Esta é a decisão do ministro Luiz Fux negando recurso para 21 políticos maringaenses que, quando vereadores, utilizaram a chamada verba de gabinete criada pelo ex-presidente Walter Luiz Guerlles. A verba foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça. A decisão é em ação da Associação de Estudos e de Defesa do Contribuinte (Aedec), tendo como advogado o ex-vereador Eli Diniz.
Especialista acredita que, com a finalização do processo, todos os outros vereadores que utilizaram a verba de gabinete até sua alteração – ela foi criada por resolução, o que é irregular, pois criava cargos e despesas, e somente anos depois, na primeira gestão do presidente Mário Hossokawa, foi regularizada – podem ser enquadrados no crime de improbidade administrativa. Ou seja, se o Ministério Público quiser, a lista de inelegíveis poderá aumentar.