Ligações perigosas
Do padre Orivaldo Robles:
Recebo ligação telefônica às dezenove horas, quase noite. Uma sedosa voz feminina chama alguém com meu nome, residente na minha cidade, assinante do meu número de telefone. Não creio que haja outro com tais características. Ela quer falar comigo, não há dúvida. Identifica-se: é fulana de tal, do banco tal, que escolheu aquela inusitada hora e aquele jeito estranho para me oferecer uma proposta irrecusável de vantagem financeira. Vantagem, diga-se, não para a instituição bancária, mas para seu ignoto interlocutor, por acaso, o autor destas mal traçadas. E lá vem a conversinha, que tanta gente ouviu e continua a ouvir por esse Brasil afora. Na íntegra.
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