Velha Faculdade
dos tempos coloniais…
Quantas vezes, quantas!
levado pela saudade,
ao sabor da nostalgia,
pus-me a espreitar as curvas macilentas das arcadas.
E, quantas vezes, quantas! , vi passar Azevedo,
silente, encurvado, merencório,
sorvendo numa taça de tormentos
O “spleen” das “Noites da Taverna”.
Velha Faculdade
que vive comigo
numa grande saudade!
Hoeppner Dutra
(Turma de 1936)