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Ainda há “donos” de cargos na mesa diretora

Na incompleta reforma administrativa na Câmara de Maringá,realizada ano passado, que resultou na redução de cargos comissionados que foram criados ao longo das gestões John, o número, fora dos gabinetes dos vereadores, caiu de cerca de 80  para 34, embora muitos dos cortados tivessem ido  para os gabinetes dos vereadores, com o aumento da verba, ou seja ficou quase seis por meia dúzia, mas enfim houve redução de salários. Neste número de 34 cargos atuais há ‘alguns donos’ e são usados como moeda de negociação nas eleições. São seis assessores parlamentares da mesa, divididos em 4 ou 5 donos. Seis assessores para Assuntos Comunitários, outros donos, e assim por diante. Quatro assessores de Relações  Institucionais. Um Assessor Técnico. Um assessor de Apoio para Assuntos de Planejamento. Um assessor Executivo. Enfim, só no Gabinete da Presidência tem 15 assessores que de fato não são do presidente. São de donos vereadores que os indicam, eles não têm função e o pior, precisam ser, muitas vezes, fiscalizados pelo presidente que não confia, então coloca outros para fiscalizar. Dos 34 cargos atuais, pelo menos 20 podem ser extintos, pois só servem como moeda de troca nas eleições. É uma vergonha. O Gaeco, o Observatório, O Diário, a CBN, alguém precisa denunciar isto, ou desmentir.

Akino Maringá, colaborador

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