A marca registrada

De padre Orivaldo Robles:

Conta-se que, lá pelos anos sessenta, famosa artista de Hollywood, em viagem pela África, visitou um leprosário dirigido por religiosas católicas norte-americanas. Numa enfermaria, uma jovem irmã, de grande beleza, ajoelhada ante um doente, curava-lhe as chagas repugnantes. Forte mau-cheiro empestava o ar, mas o rosto da religiosa estampava um sorriso doce. Impressionada, a estrela de cinema deixou escapar: “Irmã, eu não faria isso nem por um milhão de dólares.”. E a irmãzinha, sem perder o sorriso: “Nem eu, senhora”. Na íntegra.