O bom dia do flanelinha
De Ronaldo Nezo:
Geralmente, estaciono meu carro num lugar livre de Estar (o estacionamento regulamentado de Maringá) e num horário em que chego antes do flanelinha. Hoje, porém, já não havia vagas. Ao trocar de “endereço”, ganhei meu primeiro “bom dia” de um “guardador de carros”. Confesso que o “bom dia” dele me deixou intimidado. Uma aproximação rápida, inesperada e um resmungo não é o tipo de boas-vindas que a gente busca. Ainda mais quando o dia mal está começando. Mesmo desconfortável, agradeci. Ele não gostou. Balbuciou mais algumas palavras. Não entendi nada e segui em frente. Na íntegra.
*/ ?>
