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Cenas de uma manhã no parque

O Parque é o Alfredo Nyffler, na Vila Morangueira. O dia: domingo de manhã. Pais brincando com crianças no parquinho; pessoas se exercitando; treinadores de corrida; pescadores ao redor do lado; duas senhoras orientais conversando em japonês; jogadores de futebol americano ao som de rock e pessoas caminhando ou correndo. Um lindo dia de sol iluminando o parque, com reflexos nas águas do lago que formam um espelho do verde do gramado e das árvores ao redor.
Parece um conto de fadas do parque. Entretanto, o parque tem também seu lado sombrio. Vamos começar pelo mais simples: as placas de sinalização que estão desbotadas e não se consegue ler o que está escrito. Animais e ciclistas
passeiam pela pista de caminhada apesar da proibição. Bastava uma pintura nova ou renovação de algumas placas. O piso da caminhada está irregular a ponto de causar tropeções. Tem um pedaço da mata que foi queimado por pessoas que entraram no parque a noite. Inclusive, pessoas entram de carro durante a noite no parque através de um portão que tem correntes sem cadeado. Segundo moradores, o parque é usado à noite para drogas e outras coisas, trazendo insegurança à população.
Portões trancados e mais vigilância durante o período noturno certamente trariam mais tranquilidade à vizinhança do parque, dizem os freqüentadores que, também, consideram o cuidado com o parque uma responsabilidade da
prefeitura. Fica o alerta: um parque bem cuidado e com segurança, também, deve fazer parte de uma administração que se diz cidadã.

Tania Tait

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