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Patrimônio pra quê?


Mais um monumento público – coincidentemente, construído na administração Said Ferreira, a quem Ricardo Barros só se referia com pesados xingamentos – foi pichado em Maringá, afrontando a legislação, assim como ocorreu com o outro, de autoria de Gilmar Ferdinandi, no mesmo Centro Comunitário Renato Celidônio. Desta vez, segundo mostra Lauro Barbosa, foi o espaço originalmente reservado para manifestações populares. Tenho um leve pressentimento que os autores, escolhidos por influência, foram os mesmos que foram presos em Belo Horizonte destruindo prédios históricos. Bem, nada mais normal na administração exterminadora…

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