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Saúde

Vídeo da Odontologia da UEM é premiado

O vídeo acima, “Consolidando o HumanizaSUS na Clínica Odontológica da UEM: inovação e trabalho coletivo”, foi um dos dez premiados no Concurso Nacional Somos Parte do SUS que Dá Certo. O vídeo foi produzido pelo curso de Odontologia, em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Odontologia Integrada. Ele retrata a experiência da implementação das diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH): Acolhimento, Clínica Ampliada; Cogestão; Valorização do Trabalho e do Trabalhador do SUS; Ambiência; e Defesa dos Direitos dos Usuários.Continue lendo ›

Brasil

“Medicina de pobre”

Do Perito.Med:
Com 92% de reprovados apenas na primeira fase do Revalida, uma prova tão fácil que mais de 80% dos alunos de universidades federais que a fizeram em caráter experimental foram aprovados, o governo já avalia a entrada desse excedente de reprovados no Programa Mais Médicos.Ou s eja, para revalidarem diploma e serem médicos de verdade, não dá pois foram tão mal na prova de conceitos básicos que não conseguiram sequer ir para a segunda fase. Mas para serem enfileirados no programa marqueteiro de Dilma e Padilha e irem aos rincões para atender pobres e desprovidos, aí pode.Continue lendo ›

Bronca

Quando permitirão o acesso à lista de espera?

A reclamação de um leitor bem que poderia ser tema de protesto, inclusive dos médicos e estudantes de Medicina que estão nas ruas. Ele reclama da que situação absurda que acontece em Maringá, onde ninguém consegue ter acesso à lista de espera de atendimento do Sistema Único de Saúde para consultas especializadas, cirurgias e exames. O próprio sindicato dos servidores e o vereador Humberto Henrique (PT) já tentaram, mas não tiveram acesso aos nomes, só aos números. “Meu Deus do céu, pra que serve a lei da transparência A lista de espera/fila deveria estar divulgada no portal da transparência, para não favorecer trambicagens e furões amigos de políticos”, comenta.

Saúde

SUS de Paranavaí não tem neurocirurgião

Enquanto Maringá não tem atendimento do SUS para crianças em tratamento de câncer, em Paranavaí vai para dois anos que o sistema público não tem neurocirurgião. Naquela cidade também não há clínica oncológica. A falta de neuro – que aceitou um salário maior em Umuarama – é apontada como a causa da morte da cabeleireira Junia Marcia Teixeira Franco José, 46, ocorrida ontem, Dia das Mães, após sofrer um AVC hemorrágico; ela só conseguiu vaga no Hospital João de Freitas, em Arapongas, quando era tarde demais. O paranavaiense percebe que as autoridades locais foram aguerridas em forçar o governador a entregar-lhes a reitoria da Unespar (apesar de que o reitor é de Campo Mourão), mas não tiveram o mesmo empenho por um neuro nem pelo tratamento público contra o câncer. Leia mais no blog do Joaquim de Paula.

Saúde

Alep discute revisão da tabela do SUS

alep
O cumprimento da Emenda nº 29, que prevê os percentuais mínimos de aplicação em saúde por parte da União, estados e municípios, e o reajuste na tabela de procedimentos médicos e hospitalares por meio do Sistema Único de Saúde, foram debatidos em audiência pública na manhã desta terça-feira, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná. O encontro foi promovido pela Comissão de Saúde Pública da Casa, a pedido da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos do Paraná, com a participação de representantes da Secretaria de Estado da Saúde, médicos e gestores hospitalares. O objetivo é que o governo federal direcione ao menos 10% dos recursos do orçamento para a saúde. Somente no Paraná, o valor seria de R$ 30 bilhões. “Existe uma preocupação muito grande quanto aos investimentos em saúde e que a União passe a aplicar este percentual. Temos ainda que fortalecer o movimento, que é nacional, para o reajuste na tabela do SUS. Isso é muito importante para a população, que passará a contar com um atendimento melhor em saúde”, afirmou o presidente da comissão, deputado Dr. Batista (PMN). Leia mais. Foto Sandro Nascimento/Alep.

Bronca

Indignação contra a saúde pública

Leitora de Cianorte fala de sua indignação em relação à saúde pública, ao relatar que fez uma cirurgia de varizes pelo SUS em 25 de julho do ano passado – e suas pernas ainda doem, “mas doem muito”. Por causa disso, desde então ela está tentando realizar uma consulta pelo SUS e não consegue. “Eles falam que tenho que pagar R$ 130,00, porque, caso contrário, só conseguirei uma consulta lá por novembro deste ano”, escreve. Ela se diz indignada com a saúde pública do país. “Nós precisamos morrer na fila do SUS pra virar estatística”.

Saúde

Ortopedia em Maringá: juiz dá prazo

O juízo da 7ª Vara Cível determinou ao município de Maringá e ao Estado do Paraná que, em conjunto com os hospitais credenciados ao SUS na cidade, reorganizem o fluxo de traumato-ortopedia no prazo de 90 dias. A decisão foi proferida na ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Paraná . A Promotoria argumenta que a classificação e a realização de procedimentos entre média e alta complexidade no Hospital Universitário de Maringá “atingiram um ponto crítico, o que fazia com que a população aguardasse por dias pelas cirurgias, muitas vezes apinhados nos corredores”. Além disso, no dia 13 de junho de 2011, o Hospital Universitário enviou documento para a Promotoria de Saúde Pública, informando que a instituição havia solicitado ao município de Maringá o seu descredenciamento temporário para os atendimentos ortopédicos, o que poderia gerar uma situação caótica, pois a saída do HUM desorganizaria ainda mais o sistema.Continue lendo ›

Saúde

Avaliação do SUS em Maringá é pior que a média estadual

O Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (Idsus), criado pelo governo federal e lançado ontem, atribuiu notas ao acesso do usuário e à qualidade dos serviços de hospitais da rede pública. Em uma escala de 0 a 10, o Paraná teve nota 6,23; a nota de Maringá ficou em 5,59, atrás de várias cidades, como Dois Vizinhos (7,11), Guaraniaçu (7,19), Laranjeiras do Sul (7,19), Matelândia (7,26) e Pato Branco (7,02). Maringá está no grupo 2, junto com Arapongas, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Cascavel, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. Leia mais.