Para reflexão de alguns políticos

Na série de análise de passagens da Bíblia segue mais um texto: “Então, no meia do turba, um homem lhe disse: Mestre, dize a meu irmão que divida comigo a herança que nos tocou. – Jesus lhe disse: Ó homem! quem me designou para vos julgar, ou para fazer as vossas partilhas? – E acrescentou: Tende o cuidado de preservar-vos de toda a avareza, seja qual for a abundância em que o homem se encontre, sua vida não depende dos bens que ele possua.Disse-lhes a seguir esta parábola: Havia um rico homem cujas terras tinham produzido extraordinariamente – e que se entretinha a pensar consigo mesmo, assim: Que hei de fazer, pois já não tenho lugar onde possa encerrar tudo o que vou colher? -Aqui está, disse, o que farei: Demolirei os meus celeiros e construirei outros maiores, onde porei toda a minha colheita e todos os meus bens. – E direi a minha alma: Minha alma, tens de reserva muitos bens para longos anos; repousa, come, bebe, goza. Mas, Deus, ao mesmo tempo, disse ao homem: Que insensato és! Esta noite mesmo tomar-te-ão a alma; para que servirá o que acumulaste?É o que acontece àquele que acumula tesouros para si próprio e que não é rico diante de Deus. (S. Lucas, cap. XII, vv. 13 a 21.)

Questionamentos: Vale a pena ganhar dinheiro a custa da desgraça alheia? Se nenhum centavo de dinheiro fosse desviado, via corrupção e má aplicação e  usado no barateamento da passagem do transporte coletivo, na ampliação do HU, na contratação de mais médicos, na melhoria das condições da educação, não seria melhor para todos. De que serviu para Orestes Quércia, ficar rico e viver bem (financeiramente) por 50 anos. E agora? Como está sendo a prestação de contas? Não é verdade, Silvio?

Akino Maringá, colaborador