Faleceu um pouco da história de Maringá, através da derrubada da rodoviária velha, assassinada depois de ameaças que duraram 3 anos. Buscou proteção e recebeu durante algum tempo, mas os assassinos não desistiram e ontem, numa emboscada, consumaram o crime. Desconhecem-se os verdadeiros motivos. Uns dizem que são meramente econômicos, particulares, outros que é em benefício da cidade, pois a velha rodoviária era um peso para os municípes, estava inútil.Há quem suspeite que foi um crime por encomenda, tal a violência. Espera-se que os responsáveis sejam julgados, como disse o Messias Mendes, e que paguem do seus bolsos eventuais indenizações que venha a ser cobradas e concedidas,no futuro, e que os contribuientes maringaenses não tenha que arcar com honorários advocatícios, como no caso dos terrenos do novo centro.
Com a morte da rodoviária certamente ficará um vazio naquele espaço, já que a concessão para terceiros certamente será contestada e nada será construído alí durante muito tempo.
Akino Maringá, colaborador