saúde

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Quase quatro horas depois…

…e nada. A mulher que passou mal dentro do restaurante CIC HM, região central de Maringá, acabou não sendo atendida pela saúde pública que aparece nos comerciais de televisão da administração municipal. A mulher, funcionária do local, estava sofrendo fortes dores e hemorragia; orientado a chamar o Samu e a prefeitura, nenhum dos dois atendeu o caso. Há pouco minutos um veículo do programa Maringá Urgente (Tibagi/SBT) a encaminhou para atendimento. O proprietário do estabelecimento, Lourival, mostrava-se revoltado com o descaso. A alegação é de que não havia, nessas quase quatro horas, nenhuma ambulância disponível na cidade que é vendida como modelo para o Brasil.

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A farsa da saúde de primeira

Uma senhora passou mal no restaurante localizado no CIC HM, na rua Santos Dumont, em Maringá, por volta das 11h. Preocupadas, as pessoas ligaram pedindo ajuda ao Samu, que por sua vez passou a bola para a Prefeitura de Maringá, que por sua vez alega que são muitas ocorrências e há poucas ambulâncias. Resultado: são 14h e a mulher continua lá, para revolta de todos, aguardando atendimento daquela que a revista Veja disse ser a saúde pública com cara de saúde privada.

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Política de cara limpa

O governador Beto Richa exonerou no último dia 17 o conhecido Maurílio Donizete de Jesus, que ocupava cargo em comissão de chefe de Divisão (1-C) na 15ª Regional de Saúde. A nomeação de seu sucessor ainda não foi disponibilizada, mas há quem garanta que será o sogro de um assessor de deputado estadual.

Saúde

MP pede, de novo, intervenção em Paiçandu

O Ministério Público do Paraná protocolizou um novo pedido para interferência do Estado do Paraná em Paiçandu em ação civil pública, que busca obrigar o governo estadual a assumir a responsabilidade das ações e serviços de saúde naquela cidade. A Promotoria de Justiça de Proteção à Saúde Pública alega irregularidades encontradas no sistema de atenção básica à saúde. Como a prefeitura não estaria adotando as providências para mudar a situação, cabe agora à Justiça analisar o pedido apresentado pelo MP-PR. Uma vistoria realizada pela Vigilância Sanitária em outubro revelou diversas inconsistências nos estabelecimentos de saúde de Paiçandu. Em dois dos sete postos de saúde inspecionados as irregularidades são tão graves que foi realizada a interdição das unidades no último dia 9. Leia mais.