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Ao vereador-médico Paulo Soni

‘Caro’ representante do eleitorado maringaense, permita-me explicar o ‘caro’: Tem duplo sentido, primeiro é o cumprimento tradicionalmente usado em correspondências, e o segundo é o de custo mesmo, o que representa em dinheiro para a sociedade a manutenção do mandato de V. Excia. Pelo que produziu até agora, os cerca de R$ 23.400,00 mensais, ou R$ 280 mil anuais entre os subsídios de vereador, funcionários de Gabinete mais encargos, o trabalho de V. Senhoria é muito caro. Refiro-me ao senhor, mas poderia  ser a qualquer um dos outros 11 que resistem em não fazer a CPI da Saúde, todos estão na mesma situação, alguns custam mais caro e nem estou falando da estrutura administrativa da casa e todas as despesas que envolvem. Se pegarmos os R$ 9,2 milhões, mais ou menos, que foram gastos ano passado e dividirmos por 15, o trabalho de V. Excia custou ao contribuinte maringaense cerca de R$ 600 mil, ou R$ 50 mil mensais. É muito dinheiro e teria obrigação de dar um retorno. Que retorno está dando, principalmente na área da saúde? 
Gostaria que o senhor confirmasse se é verdade que concorda  com a forma como atuam vereadores como Humberto, Henrique, Marly e dr. Manoel, mas que prefere a ‘estrada larga’ das benesses de estar ligado ao grupo político de Ricardo Barros e só fazer o que eles querem. Espero que use a tribuna nesta terça-feira e explique, quem sabe no grande expediente. Estou mandando cópia para o seu email, para não alegar ignorância. Tente justificar porque não assina o requerimento da CPI, se não for pedir muito, na condição de um dos pagam o seus salários e todo o custo de cerca de R$ 600 mil que pesa para nós, contribuintes de Maringá.

Akino Maringá, colaborador

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