vôlei

Geral

Cadê?

João de Deus sumiu, mas apareceu e se entregou à polícia. Fabrício Queiroz, o motorista de Flávio Bolsonaro, sumiu mas deve se apresentar amanhã ao Ministério Público do Rio de Janeiro. O terrorista Cesare Battisti está sumido, ninguém sabe se vai aparecer. Agora, porém, a questão é outra. Continue lendo ›

Blog

Vejam para quem Pupin destinou quase R$ 1 milhão

Leiam mais esta noticia dossievoleicolor: rgb(0, 51, 0);”>aqui: “Depois de revelar na última semana a existência de uma empresa que recebe comissão da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) em cima de um contrato de patrocínio negociado diretamente entre a entidade e o Banco do Brasil (BB) e ganhando comissão posteriormente a uma venda já realizada, a série de reportagens Dossiê Vôlei mostra agora algo ainda mais surpreendente: o mesmo patrocínio, que não prevê porcentagem a nenhuma empresa por não ter intermediários na negociação, rendia comissão também para uma segunda firma. A mesma quantia do primeiro caso. Mais R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais), totalizando R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais) em comissões por uma venda feita diretamente. Não bastasse a duplicidade no pagamento de comissão para venda sem intermediação, a operação atípica tem outro ingrediente que chama atenção: a abertura da agência beneficiada se deu exatos três dias antes da assinatura do contrato. O Banco do Brasil, ao ser questionado sobre comissões para agências na primeira reportagem, foi taxativo: “o contrato é firmado diretamente”, afirmou o BB através de sua assessoria de imprensa.”
Meu comentário (Akino): Será que não haveria algum esquema para que parte do dinheiro pago pela prefeitura voltasse para o ex- ModaMaringá? O que o povo de Maringá ganhou com esses dois eventos? Quanto foi arrecadado com a venda de ingressos? Quem ficou com o dinheiro? Penso que o MP deveria aprofundar investigações. Alguém tem acesso ao balanço do ModaMaringá? Receitas, despesas, situação atual. Quem sabe uma quebra de sigilo bancário. Seus dirigentes o abririam? Que tal, Ricardão e Ricardinho?
Akino Maringá, colaborador

Esportes

Não faz parte, mas é dono

Ricardinho
Ano após anos, a fama de que Maringá possui um grande laranjal só se consolida. Em seu blog, acima, o levantador Ricardinho escreveu que Ricardo Barros (PP) não faz parte da diretoria do ModaMaringá, que, para todos os efeitos, é ele, o jogador, que preside. No portal Terra (abaixo), porém, a informação é outra: Barros é “dono do ModaMaringá”. Barros é pré-candidato a deputado federal e distribuiu centenas de cortesias dos jogos da Superliga que lotaram o Ginásio Chico Neto, tornando o time recordista de público no campeonato.
Terra

Esportes

O time do Ricardinho

De Bruno Voloch:
Se o projeto será viabilizado e sair do papel ninguém pode garantir, mas são cada vez mais fortes as notícias dando conta de que Ricardinho, ex-Vôlei Futuro, está à frente da criação de um time em Maringá. Esse era um dos assuntos mais comentados no Maracanãzinho na decisão entre Rio e Cruzeiro. Jogadores dos dois times, treinadores e personalidades presentes no local confirmaram que as negociações estão em andamento. O blog noticiou o fato em dezembro do ano passado. Ricardinho não confirmou, mas deixou o Vôlei Futuro como foi dito na matéria. A verba inicial seria de R$ 8 milhões. O projeto tem apoio de Carmem Panza, mãe de Fabiane e esposa do atleta. Carmen Panza é funcionária do escritório de Ricardo Barros, homem influente em Maringá e ex-prefeito da cidade.