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TJ julga recursos do caso Aeroservice dia 1º

Foi marcada para a tarde de 1º de março próximo o julgamento do caso Aeroservice, pela 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná. Serão julgados os recursos do atual secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros, e de seus ex-assessores Luiz Turchiari Junior (falecido em novembro passado), Ademar Schiavone, Julio César Coelho Pallone, Aeroservice Consultoria e Engenharia de Projetos SC Ltda. e do município de Maringá. A Procuradoria Geral de Justiça deu parecer pelo desprovimento do recurso. Os advogados na ação são Luis Guilherme Vanin, Paulo Lemos, Horacio Monteschio, José Buzato, Anilson Geraldo Sguarezi, Luiz Carlos Manzato (ex-advogado de Barros, mas neste feito atuando pelo município), Sérgio de Souza, Orlando Moisés Fisher Pessuti, Marcelo Buzato e Luciano Tadau Yamaguti Sato. O relator será o juiz substituto de 2º grau, Edison de Oliveira Macedo Filho, e o revisor, o desembargador Leonel Cunha.

Trata-se do dos maiores escândalos dae Maringá. Eles foram condenados pelo juízo da 4ª Vara Cível, em outubro de 2008, porque a a administração Barros pagou a consultoria com recursos públicos, no final de 92, por serviços não realizados para a construção do Hospital Metropolitano (hoje, Municipal). Além das penas relativas à improbidade administrativa, todos foram condenados solidariamente à devolução aos cofres públicos de Cr$ 465.788.130,00, mais correção monetária e juros. Na época, o então prefeito preferiu a empresa que não realizou serviços ao invés de pagar o funcionalismo público, o que o levou a ser acuado pelos funcionários e a deixar o paço municipal por uma janela; posteriormente, a Aeroservice tornou-se financiadora de campanhas políticas da família.

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