Em 27/1/2010, pela Portaria 039/2010, foi nomeada no gabinete do vereador Heine Macieira, em cargo comissionado, Elaine Christina da Silva Drapzichinski como AP1, salário hoje equivalente a R$ 569,43, a partir de 1º de fevereiro de 2010. Em 24 de março, ou seja, após 42 dias de trabalho, no máximo, considerando que tomou posse no dia 1º/2, foi lhe concedida um licença de 15 dias para tratamento de saúde, conforme Portaria 121/2010, e ao final dos 15 dias, a partir de 8 de abril, pela Portaria 125/2010, foi oficializada a licença gestante de 180 dias. Em 9 de agosto, em plena licença maternidade, dois meses antes do encerramento, pela Portaria 226/2010, a comissionada foi exonerada e na mesma data, pela Portaria 227/2010, nomeada AP4, com salário equivalente hoje a R$ 996,54. Resumindo,a conclusão é que a funcionária trabalhou 42 dias, ficou de licença 4 meses de meio e recebeu um aumento de salário 75%, que passou a receber nos dois meses finais da licença. O vereador precisa explicar. Esperamos que na sessão desta terça-feira se manifeste. Tem todo o direito de defesa. Há muitos pontos de interrogação neste caso. Por hora não vamos tirar conclusões preciptadas, como ocorreu naquele caso em que a assessoria do Zebrão trocou o número do PIS e acabou dando confusão. Sabemos que o líder do prefeito, na condição de 1º secretário é um guardião na moralidade na Câmara (podemos perceber por atos como aquele em que denunciou a vereadora Marly, por ter dado uma entrevista em seu gabinete). Até prova em contrário não podemos condená-lo. Depois falaremos no caso do Assessor Parlamentar da Mesa, que seria seu assessor exclusivamente.
Akino Maringá, colaborador