Na guerra declarada entre a Câmara de Maringá e o Observatório, nesta questão da mudança do Regimento Interno, este último ganhou mais um aliado. Milton Ravagnani, em sua coluna de domingo, desceu a madeira, inclusive em Mário Hossokawa. Antes Gilson Aguiar já tinha se posicionado ao lado do Observatório (não ouvi o Ronaldo Nezo, mas acredito que também).
Minha opinião: Acho que antes de brigar só pelas presenças nas sessões, o Observatório, a imprensa e a sociedade deveriam cobrar o trabalho de fiscalização da Câmara. Exigir que entre os assessores dos vereadores estejam pessoas com capacidade para analisar licitações, empenhos, pagamentos e que os vereadores cobrem transparência. Quanto à mudanças do Regimento Interno há outras mais importantes, como a sistema dos pareceres, principalmente nos ‘regime de urgência’ do Executivo, que são uma piada: alguns vereadores dizem: “A comissão é ‘favorave’”. Ninguém analisa nada.
Akino Maringá, colaborador