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Feira do Sebrae: resposta a um empresário

Transcrevo literalmente o que saiu em uma das colunas de O Diário: “O ex-deputado Divanir Braz Pama está revoltado com os vereadores maringaenses  que – com os planfletos que fizeram – inviabilizaram a Eempreendedor em Maringá.  São os vereadores que pensam pequeno, que atrapalham o desenvolvimento da cidade, disse Braz Palma. Com uma empresa de  bom porte que viesse para a cidade, o retorno já seria muito maior, mas eles – demagogicamente – fazendo planfetinhos – foram contra o investimento por parte da prefeitura, prejudicando Maringá, falou”. E Braz Palma encerrou: “Se estes vereadores  acharem ruim o que falei e penso deles, podem me procurar que falarei a eles pessoalmente”.
Minha resposta: Prezado Divanir, não tenho procuração dos vereadores, mas não me contenho e vou tentar explicar. A feira seria para novos empreendedores. O público alvo seria  pequenos, desempregados, pessoas que já trabalham por conta e não para atrair grandes empresas, ou de bom porte como o senhor disse. Para isso já existe o Codem, Prodem, temos todo tipo de incentivo para atrair novas empresas. Os vereadores defenderam a não aplicação de tanto dinheiro, entendendo que há outras prioridades  Compreendo, mas não entendo, sua revolta que deve ser por conta da possível lotação do seu hotel com caravanas de outras regiões que viriam com  tudo pago (R$ 450 mil) . Não foi por demagogia que os vereadores fizeram os ‘panfletinhos’. A verdade foi a única forma de fazer chegar ao povão a notícia. Se as rádios, como do seu amigo Pinga Fogo, os programas de televisão e os jornais fossem realmente imparciais e abrissem espaços para discussão, talvez eles não precisassem fazê-los (planfletos). Espero ter explicado e desafio a qualquer um demonstrar como haveria retorno. Tenho certeza que seria má aplicação de dinheiro. Os planfletos não falavam do Sebrae e oficialmente foi o Sebrae quem cancelou a feira.
PS: Se eu fosse os três vereadores iria  discutir o assunto com o senhor e esclarecer, pois acredito que sua manifestação tenha sido passional e não racional.

Akino Maringá, colaborador

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