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Aliados preferem manter privilégios

Por que a maioria dos vereadores de Maringá não quer assinar a CPI da Saúde? Além da ordem expressa dos irmãos Barros, há a importante questão, a do clientelismo. Numa cidade em que 17 mil pessoas estão na fila da saúde pública para consultas especializadas, os critérios para a liberação de exames e cirurgias passam obrigatoriamente pelo “amém”. Entre os beneficiados estariam os vereadores que resistem em apor a assinatura numa investigação sobre o desvio de recursos da saúde na administração Silvio Barros II.

É prática antiga: vereadores, principalmente os que ficam de joelhos para a administração, são prontamente atendidos em seus pleitos na saúde. Comenta-se inclusive que quem corta a fila para atendê-los é uma funcionária da secretaria que já foi candidata a vereadora. Para manter o privilégio, a Turma do Amém aceita até fingir que não há nenhum problema na saúde maringaense.

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