O que nos resta de história

De José Fuji:

Maringá, por se tratar de uma cidade ainda muito jovem, tem sua história conhecida pelas pessoas que ainda estão entre nós. Boa parte dos pioneiros da cidade chegaram à cidade desembarcando na Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz, que, como muitos deles, deixou de existir. Como muito bem diria o Akino Maringá ao conversar com amigo de um alto de um prédio, a minha voz embargou e os meus olhos quase vieram as lágrimas quando via os tratores e retroescavadeira destruindo como se fosse algo tão normal, sem saber que muitas consciências lá estariam sendo apagadas.
E o que ficou no legado de nossas consciências são apenas as histórias dos projetos de mais de 40 anos atrás elaborados para construir um Contorno Norte, que na época realmente contornava a cidade, e hoje vem sendo o bloqueador do progresso e crescimento de nossa cidade.

Ou a história antiga Vila Olímpica que já vem se arrastando por várias décadas.

Ou o Novo Centro que nós acompanhamos a passos de tartaruga, hoje com uma utilização bastante suspeita no que se refere à segurança onde passam milhares de combustíveis diariamente, onde a segurança do povo não é nenhuma preocupação e interesse por parte de governantes.
Ou mudanças de tráfegos viários com os exageros dos projetos binários em pequenos trechos onde estrangularam o trânsito e esparramaram desordenadamente os roteiros dos transeuntes pela cidade, o que aumentou em grande escala os acidentes, sendo alguns fatais.
Ou parques de visitações fechados sendo engolidos pela erosão sem mesmos ser atendidas pelos nossos governantes, neste caso caberia perfeitamente o projeto para a conquista de verbas do PAC no qual deveriam ser utilizadas para este tipo de manutenção fosse executado, mas como não dá para inaugurar ou botar placas, não devem ter interesses; são como as obras de saneamento, que é prioridade na saúde do povo, mas como não aparece não há interesse, não é?