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Um caso de saúde pública

A invasão de passarinhos na rodoviária de Maringá é um caso de saúde pública, mas a administração Silvio Barros II trata como se fosse coisa simples, que se resolve com uma “lavagem aparência”. E é lavagem mesmo que os funcionários do terminal rodoviário fazem todos os dias de manhã, limpando o cocô dos pássaros que enchem a cobertura metálica do prédio. E só.

Um comerciante lembra que a Vigilância Sanitária vivia por lá, cobrando medidas de higiene dos que têm lojas na rodoviária, mas depois da invasão dos pássaros nunca mais um fiscal apareceu por lá. O cocô dos passarinhos transmite doenças e eles permanecem todo o dia nas ferragens da cobertura, onde há dificuldade de limpeza, e de onde “atiram” seus dejetos nos que utilizam o terminal.

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