa da Comissão de Finanças e Orçamento, e era quem havia proposto o subsídio de R$ 8 mil, valor mais palatável que os R$ 12 mil que Heine, John, Hossokawa et caterva defendiam e aprovaram anteriormente.
A base aliada chegou a colocar o vereador João Alves Correa (PMDB), de triste passagem pela presidência da casa, para “bater” no petista, que respondeu chamando-o de mentiroso. No fundo, com boa parte comprometida com a improbidade e, por isso, impossibilitada de disputar a reeleição, a base aliada busca transformar os independentes em iguais. Ainda mais quando nos bastidores se comenta que Humberto Henrique, de postura irretocável no mandato, deve ser o mais votado dos vereadores nas eleições deste ano.

Blog

Outros valores serão reduzidos

Onde a gente se inscreve para tentar uma vaga de secretário municipal, a partir de janeiro de 2013? É que os vereadores maringaenses, que são 15, depois de aumentar em R$ 4 mil a verba para contratação de assessores, baixaram os subsídios dos próximos vereadores para R$ 6,9 mil, mas mantiveram R$ 12 mil para os secretários e R$ 25 mil para o próximo prefeito. Mas, calma: a Comissão de Finanças e Orçamento fará outro projeto, específico para os subsídios do prefeito, vice e secretários, já que os valores aprovados também são supersalários.

Akino

John será o grande vitorioso

Se for confirmada a aprovação de subsídios de R$ 9,5 mil para vereadores de Maringá, John será o grande vitorioso. É verdade que ele quer R$ 12.025,00, para isto lutou desde que foi representado por Crispim naquela licença ‘meio mandraque’ que tirou para permitir que o companheiro sentisse o gostinho dos subsídios atuais. Mandraque, porque mesmo de licença participou de duas das mais importantes votações do período, as que aprovaram os subsídios e do cadastro das geminadas, onde inclusive protagonizou o espetáculo de quase nudismo.
Na derrubada do projeto da CFO, que fixava em R$ 8 mil, mudou o voto de Luiz do Postinho,sabe-se lá de que forma.
Se John for o grande vitorioso, os grandes responsáveis serão dr. Manoel e Mário Hossokawa, e o grande auxiliar W. Andrade. Onde está a sociedade organizada? Onde estão as igrejas que não se movimentam? Onde está todo mundo?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Um prejuízo de R$ 1,5 milhão

Li no blog do Lauro Barbosa e reproduzo: “Deve entrar em discussão na sessão desta quinta-feira, em regime de urgência, o novo projeto da CFO de redução do subsídio dos vereadores. A proposta agora é reduzir para R$ 9,5 mil. Fiquei sabendo que não há consenso, mas, tem voto para aprovação.”
Meu comentário (Akino): Se aprovado o subsídio de R$ 9,5 mil representará uma despesa adicional de cerca de R$ 1,5 milhão, nos quatro anos, em relação aos R$ 8 mil, que seriam aprovados, caso o dr. Manoel não tivesse votado contra. É este o montante do prejuízo que representa o seu voto. Por esta razão ele tem obrigação de se mobilizar para apresentar emenda no valor de aproximado, e mobilizar os outros 7 vereadores que votaram pelos R$ 8 mil, naquela famigerada sessão, para derrubarem o esquema montando pelos que, no fundo, não querem a redução.
Akino Maringá, colaborador

Política

Hossokawa quer votar salário antes de viajar para o Japão

Depois de desperdiçar a oportunidade de exercer o direito do voto há algumas sessões, em relação aos subsídios dos próximos vereadores, prefeito, vice e secretários de Maringá, o presidente da câmara municipal, Mário Hossokawa (PMDB), quer limpar a barra antes de viajar para o Japão. A viagem, de 15 dias, vai custar quase R$ 17 mil em diárias para os cofres do Legislastivo. Ele procurou a Acim na semana passada para pedir apoio à proposta de um salário de R$ 9,5 mil, mas os diretores da entidade não a receberam com entusiasmo e não manifestaram apoio. Se a Acim não apoia, imagine as demais entidades que estão engajadas há tempos na defesa da redução dos subsídios. Hossokawa, porém, tem insistido.
PS – A propósito, ontem o vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes (PMN), da Comissão de Finanças e Orçamento, mostrou surpresa quando foi informado de que o salário do próximo prefeito de Maringá, pela proposta original, seria maior que a do prefeito de São Paulo. Saboia está bem de assessoria…

Política

Mamborê reajusta subsídios

Os vereadores de Mamborê aprovaram ontem à noite o aumento de subsídios para prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores para a próxima legislatura. O aumento ficou em torno de 25%, e muita gente não gostou. O prefeito passará de R$ 13.671,37 para R$ 17.100,00; o vice, de R$ 4.997,52 para R$ 6.250,00; secretários, de R$ 4.480,53 para R$ 5.600,00; e vereadores, de R$ 3.773,78 para R$ 4.750,00.

Akino

A culpa é da imprensa

Li no blog do Linjardi e reproduzo: “Alguns vereadores deram piti na sessão de hoje da Câmara Municipal. A turma está indignada com a reportagem de domingo de O Diário, onde é comparado que apenas 1,2% dos maringaenses tem salário igual ou superior ao de vereador – R$ 12 mil. Detalhe é que para se chegar a um salário desses no setor privado, as exigências são muitas por parte de quem está contratando. Já para ser vereador, é exigido, basicamente, ser maior de 18 anos, alfabetizado (ou quase isso) e ter a ficha limpa na Justiça. Um dos alvos dos ataques dos vereadores mais exaltados é o repórter Murilo Gatti. Continue lendo ›

Akino

Supersalários de assessores II

A propósito da postagem, leitor com pseudônimo de Vergonha fez o seguinte comentário: “Meu filho, recentemente formado em Direito pela UEM, teve que eliminar um elevado número de concorrentes para ser nomeado em cargo de provimento em comissão do Estado, na condição de advogado dativo de presidiários. Foi para Foz do Iguaçu, ganhando uma merreca de R$ 2.000,00, de cujo total ainda tem descontado os valores relativos à previdência social e ao imposto de renda. Enquanto, aqui, no município de Maringá, um monte de ficha suja e de gente sem as mínimas qualificações ganham horrores ocupando cargos em comissão, pouco ou quase nada produzindo em favor dos interesses dos munícipes. Isso sem contar as chamadas gratificações por encargos especiais que andam enchendo o bolso de muita esperta”.
Meu comentário: Meu caro Vergonha, conheço jovens estudantes que após 5 anos de universidade, duas pós, estudam em média 4 horas diárias, além de trabalhar outras 7, ganhando cerca de R$ 3.500,00, Continue lendo ›

Akino

Inexplicável

O sempre bem informado Lauro Barbosa, emite a seguinte opinião em postagem que reproduzimos: “As seguidas tentativas do prefeito licenciado por 100 dias, Silvio Barros, de explicar este lonnnnnnnngo período de afastamento, não cola. Mesmo o mais ingênuo dos cidadãos, não engole. É o tipo da coisa que quanto mais mexe mais fede. Melhor seria que ficasse quieto.”
Meu comentário (Akino) – Concordo, meu caro Lauro, é inexplicável esta licença, a não ser que foi uma alternativa à não renúncia. Dizer que motivo é a participação na Rio+20 é uma inverdade deslavada. Inexplicável, também, o voto do dr. Manoel contra a proposta da CFO, baixando de R$ 12.025,00 para R$ 8 mil os subsídios dos vereadores, sob o argumento de que queria R$ 6,6 mil (tudo ou nada). Neste caso continuamos dando o benefício da dúvida. Não quero acreditar que foi, como diria o cabloco, de caso pensado, para ajudar o genro Soni e o grupo John, Hossokawa e Macieira. Ainda acredito que terá a humildade de reconhecer a pisada na bola e lutar para que o projeto volte a tramitar e mude a sua maneira de pensar.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Por um voto, prejuízo de R$ 3,6 milhões

Agradeço a pronta resposta do gabinete do dr. Manoel, em e-mail enviado a este colaborador, que reproduzimos a seguir:
“Caro(a) Sr(a) Akino: O Senhor(a) que acompanha as atividades da Câmara Municipal de Maringá tem conhecimento do posicionamento do dr. Manoel na questão dos subsídios. Caso queira, pode passar aqui no gabinete que lhe entregaremos documentos (atas, vídeos das sessões) que comprovam que nunca o dr. Manoel foi a favor do subsídio de R$ 12.025,00.
Acreditamos que o eleitor maringaense está recebendo um verdadeiro desserviço da imprensa que, apressadamente, não informa como os fatos se deram/dão. Lembra-se da votação do ano passado? Lembra-se quando foi votado o projeto que fixou o subsídios em R$ 12.025,00?? Lembra-se quem votou contra? Foram o dr. Manoel e outros dois vereadores. Continue lendo ›

Opinião

Sete homens e um destino

De José Luiz Boromelo:
A população da Cidade Canção foi mais uma vez brindada com acontecimentos políticos dignos de um bom roteiro de Hollywood. Os legítimos representantes do povo resolveram legislar em causa própria, a despeito das inúmeras demonstrações de desagrado por parte dos eleitores, com respeito a decisões que se mostraram essencialmente corporativas. O imbróglio do aumento dos subsídios dos parlamentares municipais se arrasta há um bom tempo, e apesar das pressões de entidades, grupos organizados de diversos segmentos da sociedade e dos cidadãos comuns que demonstraram sua indignação, fez-se a vontade da maioria dos edis maringaenses. A votação da referida matéria acabou com um empate de 7 a 7, restando somente ao presidente daquela casa legislativa a decisão final. Porém, de maneira inesperada e fazendo uso das prerrogativas que o regimento interno lhe proporciona, manteve-se “em cima do muro”, preferindo abster-se de externar sua posição. Em outras palavras, sua inexplicável omissão foi decisiva para que o projeto de lei fosse aprovado.Continue lendo ›

Akino

Eles não querem a revogação dos supersalários?

Fala-se muito da redução dos subsídios dos vereadores, e pouco ou nada dos de prefeito, vice e secretários. Com a informação de que John e W. Andrade pressionaram Luiz do Postinho, que ‘arregô’, para usar uma expressão do Pânico na Band, e votou contra a redução, segundo fontes, com medo de perder a legenda, ameaça de teria sido feita por Ricardo Barros, podemos concluir que os Barros e Pupin não querem a redução dos salários de prefeito, secretários e vereadores.Continue lendo ›

Blog

Nas homilias

O assunto nas missas de Maringá neste domingo foi o comportamento dos vereadores que votaram pelo aumento dos subsídios. Os que votaram pela redução foram elogiados, inclusive em homilias; os outros (Heine Macieira, Manoel Sobrinho, Luiz do Postinho, Wellington Andrade, João Alves Correa, Paulo Soni, Zebrão e Mário Hossokawa) entraram num verdadeiro corredor polonês.

Blog

Na base da pressão

Os vereadores João Alves (PMDB) e Wellington Andrade (PRP) teriam sido os que fizeram o colega Luiz do Postinho (PRP) votar pela manutenção do supersalário na próxima legislatura. Embora os três estejam fora da próxima legistura, seja por força da ficha limpa ou da decepção que causaram ao eleitor, prevaleceu a vontade de uma quarta figura na história. John e Wellington, soube-se depois, teriam transmitido a Luiz do Postinho um recado do capo Ricardo Barros (PP): ou votava contra a redução ou não teria vaga garantida no PRP para disputar a reeleição.

Akino

Foi chantagem?

Chantagens não seriam incomuns em grandes votações no Legislativo. Numa das últimas legislaturas, numa determinada Câmara da região noroeste, um vereador teria sido chantageado pelo então presidente e diretor, que, de posse de uma foto comprometedora, ameaçavam revelar sua opção sexual, mantida em segredo pelo edil. Notem bem, teria sido. Em função disso ele, que era oposição, mudou completamente de lado.
Sem nenhuma analogia, há informação de que o vereador Luiz do Postinho, que no dia anterior havia declarado que votaria pelo valor de R$ 8 mil, teria sido pressionado por dois conhecidos vereadores, muito amigos, e mudado de posição na hora. Teria sido só pressionado, ou foi chantageado?
Akino Maringá, colaborador

Andye Iore

Como Silvério dos Reis

Se Hossokawa agiu como Pilatos, que sabia de Jesus Cristo era um homem bom, mas deixou que fosse crucificado, o vereador médico Manoel Sobrinho pode ser comparado a Joaquim Silvério dos Reis, que sendo um dos inconfidentes, traiu seus companheiros. Lutador desde o começo contra os supersalários, ao se aliar ao estrategista também vereador médico Paulo Soni, e votar contra a redução para R$ 8 mil , traiu seus companheiros de luta, Humberto, Marly e Mário Verri, que ganharam a companhia de Bravin, Saboia, Flávio Vicente e até Márcia Socreppa.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vereador confessa que é demagogo

Em mais um discurso enrolado, o vereador médico Paulo Soni, genro do vereador médico Manoel Sobrinho, ao defender sua emenda fixando de cerca de R$ 6,6 mil os subsídios de vereadores para a próxima legislatura, disse que pretendia fazer para R$ 3 mil, mas seria ‘muita demagogia’. Então R$ 6,6 mil é menos demagogia? Por falar em demagogia, o sogro não ficou atrás.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Hossokawa preferiu se omitir

Consultando o artigo 22 do Regime Interno da Câmara chega-se à conclusão que o presidente Mário Hossokawa tinha direito a voto, mas preferiu se omitir. No caso das geminadas, em situação idêntica, ele usou o direito para decidir contra o regime de urgência.
Akino Maringá, colaborador

Opinião

A vontade da população embaixo do tapete

De Paulo Vidigal:
Alguns vereadores parecem acreditar que o eleitor não tem memória. De fato muitas pessoas não estão nem aí para nada. Pensam que as coisas são assim mesmo e pronto. Não se preocupam em acompanhar o que acontece na política de sua cidade. Essa postura acaba contribuindo para que as coisas continuem do jeito que estão. Aqueles políticos que não tem nenhum comprometimento com a coisa pública estão plenamente satisfeitos com isso. Devem estar comemorando o dia de hoje. O dia em que mais uma vez a vontade da população foi colocada embaixo do tapete…

Opinião

Rejeitar os R$ 8 mil é aprovar os R$ 12 mil

De Ronaldo Nezo:
Nenhum vereador que votou contra o projeto da Comissão de Finanças e Orçamento reconhece que é favorável ao salário de R$ 12 mil. Nenhum. Publicamente, todos têm bons argumentos para sustentar que os subsídios aprovados no ano passado foram um erro. Acontece que os argumentos dos parlamentares são facilmente desconstruídos. Leia mais.

Akino

Consenso comparecerá?

O Tribuna da Massa, bom programa da hora do almoço na Rede Massa, fez uma brincadeira com a tão falada falta de consenso, que segundo o presidente Hossakawa tem impedido a colocação em pauta do projeto de redução dos supersalários. Soares Manzani ligou para o consenso que prometeu comparecer na sessão de hoje. Na verdade o consenso ,também conhecido por R$ 9.400,00, é muito amigo de Heine Macieira, John, do presidente e de alguns outros que não aparecem.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Quem? Eu me preocupar?

Na Câmara de Maringá tem gente preocupada: como o prefeito licenciado Silvio Barros II não terá remuneração durante os 100 dias de licença (só faltava pagar, já que a taxa de inscrição na Rio+20, R$ 120 mil, quem está bancando é o município), como sobreviverá sem o salário pago com o IPTU do maringaense?
Com coisa que alguém que acabou de comprar um imóvel de R$ 1 milhão 350 mil está preocupado com salário…