Negócio da China?
Li no blog do Milton Ravagnani e reproduzo: “Até agora o município recebeu apenas uma proposta no Procedimento de Manifestação de Interesse aberto para a destinação final do lixo produzido. O prazo ainda não está fechado, posto que há a possibilidade de que existam propostas postadas pelo correio. A proposta apresentada vem de um grupo franco-brasileiro que se propõe a transformar o lixo em energia e vapor. O que agrada na proposta – além do resultado ecologicamente responsável – é o estudo de viabilidade econômica. Pelo estudo, a tarifa que a empresa propõe fica bem perto do valor hoje gasto para aterrar os detritos. Algo em torno de R$ 80.”
Meu comentário: Não seria este um negócio da China? Monta-se uma empresa e em vez de pagar pela matéria prima recebe-se por isso. É muita preocupação com o meio ambiente. Dá para ficar desconfiado. Quem seriam os parceiros locais, ocultos?
Akino Maringá, colaborador
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