Prometida para o final do ano passado, as obras do presídio semiaberto de Maringá foram retomadas em 15 de fevereiro passado, informa Luiz Fernando Cardoso em O Diário. A empresa que venceu a licitação, de quase R$ 5 milhões, precisou provar ao governador Roberto Requião (PMDB) que teria condições de concluir a unidade prisional até 15 de outubro próximo.
A obra será feita pela Sial Construções Civis, de Curitiba, que pertence ao maringaense Edenilson Rossi, ligado ao deputado federal Ricardo Barros (PP), sócio do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PDT) em empreendimentos agrícolas e financiador das campanhas de Silvio Barros II (PP).